PF não sabe se libanês preso em São Paulo é da Al-Qaeda, diz Tarso
O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse nesta quarta-feira que a Polícia Federal ainda não pode confirmar se o libanês K. tem ligação com terroristas da Al-Qaeda. Segundo Tarso, a operação da PF que prendeu o comerciante em São Paulo investiga crimes na internet. O libanês foi detido pela suspeita de divulgar mensagem racista pela rede. “Não se trata de descartar ou não se é terrorista. A PF não pode descartar o que não investigou. Em se tratando desse inquérito, posso apenas avaliar o crime que estava sendo investigado neste caso”, disse o ministro. Tarso Genro disse que o governo está preparado para agir em possíveis atos de terrorismo e não há necessidade de reforçar os mecanismos de combates. Segundo o ministro da Justiça, a prisão de 21 dias do comerciante libanês foi determinada pela Justiça e não pelo governo. O MPF informou que a prisão ocorreu depois que a polícia brasileira recebeu informações do FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, sobre grupo na internet que divulga mensagens antiamericanas em idioma árabe, sendo que algumas foram enviadas do Brasil.
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