Artigos da Categoria ‘Internacional’

Presidente da GM não descarta quebra e cogita mais demissões

O novo presidente da General Motors, Frederick Fritz, admitiu neste domingo, a possibilidade de declarar a quebra da montadora e recorrer à recuperação pela via judicial se for necessário. A GM, no entanto, prefere a reestruturação sem monitoramento da Justiça. Ele também anunciou novas demissões ao declarar que a empresa terá de dispensar mais empregados do que o previsto em fevereiro. Para sobreviver à crise, a companhia depende da liberação de um resgate estimado em US$ 16,6 bilhões, mas a exigência do governo de Barack Obama para isso é que a GM faça uma reforma drástica nas finanças. O primeiro passo já foi cumprido oficialmente com a renúncia do então presidente Rick Wagoner. O governo americano rejeitou a proposta de reestruturação da companhia apresentada por ele por considerá-la “tímida, lenta e pouco profunda” e pediu a saída do executivo. Segundo Henderson, o novo plano de reestruturação, cujo prazo para ser apresentado é 1º de junho, deve prever o fechamento de mais fábricas. No plano anterior, estava previsto o fechamento de cinco unidades nos Estados Unidos e Canadá.

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Terremoto de 6,3 graus mata ao menos 27 na Itália

Um terremoto de 6,3 graus na escala Richter atingiu na madrugada desta segunda-feira, 6, o centro da Itália. O tremor, que ocorreu às 3h35 (hora local), deixou ao menos 27 mortos, entre eles cinco crianças, e vários feridos, segundo a agência Ansa, e causou danos em algumas casas em uma região montanhosa ao leste de Roma. O primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, declarou estado de emergência, liberando fundos federais para lidar com o desastre. Ele cancelou a viagem que faria para a Rússia por causa da gravidade da situação. Estão confirmados cinco mortos no município de Catelnuevo, dois deles de origem macedônia e três italianos, um em Poggio Picenze, um em Tormintare e dois em Fossa (uma idosa e uma menina). Aparentemente, cinco crianças morreram quando sua estadia em hospital de São Salvatore dell’Aquila ruiu. Ainda se desconhece o número definitivo de vítimas entre mortos e feridos, mas alguns meios de imprensa italianos já falam que poderia haver ainda pessoas presas entre os escombros de alguns prédios. O terremoto aconteceu às 3h32 (22h32 de domingo de Brasília) na província de Abruzos, no centro da Itália, e derrubou alguns edifícios da capital provincial, L’Aquila, uma cidade com uma população de 80 mil pessoas situada ao nordeste de Roma. O terremoto teve uma magnitude de 6,3 graus na escala Richter e seu epicentro se situou a cinco quilômetros de profundidade, em um ponto situado a poucos quilômetros de L’Aquila, segundo confirmou à Efe um porta-voz do Centro Nacional de Terremotos. [Leia mais]

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Avenida Champs-Élysées fica tomada pelo lixo após a Maratona de Paris

chmps elysees 300x225 Avenida Champs Élysées fica tomada pelo lixo após a Maratona de ParisA Champs-Élysées, ponto de largada da 33ª edição da Maratona de Paris, se transformou em uma imensa lixeira neste domingo. A quantidade de lixo era tanta que ficou difícil de ver o asfalto. A prova foi vencida por quenianos tanto no masculino quanto no feminino. Com o tempo de 2h05m44seg, o queniano Vincente Kipruto foi o grande vencedor da 33ª edição da Maratona de Paris com direito a recorde. O atleta de 22 anos cruzou a linha de chegada 30 segundos à frente do segundo colocado, o etíope Bazu Worku (2h06m14seg). A prova marcou também a despedida do maratonista brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, que cruzou a linha de chegada 15 minutos depois do vencedor e, com o mesmo sorriso de sempre, abriu os braços e fez seu tradicional ‘aviãozinho’. Entre as mulheres, uma dobradinha do Quênia, com Atsede Bayisa, que fez o tempo de 2h24m39seg, em primeiro, e Aselefech Mergia, em segundo. Logo após a maratona entraram em cena os funcionários da limpeza urbana de Paris.

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Coreia do Norte lança foguete sobre o céu do Japão

Após um atraso devido ao mau tempo, a Coreia do Norte lançou um foguete sobre o céu do Japão na manhã deste domingo (5). O lançamento foi às 11h30 (hora local). O artefato caiu no mar do Japão, segundo fontes locais, a cerca de 280 quilômetros do litoral. O Japão pediu ao governo do país comunista que voltasse atrás da decisão. Coreia do Sul e os EUA, suspeitam ser um pretexto para testar sua tecnologia de mísseis de longa distância, que poderiam de atingir o Alasca. A China manifestou que o lançamento teria um “efeito negativo na paz e estabilidade no nordeste da Ásia e que o assunto deveria ser discutido entre os países envolvidos”. Já a Rússia não se pronunciou sobre o lançamento norte-coreano. Ontem, o presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou que o lançamento seria uma atitude “provocadora” e levaria os Estados Unidos a “tomar ações apropriadas para que a Coreia do Norte saiba que não pode ameaçar a segurança de outros países impunemente”.

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Taxa de desemprego nos EUA em março é o maior desde 1983

O corte de empregos na economia americana atingiu 663 mil vagas em março, informou o departamento do Trabalho. O número veio abaixo da previsão, que era de 673 mil demissões. A taxa de desemprego no país subiu de 8,1% para 8,5% e é a maior desde novembro de 1983. Desde o começo da recessão, em dezembro de 2007, já foram cortados 5,1 milhões de vagas. Somente nos últimos três meses 2 milhões de empregos perdidos. Os cortes em janeiros foram revisados para 741 mil, o pior número desde 1949. O número de vagas eliminadas em janeiro é o terceiro maior na história. Entretanto, os dois registros anteriores – o corte de 834 mil em 1949 e de quase dois milhões em 1945 – foram provocados por eventos extraordinários, como uma grande greve geral de trabalhadores dos setores de carvão e aço e pelo final da Segunda Guerra Mundial, respectivamente. A renda média por hora do trabalhador norte-americano aumentou US$ 0,03, ou 0,2%, em março, para US$ 18,50, informou o Departamento de Trabalho. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o aumento é de 3,4%. As horas médias trabalhadas por semana caíram para 33,2 horas.

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Vendas nos EUA caem 36,8% em março

Na última quarta-feira foram divulgados os dados nada animadores de desempenho em vendas da indústria automobilística norte-americana. Na média geral, a queda em março foi de 36,8% em relação ao ano passado, sendo que a GM registrou queda de 44,7% e a Ford comercializou 42,1% a menos. Apesar disso, o resultado foi melhor que o registrado em fevereiro, pior mês em volume de vendas em 27 anos, quando 9,1 milhões de carros ganharam as ruas. No terceiro mês deste ano, 9,3 milhões de unidades deixaram as concessionárias norte-americanas. Apesar do cenário, a economista da Ford, Kelly Kolinski Morris, acha que “é muito cedo para dizer que as vendas estão se recuperando. Várias incertezas ainda se fazem presentes e o risco de re-estruturação das fabricantes é outra coisa que deve ser levada em conta”. Dentre as empresas que menos perderam vendas encontram-se Subaru (-2,6%), Suzuki (-24,1%) e BMW (- 22,9%). Com os números em mãos, o presidente da BMW para América do Norte, Jim ODonnell, declarou que “a perda não foi tão grande quanto esperava”.

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Falência é opção para Chrysler e GM, diz Barack Obama

A indústria automotiva dos Estados Unidos não está indo na direção correta suficientemente rápida para ser bem sucedida, destacou o presidente americano Barack Obama. Ele deu mais tempo para a General Motors (GM) e Chrysler submeterem planos viáveis de reestruturação e notou que a quebra é uma opção para ambas empresas. A administração americana rejeitou os planos de reorganização das montadoras porque, conforme o presidente dos EUA, “após análise cuidadosa, foi determinado que nenhuma delas avançou no sentido de garantir novos investimentos como o solicitado”. “Assim, estou anunciando que minha administração oferecerá à GM e Chrysler um determinado prazo para que trabalhem com credores, sindicatos e acionistas a fim de reestruturar a empresa de forma a justificar um investimento adicional, período em que devem produzir planos que deem ao povo americano a confiança nas perspectivas de longo prazo dessas companhias”, observou Obama. A GM terá 60 dias para reorganizar-se enquanto a Chrysler terá 30 dias para discutir a possibilidade de uma fusão com a italiana Fiat. Se não puderem mostrar progresso, a falência da Chrysler passa a ser uma opção e o governo pode forçar a quebra da GM.

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GM promete tomar medidas necessárias e não descarta falência

A General Motors (GM) não descarta a chance de recorrer à lei de falências dos EUA, embora tenha manifestado que sua preferência é completar a reestruturação “fora de um tribunal”. A Casa Branca pediu à montadora que apresente um plano de reorganização mais agressivo em um prazo de 60 dias para justificar novo aporte de recursos dos contribuintes na empresa. “A GM tomará os passos necessários para uma reestruturação bem sucedida, que pode incluir um processo supervisionado por um tribunal”, admitiu a montadora em nota, após pressão do governo americano por um plano viável de reestruturação. O presidente americano Barack Obama notou que se a GM não mostrar medidas exequíveis para voltar à lucratividade, ela talvez pudesse se valer do processo de falência “como mecanismo para ajudar a reorganizá-la rapidamente e emergir mais forte”. Por meio de comunicado lido na Casa Branca, o dirigente dos Estados Unidos expressou que ele está “absolutamente comprometido” com a sobrevivência da indústria automobilística dos EUA, para que ela possa competir em nível internacional, mas ponderou que o setor não está se movendo na direção correta de maneira rápida o suficiente. Ontem, a Casa Branca pediu a saída do presidente da GM, Rick Wagoner.

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Ford afirma estar em situação diferente da Chrysler e da GM

A montadora Ford, que ao contrário da Chrysler e da General Motors não recebeu ajuda federal, está em uma situação diferente das concorrentes, afirmou o diretor geral da empresa, Alan Mulally, em uma entrevista ao jornal Detroit Free Press. “A Ford tem liquidez suficiente para continuar pagando aos terceirizados (…) podemos continuar investindo no futuro”, declarou. “Quanto ao ambiente econômico, enfrentamos a mesma situação”, reconheceu. “Não temos previsto solicitar um empréstimo ao governo, porque não precisamos. O grau de liberdade que temos para dirigir nossa empresa é muito mais amplo que se nos submetêssemos a restrições, porque o dinheiro vem acompanhado de muitas pressões”, declarou na mesma entrevista Bill Ford, presidente do conselho de administração. O governo dos Estados Unidos intimou GM e Chrysler a apresentar novos planos “viáveis” de reestruturação, caso desejem uma ajuda adicional do Estado. As duas gigantes já receberam 17,4 bilhões de dólares em empréstimos desde dezembro. A Ford, considerada a montadora em melhor situação entre as três gigantes de Detroit, não pediu ajuda pública, mas registrou em 2008 um prejuízo de US$ 14,6 bilhões, o pior da história da empresa.

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Chrysler diz que chegou a acordo preliminar com a Fiat

A Chrysler divulgou nesta segunda-feira um comunicado informando que chegou a um acordo com a Fiat. A montadora norte-americana esclareceu, porém, que possui a estrutura de um acordo, e não um pacto definitivo, com a empresa italiana. O acordo com a Fiat foi uma condição estabelecida nesta segunda-feira pelo governo dos Estados Unidos para conceder novos empréstimos à Chrysler. O executivo-chefe da Fiat, Sergio Marchionne, disse que uma aliança com a Chrysler vai tornar a companhia mais forte e preservar empregos nos Estados Unidos. Uma fusão também ajudaria a Chrysler a devolver os empréstimos recebidos do governo mais rapidamente.

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