Caso Mário Sérgio Gabardo completa 52 meses sem solução e assassinos do empresário não foram sequer identificados pela Polícia

Um caso policial ainda sem solução pela polícia civil gaúcha. A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até a presente data ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos do empresário Mário Sérgio Gabardo. O caso completa hoje 52 meses sem solução e os assassinos continuam impunes. Em 29 de setembro de 2005, o jovem Gabardo, com apenas 20 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, quando foi alvejado por um tiro. Mesmo mortalmente ferido, Gabardo colocou o seu automóvel em fuga. Os dois assassinos perseguiram o empresário, por três quadras. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha. Na fuga Gabardo acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore. Um dos assassinos foi lá conferir se Gabardo estava morto. A seguir, se colocaram em fuga. Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer. Declaração de testemunha aponta para uma execução. Mário Sérgio Gabardo era diretor da empresa TransGabardo. Jovem diretor e empresário, Mário Sérgio Gabardo detinha estratégicas informações sobre a empresa e o mercado de transporte de veículos novos. O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos “crimes não solucionados” pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha. Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário. O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é um homem de sucesso no mercado nacional de transporte de veículos novos. Sérgio Gabardo é dono da TransGabardo, uma transportadora cegonheira que atua no Brasil e no Exterior. O empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário. Nesta sexta-feira (29/01/2010) será um dia comum para qualquer pessoa. Mas não para o pai do Mário. É mais um dia 29. Data em que a amargura e a saudade bate no fundo do coração da família Gabardo. Bate mais forte no peito de um Pai que perdeu o seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas, aos 20 anos, 2 meses e 20 dias de vida. Dia em que vai recordar do descaso com que o assunto foi tratado ao longo desses 52 meses pela segurança pública. Hoje é mais um Dia de lembrar os erros cometidos pelos agentes públicos nos trabalhos de investigação a respeito da morte brutal e abrupta do Mário. Até hoje Sergio Gabardo, como Pai, continua sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005. Passaram-se 52 meses e não sabe quem matou o seu único filho (à época) e, pior, quem foram os mandantes e qual o motivo que tiveram para ceifar uma vida tão linda e com um futuro promissor, como vinha se desenhando. É doloroso demais para um Pai perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos. Sergio Gabardo vai prosseguir o seu caminho, em mais uma missão de cobrar publicamente o que lhe é de direito como cidadão comum. Sergio Gabardo continuará escrevendo todo o dia 29, diretamente ou por meio de seus amigos. Relembre nesse dia 29 o Caso Mário Sérgio Gabardo. [Leia mais]

Deixe um comentário

Assassinato do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo completa 49 meses sem solução e bandidos estão ainda impunes. Até quando?

datas arte final Assassinato do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo completa 49 meses sem solução e bandidos estão ainda impunes. Até quando?Ao longo dos últimos anos eu tenho desfrutado por alguns instantes o convívio do meu amigo Sérgio Mário Gabardo. O empresário cegonheiro Sérgio Gabardo, dono da TransGabardo, é um homem de paz e de muita fé. Reconhecidamente um homem de sucesso. Mas Sergio Gabardo tem em seu coração profundas marcas causadas pelo assassinato do filho Mário Sergio Gabardo. Isso aconteceu há 49 meses atrás. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, não tinha motivo para desconfiar que vivia suas últimas horas, ao entardecer do dia 29 de setembro de 2005, quando saiu da empresa em que era sócio com seu pai, a Transportadora Gabardo Ltda, por volta das 18h30. Mário Sérgio tinha dois compromissos para a noite dessa quinta-feira de primavera. A Transportadora Gabardo fica localizada no bairro Anchieta, próximo ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no RS. Mário Sérgio saiu dali e se dirigiu para a PUC, localizada na Avenida Ipiranga, onde deveria prestar prova no curso de Direito. Ele estava cursando o 8º. semestre. Concluída a prova, o jovem diretor de frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo dirigiu-se para a cidade de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre, colada a capital gaúcha, onde morava. Mário Sérgio tinha por hábito, nas noites de quinta-feiras, realizar um churrasco com amigos, em uma casa particular na rua Tomé de Souza no.258, em Canoas, sempre que sua agenda lhe permitia. Na noite de 29 de setembro de 2005, por volta das 20h50m, o jovem empresário Mário Sérgio, já havia deixado o seu automóvel Peugeot 307, cor cinza, automático, ano 2005, placas IXX 0307, no estacionamento do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Nesse momento Mário falava ao telefone celular com o Anderson, um amigo pessoal. Mário disse a Anderson que estava no supermercado e que fazia as compras para o churrasco daquela quinta-feira. Conforme a nota fiscal da Companhia Zaffari Comércio e Indústria, encontrada posteriormente entre seus pertences no carro Peugeot 307, Mário Sérgio passou pelo caixa do supermercado às 21h18m. A nota fiscal discrimina as suas compras: coxa de frango, costela bovina, costela de ovino, lingüiça toscana, pão, alho, carvão, cerveja e refrigerantes. A atendente de nome Tatiane realizou a operação de registro dessas compras, encerrando exatamente às 21h20m. Mário Sérgio gastou apenas dois minutos para passar as suas compras no caixa do supermercado e realizar o pagamento no valor de R$ 66,77. Depois ele se desloca para o estacionamento do shopping. Descarrega as compras do carrinho do supermercado e as coloca no porta-malas de seu automóvel Peugeot 307. Mário Sérgio ficou entre 20h50 e 21h30 na área do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Ele estava a poucos minutos de sua morte. A seguir o empresário Mário Sérgio tomou o rumo da casa do amigo, que mora na rua Tomé de Souza, no bairro Niterói, onde seria realizado o churrasco. A distância percorrida entre o Shopping Bourbon Zaffari Canoas e a casa de número 258 da rua Tomé de Souza, possui em linha reta, não mais do que dois quilômetros. Mário Sérgio, como morador de Canoas sabia que a cidade era dividida pela BR 116. Com toda a certeza escolheu um caminho seguro entre os dois pontos (shopping e o local do churrasco) para trafegar com seu Peugeot 307 naquele horário da noite. Do shopping chegou à rua Humaitá e a seguir ingressou na rua Venâncio Aires, percorrendo-a no sentido centro-bairro. Pela rua Venâncio Aires, o empresário Mário Sérgio, em seu automóvel Peugeot 307, passou por cinco quadras até alcançar a esquina da rua Tomé de Souza. Mário quase na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza, exatamente às 21h37m38,  faz uma ligação de seu telefone celular para o aparelho celular de seu amigo Anderson que está no local da confraternização. A ligação durou 30 segundos, tempo suficiente para que o amigo Anderson soubesse de que ele estava nas imediações da casa de no. 258 da rua Tomé de Souza e que fosse aberto o portão da garagem de acesso ao interior do imóvel, onde ingressaria com seu carro (como sempre fazia rotineiramente nas quinta-feiras a noite).  O Peugeot 307 parou na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza. O empresário Mário Sérgio deu o sinal de que ingressaria com seu carro a sua esquerda, na rua Tomé de Souza. Ao realizar a manobra com o Peugeot 307, dobrando a esquerda na Tomé de Souza, Mário Sérgio cumprimentou o manobrista da Galeteria Piatto Bello, que estava postado a frente dos veículos estacionados na área do restaurante. Esse lhe retribuiu com um aceno de mão. O funcionário da Piatto Bello viu o Peugeot 307 de Mário dobrar na rua Tomé de Souza. Também viu que atrás do Peugeot 307 vinha um automóvel Ford KA, cor prata, o qual realizou a mesma manobra. Até essa altura, Mário Sérgio não dava indicativo de se sentir ameaçado ou perseguido, tanto que acenou para o manobrista do restaurante Piatto Bello. Mário estava a poucos metros da casa particular onde se realizaria a confraternização habitual com seu grupo de amigos. Mário Sérgio, dirigindo o seu Peugeot 307 trafega mais alguns metros na rua Tomé de Souza, não mais de 30 metros, e vira o carro para a esquerda, após uma árvore, embicando-o em direção ao portão da casa de número 258, para ingressar na área interna do imóvel, onde se encontraria com os amigos para o churrasco semanal habitual. Dentro de seu carro, Mário aguardou por algumas frações de segundos para que fosse aberto o portão da casa de no.258. Nesse momento, encosta em perpendicular ao carro de Mário e paralelo a rua, de forma repentina, com luzes apagadas, por meio de uma manobra brusca, o automóvel Ford KA prata, que o estava perseguindo, sem que tivesse desconfiado do que estava prestes a acontecer. O veículo Ford KA prata parou na contra mão da rua Tomé de Souza, junto à calçada do lado esquerdo, muito próximo do Peugeot 307 de Mário Sérgio. Do automóvel Ford Ka prata, saltou pela porta dianteira do lado direito (a do carona), um homem de 1m80 de altura, com uma arma na mão direita, gritando para que Mário Sérgio saísse do carro. “Desce do carro, desce do carro”, gritava o assassino. Ato imediato, segurando a arma do crime, agora com as duas mãos, como se fosse um experiente atirador e executor, o assassino dispara dois tiros. Um desses tiros disparados realiza a trajetória de “fora para dentro do Peugeot 307, da esquerda para a direita, de trás para a frente”, vindo a destroçar o vidro da porta lateral esquerda traseira. Esse projétil penetra no corpo de Mário Sérgio, na “região escapular esquerda, acaba lacerando o lobo superior do pulmão esquerdo, ventrículo esquerdo, e se aloja no interior do saco pericárdico” (tecido fibroso que envolve o coração) do jovem empresário. Gravemente ferido, o empresário Mário Sérgio consegue, inacreditavelmente, engatar uma marcha a ré no seu Peugeot 307, e a seguir acelera o veículo para a frente, percorrendo alguns metros pela rua Tomé de Souza e entrando à esquerda na rua Conde de Porto Alegre, no sentido do centro da cidade de Canoas. O automóvel Ford KA prata, de luzes apagadas, já com o assassino dentro do veículo, sai correndo atrás do Peugeot 307 de Mário Sérgio, fazendo o mesmo percurso, perseguindo-o a uma pequena distância. Os dois carros percorrem duas quadras da rua Conde de Porto Alegre, sentido bairro-centro. Ainda na rua Conde de Porto Alegre, esquina com a rua da Figueira (segunda rua paralela com a rua Tomé de Souza), uma testemunha declarou ter ouvido três disparos de arma de fogo e a seguir novamente mais tiros. Essa mesma testemunha recorda de um barulho de uma colisão de carro. O Peugeot 307 acabou subindo a calçada e colidindo com uma árvore na rua Conde de Porto Alegre, quase esquina com a rua da Figueira. Mário Sérgio dentro do Peugeot 307 estava afivelado ao seu cinto de segurança, desmaiado, sem qualquer reação. Consta que o veículo Ford KA prata, parou junto ao Peugeot 307, e dele desceu o assassino, o qual se aproximou de Mário Sérgio, observou sua vítima por alguns instantes, e então voltou para o carro. A seguir se colocaram em fuga. O veículo Ford KA prata, onde estava o assassino e seu comparsa motorista, desceu a rua Conde de Porto Alegre de ré, com as luzes apagadas, tendo entrado também de ré na rua FAB (Força Aérea Brasileira), uma abaixo da rua da Figueira. Em seguida, engataram marcha a frente pela mesma rua FAB e saíram, duas quadras depois, na avenida Getúlio Vargas que margeia a BR 116 (estrada federal que atravessa a cidade e a corta em duas), sentido para o centro de Canoas. Imediatamente juntaram-se vários moradores em volta do Peugeot 307, cuja atenção foi despertada pelos tiros, pela freada de pneus e pelo barulho da colisão com a árvore. Passaram essas pessoas a serem testemunhas dos fatos ali ocorridos. Uma delas pediu socorro por telefone, chegaram brigada militar, uma ambulância e policiais civis. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo foi transferido nessa ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, e lá declarado morto. Quarenta e nove meses após este assassinato, com todas as características de um crime sob encomenda a um profissional, continua hoje ainda insolúvel, apesar de ter sido investigado pela Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul e pela Polícia Federal.

sergio gabardo 002 ok 300x199 Assassinato do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo completa 49 meses sem solução e bandidos estão ainda impunes. Até quando?O empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário Sergio. Recebo hoje email do Sergio Gabardo. E de alguma forma quero contribuir para que seja feita a justiça. Transcrevo na íntegra o email a seguir.

Nesta quarta-feira. Será um dia comum para qualquer pessoa. Mas não pra mim, porque é mais um dia 29. Data em que a amargura e a saudade bate mais fundo no meu peito. No peito de um Pai que perdeu seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas, aos 20 anos, 2 meses e 20 dias de vida.

Dia em que recordo do descaso com que o assunto foi tratado ao longo desses 49 meses pelas nossas conhecidas autoridades da segurança pública.

Dia de doce lembrança dos bons momentos vividos e das boas lições de vida dadas por meu filho, apesar de jovem.

Dia de recordar das inúmeras vezes em que fui relegado a um plano inferior pelas autoridades da segurança pública. Dia de lembrar dos erros cometidos por esses agentes desde o início dos trabalhos de investigação a respeito da morte brutal e abrupta do meu filho Mário.

Dia de lembrar que precisei bradar aos quatro ventos para que uma dessas autoridades pudesse me receber e ouvir meu desabafo diante de tamanho descaso e da enorme falta de vontade política de elucidarem esse hediondo crime. De nada adiantou minha justa lamentação.

E até hoje continuo, como Pai, sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005. Passaram-se 1.470 dias e não sei quem matou meu filho e, pior, quem foram os mandantes e qual o motivo que tiveram para ceifar uma vida tão linda e com um futuro promissor, como vinha se desenhando.

É doloroso demais para um Pai (e tenho certeza de que como eu, existem outros tantos nesse país a fora) perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos, principalmente dos jovens.

Enquanto essas autoridades mantem tamanho descaso, continuarei minha caminhada em busca de Justiça. Isso é tudo o que desejo: saber o que realmente aconteceu com o meu filho Mário e ver os responsáveis penalizados com o rigorismo da legislação, se é que se pode dizer que há rigorismo penal para quem comete uma atrocidade dessas.

Vou prosseguir meu caminho, nessa missão surda de cobrar o que me é de direito como cidadão comum. Continuarei escrevendo todo o dia 29, enquanto sigo minha luta recordando cada minuto vivido ao lado do meu filho Mário, chorando a cada segundo a sua ausência e lamentando o descaso dessas autoridades que preferem tratar esse assassinato apenas como mais um número na estatística da incompetência.

Sérgio, pai do Mário

Deixe um comentário

A epidemia de violência e insegurança que tomou conta de nossas vidas

Três anos e 11 meses! Este é o tempo que já passou sem que eu, o pai do Mário, tenha recebido qualquer satisfação sobre o que motivou a sua morte ou quem foram os mandantes. Mário, meu então único filho, foi assassinado em 29/09/2005 e o caso foi classificado como “tentativa de roubo de carro”. A perícia foi chamada pela polícia para atender “um carro atingido por arma de fogo”, isto umas 12h após o fato. Alguma coisa vai muito mal na nossa segurança pública.  Uma constatação? O pior, entretanto, é perceber que nestes 3 anos e 11 meses venho lutando para dar um sentido.pelo menos, para a sua morte. Mas, que nada! Tantos outros jovens morreram depois dele e nada, absolutamente nada foi feito. Criei meu filho em meio a dificuldades de toda ordem. Minha determinação era dar-lhe uma formação que me orgulhasse como pai. Fiz isso! Consegui isso! Mas, quando eu me preparava para admirar o resultado de tanta dedicação, eis que o Mário me é arrancado do meu convívio. Os valores que me esforcei tanto para passar-lhe, a distinção entre o que é certo e o que é errado, a crença em Deus, a ser humilde e agir com bom senso em todas as situações da vida estão sendo colocados por terra. Os homens de bem, de repente, parecem terem desaparecidos, como se os valores que eu tanto me esforcei para passar ao meu filho Mário fosse mera ficção. Basta ligar a televisão ou ler alguma reportagem para perceber que a família está fazendo muita falta na formação de nossas crianças. A falta de limites é assustadora. Mas, eis que em poucos anos, estará no poder essa geração que cresceu sem limites. Se estamos vendo isso agora, imaginem o que acontecerá quando os filhos desses que estão aí, “governando”, assumirem o poder. Que moral tem um pai ao ensinar ao filho que roubar é proibido? Para dar um só exemplo, o Estado do Rio Grande do Sul possui uma Governadora que responde uma ação civil por improbidade administrativa junto a Justiça Federal de Santa Maria. Além disso, foi elaborado um pedido formal contra ela solicitando sua saída do governo, tendo em vista a quantidade de indícios apurados pelo Ministério Público Federal. No entanto, nada muda, por mais absurdo que possa parecer o pedido de afastamento da Governadora não foi aceito. Continuamos com uma administração irresponsável , políticos que se preocupam, apenas, em obter benefícios para si e para os seus, ignorando por completo o povo, com quem assumiram compromissos ao serem eleitos. A saúde está em franca decadência, a educação é precária e quanto a segurança nem há o que falar, porque se existe uma coisa da qual os brasileiros não dispõem é de segurança. Estamos diariamente a mercê da criminalidade, absolutamente expostos, nas mãos de marginais que agem livremente, certos da impunidade. O mais preocupante, entretanto, é que costumávamos encontrar esses marginais na rua mas, hoje, os encontramos no poder, servindo de exemplo e auxiliando os pais a educarem os filhos. O que podemos esperar do futuro? Entendo que vergonha já não é mais uma palavra capaz de representar o sentimento do povo brasileiro com relação a essa sequência interminável de escândalos que são noticiados diariamente. Vivemos em um país em que se ouve falar muito mais em maracutaias e corrupção do que em melhorias na segurança ou na saúde. Aliás, há muito tempo nossas autoridades não tomam medidas efetivas em prol da segurança, saúde ou educação. Continuo sendo vítima da falta de segurança e do completo descaso das autoridades, através de atos de vandalismo, e porque não dizer, atos de terrorismo. Não é possível que as autoridades que se dizem competentes continuem ignorando a epidemia de violência e insegurança que tomou conta de nossas vidas. Chega de tanto descaso, precisamos de providências urgentes e eficazes para acabar de vez com essa situação. Sérgio, PAI do Mário

Deixe um comentário

Terroristas incendiários colocam em prejuízo os consumidores de veículos novos no Brasil

fotos atentado posto vila 002 300x225 Terroristas incendiários colocam em prejuízo os consumidores de veículos novos no BrasilOs consumidores brasileiros estão submetidos ao terrorismo, inclusive com braços internacionais agindo no País, no setor de transporte de veículos novos, o chamado transporte por caminhões “cegonheiros”. Em 26 de fevereiro de 2009, o portal “Cartel Brasileiro” publicou matéria inédita, que já apontava para atos terroristas sendo praticados no Brasil. A estratégia dos terroristas é procurar manter o controle sobre o mercado nacional de transporte de veículos novos. Para isso, não vacilam em pressionar poderosamente as indústrias montadoras de veículos. E impõem seus preços para o transporte de veículos novos, causando um grande prejuízo aos consumidores nacionais, que se tornam reféns dos mesmos, pagando sobrepreços altos e desnecessários no preço de cada carro, ônibus, caminhão transportado no Brasil. A prática mais ostensiva destes terroristas, desde o ano passado, é tocar fogo nas carretas de alguns transportadores cegonheiros, quando os mesmos estão trafegando em estradas pelo território nacional. Mas, esses terroristas, na busca de ganhos anuais de bilhões de dólares dos consumidores nacionais, têm uma especial predileção para realizar os seus atentados em trechos de estradas federais localizados no território do Estado de Minas Gerais. Este Estado, como se sabe, é um dos mais corruptos do País. Não por acaso o Mensalão nasceu em Minas Gerais, para beneficiar um ex-governador mineiro, para o qual trabalhou o publicitário mineiro Marcos Valério. Depois, com a ascensão de Lula e do PT ao poder federal, Marcos Valério passou a trabalhar para os petistas. fotos atentado posto vila 009 225x300 Terroristas incendiários colocam em prejuízo os consumidores de veículos novos no BrasilOs atos terroristas também procuram causar prejuízo para algumas empresas cegonheiras. E, quando fazem isso, estão prejudicando diretamente os consumidores. Pelo que foi possível verificar até hoje pela ação dos terroristas, é possível até mesmo para um leigo concluir que não se trata de iniciativa de simples bandidos desarticulados. Ao contrário, é ação de quadrilha organizada, que tem provavelmente um poderoso mandante. Os terroristas agem de maneira sorrateira, atacando em dupla, durante o turno da noite, quando o caminhão cegonha está estacionado e o motorista se encontra descansando, no sono. Nos primeiros dias de março, duas carretas cegonheiras foram incendiadas criminosamente. Agora outro caso de incêndio criminoso. Os automóveis novos que estavam sendo transportados nessas “cegonhas” foram todos consumidos pelo fogo criminoso. O grupo Decibra está investigando os rastros deixados pelos terroristas incendiários. Essa empresa de investigação empresarial disponibilizou todo o seu corpo de agentes na busca desses criminosos. Nada se sabe de suas investigações privadas. O Ministério Público Federal está agindo, assim como a área de inteligência dos organismos de segurança pública. Mas, até agora, peremptoriamente, a Polícia Federal ainda não encontrou pistas dos terroristas, embora quase a totalidade da torcida do Flamengo, no estádio do Maracanã, saiba quem são os mandantes. fotos atentado posto vila 010 Terroristas incendiários colocam em prejuízo os consumidores de veículos novos no BrasilO portal “Cartel Brasileiro” está acompanhando o caso inédito no Brasil da participação de terroristas no mercado de transporte de veículos novos. E desde já deixa uma pergunta: como é possível que um órgão como o CADE, do Ministério da Justiça, não faça uma exaustiva investigação, ao fim da qual, além de desmontar o cartel, ainda prestaria um grande favor aos consumidores brasileiros, ao baixar os preços dos veículos? A Polícia Federal e o Ministério Público Federal já têm os nomes de alguns desses terroristas que há meses tocam fogo em caminhões cegonheiros carregados de veículos novos. O que falta é uma ação conclusiva.

Deixe um comentário

Assassinato do jovem empresário Mário Gabardo completa 3 anos e 10 meses sem solução e os bandidos estão ainda impunes

mario foto final Assassinato do jovem empresário Mário Gabardo completa 3 anos e 10 meses sem solução e os bandidos estão ainda impunesVamos lembrar as autoridades de segurança pública do Rio Grande do Sul que hoje é mais um dia 29. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, não tinha motivo para desconfiar que vivia suas últimas horas, ao entardecer do dia 29 de setembro de 2005, quando saiu da empresa em que era sócio com seu pai, a Transportadora Gabardo Ltda, por volta das 18h30. Mário Sérgio saiu dali e se dirigiu para a PUC, localizada na Avenida Ipiranga, onde deveria prestar prova no curso de Direito. Ele estava cursando o 8º. semestre. Concluída a prova, o jovem diretor de frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo dirigiu-se para a cidade de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre, colada a capital gaúcha, onde morava. Mário Sérgio tinha por hábito, nas noites de quinta-feiras, realizar um churrasco com amigos, em uma casa particular na rua Tomé de Souza no.258, em Canoas, sempre que sua agenda lhe permitia. Na noite de 29 de setembro de 2005, por volta das 20h50m, o jovem empresário Mário Sérgio, já havia deixado o seu automóvel Peugeot 307, cor cinza, automático, ano 2005, placas IXX 0307, no estacionamento do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Nesse momento Mário falava ao telefone celular com o Anderson, um amigo pessoal. Mário disse a Anderson que estava no supermercado e que fazia as compras para o churrasco daquela quinta-feira. Conforme a nota fiscal da Companhia Zaffari Comércio e Indústria, encontrada posteriormente entre seus pertences no carro Peugeot 307, Mário Sérgio passou pelo caixa do supermercado às 21h18m. A nota fiscal discrimina as suas compras: coxa de frango, costela bovina, costela de ovino, lingüiça toscana, pão, alho, carvão, cerveja e refrigerantes. A atendente de nome Tatiane realizou a operação de registro dessas compras, encerrando exatamente às 21h20m. Mário Sérgio gastou apenas dois minutos para passar as suas compras no caixa do supermercado e realizar o pagamento no valor de R$ 66,77. Depois ele se desloca para o estacionamento do shopping. Descarrega as compras do carrinho do supermercado e as coloca no porta-malas de seu automóvel Peugeot 307. Mário Sérgio ficou entre 20h50 e 21h30 na área do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Ele estava a poucos minutos de sua morte.

A seguir o empresário Mário Sérgio tomou o rumo da casa do amigo, que mora na rua Tomé de Souza, no bairro Niterói, onde seria realizado o churrasco. A distância percorrida entre o Shopping Bourbon Zaffari Canoas e a casa de número 258 da rua Tomé de Souza, possui em linha reta, não mais do que dois quilômetros. Mário Sérgio, como morador de Canoas sabia que a cidade era dividida pela BR 116. Com toda a certeza escolheu um caminho seguro entre os dois pontos (shopping e o local do churrasco) para trafegar com seu Peugeot 307 naquele horário da noite. Do shopping chegou à rua Humaitá e a seguir ingressou na rua Venâncio Aires, percorrendo-a no sentido centro-bairro. Pela rua Venâncio Aires, o empresário Mário Sérgio, em seu automóvel Peugeot 307, passou por cinco quadras até alcançar a esquina da rua Tomé de Souza. Mário quase na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza, exatamente às 21h37m38,  faz uma ligação de seu telefone celular para o aparelho celular de seu amigo Anderson que está no local da confraternização. A ligação durou 30 segundos, tempo suficiente para que o amigo Anderson soubesse de que ele estava nas imediações da casa de no. 258 da rua Tomé de Souza e que fosse aberto o portão da garagem de acesso ao interior do imóvel, onde ingressaria com seu carro (como sempre fazia rotineiramente nas quinta-feiras a noite).  O Peugeot 307 parou na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza. O empresário Mário Sérgio deu o sinal de que ingressaria com seu carro a sua esquerda, na rua Tomé de Souza. Rua Venâncio Aires esquina Tomé de Souza e o restaurante Galeteria Piatto BelloAo realizar a manobra com o Peugeot 307, dobrando a esquerda na Tomé de Souza, Mário Sérgio cumprimentou o manobrista da Galeteria Piatto Bello, que estava postado a frente dos veículos estacionados na área do restaurante. Esse lhe retribuiu com um aceno de mão. O funcionário da Piatto Bello viu o Peugeot 307 de Mário dobrar na rua Tomé de Souza. Também viu que atrás do Peugeot 307 vinha um automóvel Ford KA, cor prata, o qual realizou a mesma manobra. Até essa altura, Mário Sérgio não dava indicativo de se sentir ameaçado ou perseguido, tanto que acenou para o manobrista do restaurante Piatto Bello. Mário estava a poucos metros da casa particular onde se realizaria a confraternização habitual com seu grupo de amigos. Mário Sérgio, dirigindo o seu Peugeot 307 trafega mais alguns metros na rua Tomé de Souza, não mais de 30 metros, e vira o carro para a esquerda, após uma árvore, embicando-o em direção ao portão da casa de número 258, para ingressar na área interna do imóvel, onde se encontraria com os amigos para o churrasco semanal habitual. Dentro de seu carro, Mário aguardou por algumas frações de segundos para que fosse aberto o portão da casa de no.258. Nesse momento, encosta em perpendicular ao carro de Mário e paralelo a rua, de forma repentina, com luzes apagadas, por meio de uma manobra brusca, o automóvel Ford KA prata, que o estava perseguindo, sem que tivesse desconfiado do que estava prestes a acontecer. O veículo Ford KA prata parou na contra mão da rua Tomé de Souza, junto à calçada do lado esquerdo, muito próximo do Peugeot 307 de Mário Sérgio. Do automóvel Ford Ka prata, saltou pela porta dianteira do lado direito (a do carona), um homem de 1m80 de altura, com uma arma na mão direita, gritando para que Mário Sérgio saísse do carro. “Desce do carro, desce do carro”, gritava o assassino. Ato imediato, segurando a arma do crime, agora com as duas mãos, como se fosse um experiente atirador e executor, o assassino dispara dois tiros. Um desses tiros disparados realiza a trajetória de “fora para dentro do Peugeot 307, da esquerda para a direita, de trás para a frente”, vindo a destroçar o vidro da porta lateral esquerda traseira. Esse projétil penetra no corpo de Mário Sérgio, na “região escapular esquerda, acaba lacerando o lobo superior do pulmão esquerdo, ventrículo esquerdo, e se aloja no interior do saco pericárdico” (tecido fibroso que envolve o coração) do jovem empresário. Gravemente ferido, o empresário Mário Sérgio consegue, inacreditavelmente, engatar uma marcha a ré no seu Peugeot 307 (automático), e a seguir acelera o veículo para a frente, percorrendo alguns metros pela rua Tomé de Souza e entrando à esquerda na rua Conde de Porto Alegre, no sentido do centro da cidade de Canoas. O automóvel Ford KA prata, de luzes apagadas, já com o assassino dentro do veículo, sai correndo atrás do Peugeot 307 de Mário Sérgio, fazendo o mesmo percurso, perseguindo-o a uma pequena distância. Os dois carros percorrem duas quadras da rua Conde de Porto Alegre, sentido bairro-centro. Ainda na rua Conde de Porto Alegre, esquina com a rua da Figueira (segunda rua paralela com a rua Tomé de Souza), uma testemunha declarou ter ouvido três disparos de arma de fogo e a seguir novamente mais tiros. Essa mesma testemunha recorda de um barulho de uma colisão de carro. O Peugeot 307 acabou subindo a calçada e colidindo com uma árvore na rua Conde de Porto Alegre, quase esquina com a rua da Figueira. Mário Sérgio dentro do Peugeot 307 estava afivelado ao seu cinto de segurança, desmaiado, sem qualquer reação. Consta que o veículo Ford KA prata, parou junto ao Peugeot 307, e dele desceu o assassino, o qual se aproximou de Mário Sérgio, observou sua vítima por alguns instantes, e então voltou para o carro. A seguir se colocaram em fuga. O veículo Ford KA prata, onde estava o assassino e seu comparsa motorista, desceu a rua Conde de Porto Alegre de ré, com as luzes apagadas, tendo entrado também de ré na rua FAB (Força Aérea Brasileira), uma abaixo da rua da Figueira. Em seguida, engataram marcha a frente pela mesma rua FAB e saíram, duas quadras depois, na avenida Getúlio Vargas que margeia a BR 116 (estrada federal que atravessa a cidade e a corta em duas), sentido para o centro de Canoas. Imediatamente juntaram-se vários moradores em volta do Peugeot 307, cuja atenção foi despertada pelos tiros, pela freada de pneus e pelo barulho da colisão com a árvore. Passaram essas pessoas a serem testemunhas dos fatos ali ocorridos. Uma delas pediu socorro por telefone, chegaram brigada militar, uma ambulância e policiais civis. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo foi transferido nessa ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, e lá declarado morto. Hoje, quase quatro anos após este assassinato, com todas as características de um crime sob encomenda a profissionais, continua hoje ainda insolúvel.

1 Comentário

Governo dos EUA quer vender ações da Chrysler e GM

O governo norte-americano pretende vender as suas ações das empresas General Motors e Chrysler. “O mais depressa possível”, afirmaram os conselheiros da administração Obama para o setor. “Estamos muito ansiosos por nos desfazermos (das ações) o mais depressa possível”, disse Ron Bloom, referindo-se aos títulos da General Motors e Chrysler, acrescentando que “na GM, o objetivo é fazer uma oferta pública em 2010″. Bloom disse ainda que o governo não vai vender todas as suas ações através de ofertas públicas de aquisição (OPA), uma vez que poderá ter mais receitas depois da OPA, porque os títulos das empresas podem subir. O governo federal dos Estados Unidos detém 61% da General Motors e oito por cento da Chrysler. As duas companhias automóveis receberam no conjunto 65 mil milhões de dólares (45 mil milhões de euros) em apoios governamentais.

Deixe um comentário

GM tem dois candidatos para comprar a Opel

Desde que decretou concordata e apresentou seu plano de reestruturação ao governo norte-americano, a GM se comprometeu a vender parte das ações da Opel a um grupo independente. A negociação, no entando, já possuiu diversos possíveis compradores, entre eles a Fiat, mas ainda não foi concluída. Atualmente, existem dois interessados: um com a preferência do governo alemão e outro com a “simpatia” da GM. A Magna Internacional está disponibilizando pela Opel a quantia de 350 milhões de euros (cerca de R$ 1 bilhão), além de outros 150 milhões de euros (aproximadamente R$ 405 bilhões) a serem disponibilizados futuramente. O governo alemão já mostrou preferência para que a venda das ações seja para a Magna, enquanto a Chevrolet, no momento, prioriza o grupo belga RHJ Internacional. Caso o governo da Alemanha e a GM não entrem em um acordo de qual empresa irá adquirir as ações, ficará a cargo da Opel escolher quem será o futuro dono de seus 35%.

Deixe um comentário

Toyota segue líder em vendas mundiais

As vendas globais da Toyota caíram 26% no primeiro semestre deste ano, devido à menor demanda por causa da crise. Mesmo assim, a empresa japonesa manteve a liderança mundial do setor: entre janeiro e junho, vendeu 3,56 milhões de veículos, batendo a GM por 10 mil unidades.

Deixe um comentário

Rodoanel tem cobrança questionada pela Justiça de São Paulo

Uma decisão judicial suspendeu a cobrança de pedágio no Rodoanel Mário Covas, trecho Oeste, em São Paulo. Apesar disso, o pedágio continua. Isso porque a sentença, do juiz Rômolo Russo Junior, da 5ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, é de primeira instância. E, segundo a Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo), uma decisão de um desembargador (segunda instância), publicada em janeiro deste ano, determinou que a cobrança do pedágio será legal até que o caso seja julgado em última instância. Assim, a CCR, concessionária da obra, publicou nota ontem informando que vai continuar cobrando normalmente as tarifas até que a Justiça ofereça uma decisão definitiva sobre a questão. Para o juiz que proibiu a cobrança, o ato infringe um artigo da lei estadual 2.481/53, que veta a cobrança de pedágio em distâncias inferiores a 35 quilômetros da praça da Sé. A sentença exige ainda que o Estado e as empresas envolvidas devolvam o dinheiro arrecadado durante todo o período em que foi cobrada a tarifa julgada ilegal. O pedágio, hoje em R$ 1,30, existe desde dezembro do ano passado. Até que todos os recursos sejam julgados definitivamente, porém, tudo continua como antes. Em janeiro, o mesmo juiz tinha decidido pela suspensão da cobrança, mas a decisão foi derrubada em menos de 24 horas.

Deixe um comentário

Codefat aprova linha de R$ 200 milhões para taxistas renovarem frota

O Codefat (Conselho Deliberativo do FAT) aprovou na reunião desta terça-feira a criação de uma linha de crédito para taxistas comprarem carros novos. Ao todo, serão liberados R$ 200 milhões, e as condições incluem prazo de cinco anos para o pagamento. O teto de cada financiamento será de R$ 60 mil, com até 90% do valor do carro podendo ser concedido. Os juros anuais serão compostos pela TJLP (hoje em 6% ao ano) mais 4%. A linha será operada pelo Banco do Brasil e, possivelmente, também pela Caixa Econômica Federal. Os recursos para a linha de crédito virão do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

Deixe um comentário