Artigos da Categoria ‘Economia’

Lucro da TAM cresce 26% para R$ 54,4 milhões

A companhia aérea TAM registrou lucro líquido de R$ 54,4 milhões no primeiro trimestre de 2009. O resultado representa um avanço de 26,2% em relação aos R$ 43,1 milhões reportados um ano antes. Os resultados foram apresentados em modelo BR GAAP.  A receita operacional líquida totalizou R$ 2,6 bilhões, o que também representou um crescimento de 16,7% diante dos R$ 2,2 bilhões alcançados entre janeiro e março de 2008. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) subiu 94% de um trimestre para outro, passando de R$ 154,5 milhões para R$ 299,1 milhões.

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Oito estados brasileiros registram aumento de produção

Os índices regionais da produção industrial ajustados sazonalmente mostraram crescimento em oito das 14 regiões sondadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de fevereiro para março, segundo a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Regional divulgada hoje. O destaque ficou por conta de Rio de Janeiro (5,4%), Pernambuco (5,1%) e Minas Gerais (3,4%). Pará e Ceará (ambos com 1,5%) e São Paulo (1,0%) completam o conjunto de locais com taxas acima da média nacional (0,7%). Santa Catarina (0,3%), Nordeste (0,1%), Amazonas e Bahia (ambos com 0,0%) praticamente repetiram o patamar do mês anterior. Porém, houve queda na produção de Espírito Santo (-4,2%), Paraná (-2,3%), Goiás (-1,1%) e Rio Grande do Sul (-0,9%). Em relação a março de 2008, a produção ficou menor em 13 das 14 regiões. Paraná, com expansão de 4,1%, foi o único local que apontou crescimento, impulsionada pelo desempenho do setor de edição e impressão. Todos os locais mostraram recuo no primeiro trimestre de 2009 frente ao mesmo período de 2008. Tiveram perdas mais acentuadas que a média nacional (-14,7%) o Espírito Santo (-31,6%), Minas Gerais (-24,4%), Amazonas (-19,4), Rio Grande do Sul (-16,9%) e São Paulo (-15,1%).

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Exploração do pré-sal inicia nova era da história do petróleo brasileiro, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (04/05) que o início da exploração da camada pré-sal representa “uma nova era” na história do petróleo brasileiro, ao comentar sua visita à Bacia de Tupi, no Rio de Janeiro. No programa semanal Café com o Presidente, ele lembrou que não se sabe ainda a quantidade de petróleo disponível em toda a área do pré-sal. Mas, o governo pretende fazer testes pelos próximos 15 meses e apenas depois desse período o petróleo será explorado com fins comerciais. Ele citou ainda a necessidade de regulamentação da Lei do Petróleo. Lula ressaltou que o país vai continuar a investir em biocombustíveis mesmo com a exploração da camada pré-sal, uma vez que é preciso renovar a matriz energética. Parte dos 400 milhões de hectares disponíveis para a agricultura, segundo o presidente, pode ser usada para o plantio de mamona, dendê, pinhão manso e girassol – alternativas para uma nova matriz energética. “Acho extremamente importante a gente ter consciência de que, quanto mais petróleo, melhor, mas isso não significa que a gente vai deixar de investir no biodiesel e no etanol, porque são duas fontes energéticas extraordinárias para despoluir o planeta e para que a gente possa gerar milhões de empregos no país.”

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Lucro do Bradesco cai 9,6%, para R$ 1,723

O Bradesco anunciou nesta segunda-feira (04/05) ter obtido lucro líquido de R$ 1,723 bilhão no primeiro trimestre de 2009, uma queda de 9,6% em relação ao resultado obtido no 1º trimestre do ano anterior, quando ficou em R$ 1,907 bilhão. De acordo com o banco, desse volume R$ 1,073 bilhão é proveniente das atividades financeiras, enquanto R$ 650 milhões foram gerados pelas atividades do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência. A carteira de crédito do segundo maior banco privado do Brasil, porém, avançou 26,5% no período, para R$ 214,291 bilhões. Os ativos totais do banco no fim de março somavam R$ 482,141 bilhões, crescimento de 35,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2008. Na comparação com o último trimestre de 2008, o lucro do Bradesco ficou maior. De outubro a dezembro do ano passado, o lucro líquido do banco somou R$ 1,605 bilhão.

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Feirões de automóveis já respondem por 25% das vendas

Os feirões de fábrica, ação antes usada para desovar estoques, foram incorporados à rotina das montadoras e nesta segunda-feira (04/05) já respondem por cerca de 25% das vendas de carros novos no País. Quem apostava que o apelo estava esgotado não contava com a tradicional mania do brasileiro de sempre ‘tirar vantagem’. Nos feirões, a ordem é fazer volume de vendas e os próprios organizadores admitem que ‘quem chora’ consegue um bom negócio. Aém dos feirões de fábrica e de concessionárias, as montadoras alugam amplas áreas para os eventos, como estacionamentos de shopping center e até de clube de futebol. Especializada no varejo de carros e na realização de feirões calcula que mais de 160 mil veículos foram adquiridos em feirões no primeiro trimestre deste ano, o equivalente a 25% das vendas totais de modelos novos. No ano passado, essa participação não chegava a 10%.

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Membros da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados querem investigar possível cartel no setor de defensivos

Depois da decisão da Secretaria de Direito Econômico (SDE) de investigar denúncias de formação de cartel pelas empresas de fertilizante, os defensivos agrícolas são o alvo. Segundo a Comissão de Agricultura da Câmara, os altos preços desses produtos podem indicar concentração no mercado. Os deputados federais da Comissão de Agricultura não conseguem entender porque os preços dos defensivos agrícolas são tão caros no Brasil. Para o cultivo de 90 milhões de hectares, os produtores rurais gastam por ano quase US$ 7 bilhões. O valor equivale ao gasto dos Estados Unidos, que produzem em uma área três vezes maior do que a brasileira. Os deputados membros da comissão desconfiam de formação de cartel. Na semana passada, a Secretaria de Direito Econômico, ligada ao Ministério da Justiça, abriu processo administrativo para investigar suspeita de formação de cartel que envolve três empresas de fertilizantes. Os deputados vão pedir na reunião da próxima quarta-feira a ampliação das investigações também para os defensivos agrícolas. Caso comprovadas as denúncias, os parlamentares esperam que a SDE puna as empresas que se beneficiam da prática desleal. Com a diminuição dos custos de produção, agricultores e consumidores sairiam ganhando.

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Secretaria de Direito Econômico investiga empresas suspeitas de fraudar licitações em dragagem de portos

Responsável por investigar eventuais infrações que limitem ou prejudiquem a livre concorrência no Brasil, a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça instaurou na última quinta (23/04) um processo administrativo para apurar o comportamento de 15 empresas suspeitas de fraudar licitações realizadas pela Secretaria Especial de Portos para executar, pelo menor preço, obras do Programa Nacional de Dragagem Portuária e Hidroviária, incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A denúncia foi feita pela Secretaria Especial de Portos no início do mês. Em nota, a SDE diz ter identificado indícios de que as empresas estariam se unindo para direcionar o resultado das licitações ao comparar as informações apresentadas pela Secretaria de Portos com as relativas à atuação de cartéis que agiriam em outras partes do mundo. Ainda de acordo com a nota, foram encontrados indícios de que as empresas se uniram para fraudar as licitações feitas para contratar serviços de dragagem para os portos de Santos (SP) e Rio Grande (RS). Chamaram a atenção dos técnicos da SDE a frequência e as razões porque algumas empresas desistiram dos processos licitatórios e as inabilitações por motivos considerados banais, o que, segundo a SDE, indicaria a intenção da própria empresa de ser desclassificada. Diz a SDE que, nas licitações de Santos e Rio Grande, uma única empresa apresentou proposta com valor abaixo do estimado para a contratação, sendo a única, portanto, com condição de vencer a seleção. Ainda segundo a nota, a diferença a menos entre o valor apresentado e o valor estimado para a contratação era ínfimo, ao passo que, na primeira licitação do programa, relativa ao Porto de Recife (PE), o desconto ultrapassou 15%. O valor estimado de cada uma das licitações é de aproximadamente R$ 200 milhões. O programa nacional abrange 16 portos, com investimentos previstos em torno de R$ 1,5 bilhão. O objetivo é aprofundar as vias de acesso aos principais portos brasileiros para que eles tenham condições de receber navios de maior calado. As empresas investigadas são: Bandeirantes Dragagem e Construção Ltda; CHEC Dredging Co. Ltd. (China); Dragabras Serviços de Dragagem Ltda; DEME – Dredging, Environmental and Marine Engineering N.V. (Bélgica); Dratec Engenharia Ltda; DTA Engenharia Ltda; EIT – Empresa Industrial Técnica SA; Enterpa Engenharia Ltda; Equipav SA; Jan De Nul do Brasil Dragagem e Engenharia Ltda; Sofidra S.A. (Luxemburgo); Odebrecht Serviços de Engenharia e Construção S/A; Somar Serviços de Operações Marítimas Ltda; Van Oord Dragagens do Brasil Ltda; Van Oord Dredging and Marine Contractors B.V. (Holanda). A SDE diz já ter notificado as empresas, que têm 15 dias para apresentar suas defesas. A SDE acompanhará as futuras licitações no setor para verificar se há outros indícios de cartel. Os próximos portos a serem contemplados no Programa Nacional de Dragagem Portuária e Hidroviária são o de Fortaleza (CE); Suape (PE); Itaguai (RJ); São Francisco do Sul (SC); Aratu (BA); Salvador (BA); Natal (RN); do Rio de Janeiro (RJ); de Paranaguá (PR); Cabedelo (PB); Vitória (ES); Imbituba (SC); Angra dos Reis (RJ) e Itajaí (SC).

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GM oferece controle ao governo dos Estados Unidos em troca de mais US$ 11,6 bilhões

O governo norte-americano poderia assumir o controle da fabricante de veículos GM (General Motors) em troca de oferecer outros US$ 11,6 bilhões em ajuda à montadora, segundo o plano da empresa para acelerar seu plano de reestruturação, que envolve ainda a extinção da marca Pontiac, o corte de 21 mil empregos e o fechamento de 13 unidades nos Estados Unidos até o final de 2010. Esses US$ 11,6 bilhões, segundo a proposta da GM, se somariam aos US$ 15,4 bilhões que a GM já recebeu em ajuda do governo (na última quarta-feira, o Departamento do Tesouro liberou para a GM mais US$ 2 bilhões para manter sua produção e financiar seu capital de giro; a empresa já havia conseguido US$ 13,4 bilhões no ano passado para não falir). Neste ano, a GM pediu ao governo do presidente Barack Obama outros US$ 16,6 bilhões em empréstimos. A montadora também anunciou um plano de troca de US$ 27 bilhões de dívida não assegurada por ações: a empresa quer oferecer 225 ações para cada US$ 1.000,00 em dívidas de seus credores. Com a troca, e a conversão de sua dívida com o Departamento do Tesouro e com um fundo de funcionários aposentados do UAW (United Auto Workers, principal sindicato do setor automobilístico nos Estados Unidos), a GM poderia reduzir sua dívida em US$ 44 bilhões. Dessa forma, o Tesouro ficaria com o controle de mais da metade da GM. O presidente da GM, Fritz Henderson, disse que a montadora continuará a ser “uma companhia global, mas sua natureza vai mudar”, quando sua reestruturação tiver sido concluída. A GM vai se concentrar na manutenção de quatro marcas (Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC).

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Petrobras queima gás e perde R$ 5 milhões ao dia

A freada na economia causou, em fevereiro, desperdício de 8,1 milhões de metros cúbicos de gás por dia, queimados nas plataformas marítimas da Petrobras, sobretudo na bacia de Campos. O volume corresponde a pouco menos do consumo do Estado do Rio de Janeiro, o segundo maior do País. Em valores, a perda em fevereiro atingiu R$ 5 milhões ao dia, com base no preço de R$ 0,62 por metro cúbico. O desperdício ocorre porque a Petrobras produz a maior parte do gás associada à extração de petróleo. Se fechar os poços, a empresa interrompe também a produção de óleo, mais rentável. A saída é queimar o gás na plataforma ou usá-lo em suas próprias operações. Na média dos dois primeiros meses deste ano, a queima de gás cresceu 29% e chegou a 7,1 milhões de metros cúbicos, segundo relatório do Ministério de Minas e Energia.

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Petrobras pagará JCP a acionistas dia 29

Com a queda da liminar que impediu que o pagamento fosse feito hoje, a Petrobras remarcou para a próxima quarta-feira, dia 29 de abril, a primeira parcela de juros sobre capital próprio (JCP) referente ao exercício de 2008. No total serão desembolsados R$ 3,458 bilhões aos acionistas da empresa (já corrigidos pela Selic). Para cada ação ordinária ou preferencial, o JCP ficou definido em R$ 0,38. Corrigido pela variação da taxa Selic de 31 de dezembro até o dia 29, o pagamento será de R$ 0,3942 por ação. As duas parcelas restantes do juros sobre capital próprio serão pagas em 24 de junho e 14 de agosto deste ano. A estatal lembra que sobre o valor de R$ 0,38 incide 15% de imposto de renda, já sobre os R$ 0,0142 referentes á variação da Selic, a incidência de IR é de 22,5%, excetuando acionistas imunes e isentos, livres em ambos os casos. O pagamento será feito automaticamente pelo Banco do Brasil aos acionistas devidamente cadastrados.

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