cegonha 1 300x225 Segurança Pública do Espírito Santo deve se manifestar sobre ato terrorista cometido durante uma baderna em CariacicaEm dezembro de 2008 um grupo de baderneiros promoveu no município de Cariacica, no Espírito Santo, um crime que ainda não foi explicado pelas autoridades de segurança pública. Um pequeno grupo de autônomos de posse de carretas, promoveu uma “manifestação” impedindo que empresas privadas trabalhassem regularmente. Na oportunidade o dito “protesto” desse grupo de baderneiros não passou de um ato criminoso. Não se pode concordar com que esses “movimentos” se alastrem pelo Brasil afora, de norte a sul do país, explodindo caminhões cegonhas, como estratégia para reivindicar mais vagas. Isso por si só já deveria ter sido investigado pelas autoridades de segurança pública e melhor explicado. Há muito tempo que o setor de transporte de veículos é investigado pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, por formação de cartel. É muito estranho que um grupo de autônomos se reúna, em uma área frontal a duas empresas privadas do setor de transporte de veículos no Espírito Santo, para “reinvindicar” por mais trabalho e coloquem fogo em um caminhão cegonha. Mais estranho ainda é que essa “união” de bardeneiros tenha contribuído para a explosão de um caminhão cegonha. É importante lembrar que na data de 02/12, um grupo de baderneiros incendiou uma carreta que trabalha junto ao Armazém Alfadengário Terca, localizado no km 281 da BR 101, no bairro Porto Engenho, no município de Cariacica (ES). Tudo iniciou quando o grupo de bardeneiros, de menos de 30 pessoas, bloqueou o acesso ao Armazém Alfadengário Terca, impedindo que caminhões cegonha de empresas privadas trafegassem no local. Em uma operação organizada, criminosa, os alvos desse grupo de baderneiros visava atingir diretamente as empresas transportadoras TranSilva Log e TransGabardo. Essas empresas possuem contratos firmados com as fabricantes de veículos. O contrato é cumprido a partir da operação de descarga de veículos de navios que atracam no porto. As empresas TranSilva e TransGabardo transportam os veículos em carretas cegonha, que tem por destinos as lojas revendedoras no Brasil. Isso tudo envolve dinheiro. Alguém organizou o “movimento” que culminou com a explosão da carreta cegonha. Não é possível que se “ponha” fogo em um patrimônio privado e fique por ai, sem que ninguém seja punido e os prejuízos ressarcidos.