A General Motors (GM) não descarta a chance de recorrer à lei de falências dos EUA, embora tenha manifestado que sua preferência é completar a reestruturação “fora de um tribunal”. A Casa Branca pediu à montadora que apresente um plano de reorganização mais agressivo em um prazo de 60 dias para justificar novo aporte de recursos dos contribuintes na empresa. “A GM tomará os passos necessários para uma reestruturação bem sucedida, que pode incluir um processo supervisionado por um tribunal”, admitiu a montadora em nota, após pressão do governo americano por um plano viável de reestruturação. O presidente americano Barack Obama notou que se a GM não mostrar medidas exequíveis para voltar à lucratividade, ela talvez pudesse se valer do processo de falência “como mecanismo para ajudar a reorganizá-la rapidamente e emergir mais forte”. Por meio de comunicado lido na Casa Branca, o dirigente dos Estados Unidos expressou que ele está “absolutamente comprometido” com a sobrevivência da indústria automobilística dos EUA, para que ela possa competir em nível internacional, mas ponderou que o setor não está se movendo na direção correta de maneira rápida o suficiente. Ontem, a Casa Branca pediu a saída do presidente da GM, Rick Wagoner.