O caso Mário Gabardo – Crônica de um assassinato ainda sem solução – Capítulo 6 – Polícia fica sem pistas do veículo utilizado pelos assassinos
O Livro: O caso Mário Gabardo – Crônica de um assassinato ainda sem solução
Capítulo 1 O Crime
Capítulo 2 Registro da ocorrência do crime
Capítulo 3 Pai do Mário recebe a notícia e dá o seu depoimento
Capítulo 4 Depoimentos de testemunhas
Capítulo 5 Polícia procura pelo veículo dos assassinos
Capítulo 6 Polícia fica sem pistas do veículo utilizado pelos assassinos
No capítulo 5 se teve conhecimento de que a Polícia Civil, após a investigação do automóvel Ford KA, cor prata, de placa IMM-9933, acabou descartando-o do envolvimento no assassinato do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo. Em 08 de novembro de 2005, uma denúncia anônima, via telefone, indicou o automóvel Ford KA, cor prata, placa IGX-9056, como que se estivesse envolvido no assassinato de Mário Sérgio Gabardo. A partir da denúncia anônima a 2ª. Delegacia de Polícia Civil de Canoas passou a investigar esse segundo veículo. O automóvel Ford KA, cor prata, placa IGX-9056, pertencia a época a senhora Noeli Lourenço, moradora na cidade de Canoas. A Polícia Civil conseguiu apurar que o filho da proprietária do Ford KA cor prata, placa IGX-9056, e um amigo, foram flagrados, na via pública municipal, no interior de um outro veículo, portando dois revólveres. Isso por si só sinalizava para a delegada Kátia Rheinheimer de que deveria proceder na “busca e apreensão” do veículo e de armas de fogo nas residências dessas pessoas. Assim, em 10 de novembro de 2005, a delegada Kátia Rheinheimer, encaminhou o ofício no. 2280/2005 ao Juiz de Direito, plantonista no Fórum de Canoas, requerendo um Mandado de Busca e Apreensão para as residências das pessoas citadas, a fim de que fossem apreendidos um veículo Ford KA, placas IGX-9056 e armas de fogo. O Poder Judiciário, por meio do Juiz de Direito em substituição eventual, Fábio Koff Junior, despacha, determinando, conforme Protocolo no. 710/28 referente ao ofício 2280/2005 que fossem expedidos os respectivos mandados de busca e apreensão, exclusivamente para armas de fogo, para serem cumpridos no horário das 7h às 19h. O cumprimento ao mandado judicial foi realizado pelo inspetor de polícia Valdir Capellari da Silva, sem que tivesse encontrado qualquer arma de fogo nos endereços que constavam no mandado judicial. A Polícia Civil acabou intimando a proprietária do veículo Ford KA, placas IGX-9056, para prestar declarações na 2ª. Delegacia em Canoas. Noeli Lourenço compareceu e firmou termo de declarações em 22 de novembro de 2005. Junto a pessoa de Noeli Lourenço compareceu o seu filho Luciano Lourenço Machado. Em nada as suas declarações contribuíram para a elucidação do assassinato do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo. Conforme o processo criminal, o segundo veículo, o Ford KA cor prata, placa IGX-9056, foi submetido ao reconhecimento pelas testemunhas Anderson Rafael Walker, Sérgio Natalício Carvalho e Valter Leandro dos Santos Elsner, que não reconheceram ser esse veículo como sendo o Ford KA usado na noite do assassinato de Mário Sergio Gabardo. A Polícia Civil está agora sem qualquer pista para a identificação do veículo dos assassinos.
comentou em 14/08/2009 as 20:27
ola seu mario sinto muito pelo acontecido com seu filho. moro em luziania desculpe-me por ter lido a reportagem. e que meu marido trabalha com voçes na gabardo e sempre eu etro na internet para ver e ler sobre tudo.eu e minha familia estamos no mesmo barco que o sr.desculpe-me pela expressao meu irmao foi assasinado no dia 23/12/2008 com 44 anos de vida e ate hoje nao sabemos de nada sei que nossa dor e bem parecida mais agente nunca se cansa de correr atras de saber quem fez isso com nossos entes queridos desde de ja lhe desejo forças e saude para que o sr. possa vim ter grandes realizaçeos. um abraço……………