Artigos da Categoria ‘Polícia’

Como ocorreu a fraude na licitação de viaturas da Polícia Militar da Bahia

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Provas do crime foram apresentadas pelas autoridades da Secretaria de Segurança da Bahia

O esquema de fraude na licitação para o aluguel de 191 viaturas para a Polícia Militar começou no início do ano passado. O contrato inicial de R$ 25.819.977,00 já superfaturado foi ainda aditivado em mais R$ 6.454.994,25, perfazendo o total de R$ 32.274.971,25. A empresa Júlio Simões Transportes e Serviços Ltda ofereceu proposta acima do valor referencial (R$ 23 milhões), partindo de R$ 25 milhões. Uma segunda empresa, saiu do páreo antes de findar o processo. Essa empresa será também investigada. Mas informações iniciais da Secretaria de Segurança Pública dão conta de que é uma empresa lícita. Uma terceira empresa, essa seria laranja, desistiu no momento da licitação pública, restando apenas a Júlio Simões Transportes e Serviços Ltda. Logo depois de vencer a licitação, a empresa acresceu o valor em 25%, e ainda assim foi acatado pelo comando da PM da época, mas o valor estratosférico chamou a atenção da Procuradoria Geral do Estado (PGE), que emitiu parecer contrário. Para burlar a fiscalização da PGE, pessoas ligadas à empresa Júlio Simões adulteraram o parecer, que acabou por ser favorável à empresa. Acusada de corrupção ativa, a Empresa Júlio Simões foi criada em 1956 em Mogi das Cruzes, interior paulista. É a maior empresa de transporte do país, tendo 80 filiais espalhadas em vários estados do Brasil. Com um faturamento anual de R$ 1 bilhão, ao grupo Júlio Simões atua em transporte de cargas, de passageiros, coleta de lixo, seguros e comercialização de automóveis.

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Empresário que teve filho covardemente assassinado busca por justiça há quase 4 anos

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Sergio Gabardo luta há quase 4 anos pela identificação e captura dos assassinos de seu único filho

O empresário Sérgio Mário Gabardo tem por rotina, sempre no final de cada mês, a remessa de emails as autoridades de segurança pública do Estado do Rio Grande do Sul, onde cobra a elucidação do assassinato de seu filho Mário Sergio Gabardo. Há uma forte esperança de que um dia os assassinos do jovem Mário vão ser identificados e punidos pela Justiça. Sergio viu seu único filho morrer em 29 de setembro de 2005 e até hoje luta para esclarecer os fatos e encontrar os criminosos. Esse crime não é insolúvel. Sergio diz em seu email de 28/02/2009 que: “Mais um dia 29 se aproxima. Estamos nesse mês de fevereiro, que tem 28 dias eu sei, mas em minha memória sempre haverá o dia 29. Seja como for, é mais um mês que passa sem a elucidação do assassinato do meu filho Mário, permitindo que os assassinos continuem livres, quem sabe, se vangloriando de seu feito e acreditando que o crime foi tão bem planejado e arquitetado que ninguém jamais saberá quem o praticou. Mas o universo sabe quem fez assim como os motivos. [Leia mais]

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Terroristas incendiários de carretas cegonha no Brasil deverão ser presos a qualquer momento

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Terroristas incendeiam carreta cegonha com os veículos novos

O portal “Cartel Brasileiro” está acompanhando o caso inédito no Brasil da participação de terroristas no mercado de transporte de veículos novos (zero km). A qualquer momento deverão ser presos pela Polícia Federal (PF) pelo menos dois terroristas que incendiaram na quarta-feira as três carretas cegonheiras e seus veículos novos (uma com perda total junto com os veículos zero km que transportava). Essa empresa privada, que teve seu patrimônio atingido pelos atos desses terroristas incendiários, tomou providências na própria quarta-feira (25/02), registrando uma ocorrência na Polícia Civil. Entidade cegonheira protocolou uma representação no Ministério Público Federal (MPF) para exigir providências imediatas e barrar esses bandidos. Pelo que se tem conhecimento, o MPF quer colocar atrás das grades pelo menos dois dos terroristas incendiários, os quais já estão sendo procurados pelos organismos policiais. Estão também na mira do MPF os comparsas desses terroristas incendiários. O Ministério Público Federal abriu um expediente específico para cuidar do caso que certamente terá novos desdobramentos a partir desta sexta-feira. O MPF atua no combate a formação de cartel no mercado de transporte de veículos novos, cujos processos tramitam na Justiça do Rio Grande do Sul.

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O caso Mário Gabardo – Crônica de um assassinato ainda sem solução – Capítulo 1 – O Crime

datas arte final 175x300 O caso Mário Gabardo   Crônica de um assassinato ainda sem solução   Capítulo 1   O CrimeO jovem empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, não tinha motivo para desconfiar que vivia suas últimas horas, ao entardecer do dia 29 de setembro de 2005, quando saiu da empresa em que era sócio com seu pai, a Transportadora Gabardo Ltda, por volta das 18h30. Mário Sérgio tinha dois compromissos para a noite dessa quinta-feira de primavera. A Transportadora Gabardo fica localizada no bairro Anchieta, próximo ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Mário Sérgio saiu dali e se dirigiu para a PUC, localizada na Avenida Ipiranga, onde deveria prestar prova no curso de Direito. Ele estava cursando o 8º. semestre. Concluída a prova, o jovem diretor de frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo dirigiu-se para a cidade de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre, colada a capital gaúcha, onde morava. Mário Sérgio tinha por hábito, nas noites de quinta-feiras, realizar um churrasco com amigos, em uma casa particular na rua Tomé de Souza no.258, em Canoas, sempre que sua agenda lhe permitia. Na noite de 29 de setembro de 2005, por volta das 20h50m, o jovem empresário Mário Sérgio, já havia deixado o seu automóvel Peugeot 307, cor cinza, automático, ano 2005, placas IXX 0307, no estacionamento do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Nesse momento Mário falava ao telefone celular com o Anderson, um amigo pessoal. Mário disse a Anderson que estava no supermercado e que fazia as compras para o churrasco daquela quinta-feira.

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A foto mostra o Shopping Bourboun Zaffari Canoas – Av. Getúlio Vargas, 5765 – Canoas

Conforme a nota fiscal da Companhia Zaffari Comércio e Indústria, encontrada posteriormente entre seus pertences no carro Peugeot 307, Mário Sérgio passou pelo caixa do supermercado às 21h18m. A nota fiscal discrimina as suas compras: coxa de frango, costela bovina, costela de ovino, lingüiça toscana, pão, alho, carvão, cerveja e refrigerantes. A atendente de nome Tatiane realizou a operação de registro dessas compras, encerrando exatamente às 21h20m. Mário Sérgio gastou apenas dois minutos para passar as suas compras no caixa do supermercado e realizar o pagamento no valor de R$ 66,77. Depois ele se desloca para o estacionamento do shopping. Descarrega as compras do carrinho do supermercado e as coloca no porta-malas de seu automóvel Peugeot 307. Mário Sérgio ficou entre 20h50 e 21h30 na área do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Ele estava a poucos minutos de sua morte. A seguir o empresário Mário Sérgio tomou o rumo da casa do amigo, que mora na rua Tomé de Souza, no bairro Niterói, onde seria realizado o churrasco. A distância percorrida entre o Shopping Bourbon Zaffari Canoas e a casa de número 258 da rua Tomé de Souza, possui em linha reta, não mais do que dois quilômetros. Mário Sérgio, como morador de Canoas sabia que a cidade era dividida pela BR 116. Com toda a certeza escolheu um caminho seguro entre os dois pontos (shopping e o local do churrasco) para trafegar com seu Peugeot 307 naquele horário da noite.

Do shopping chegou à rua Humaitá e a seguir ingressou na rua Venâncio Aires, percorrendo-a no sentido centro-bairro. Pela rua Venâncio Aires, o empresário Mário Sérgio, em seu automóvel Peugeot 307, passou por cinco quadras até alcançar a esquina da rua Tomé de Souza. Mário quase na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza, exatamente às 21h37m38,  faz uma ligação de seu telefone celular para o aparelho celular de seu amigo Anderson que está no local da confraternização. A ligação durou 30 segundos, tempo suficiente para que o amigo Anderson soubesse de que ele estava nas imediações da casa de no. 258 da rua Tomé de Souza e que fosse aberto o portão da garagem de acesso ao interior do imóvel, onde ingressaria com seu carro (como sempre fazia rotineiramente nas quinta-feiras a noite).  O Peugeot 307 parou na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza. O empresário Mário Sérgio deu o sinal de que ingressaria com seu carro a sua esquerda, na rua Tomé de Souza.

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Rua Venâncio Aires esquina Tomé de Souza e o restaurante Galeteria Piatto Bello

Ao realizar a manobra com o Peugeot 307, dobrando a esquerda na Tomé de Souza, Mário Sérgio cumprimentou o manobrista da Galeteria Piatto Bello, que estava postado a frente dos veículos estacionados na área do restaurante. Esse lhe retribuiu com um aceno de mão. O funcionário da Piatto Bello viu o Peugeot 307 de Mário dobrar na rua Tomé de Souza. Também viu que atrás do Peugeot 307 vinha um automóvel Ford KA, cor prata, o qual realizou a mesma manobra. Até essa altura, Mário Sérgio não dava indicativo de se sentir ameaçado ou perseguido, tanto que acenou para o manobrista do restaurante Piatto Bello. Mário estava a poucos metros da casa particular onde se realizaria a confraternização habitual com seu grupo de amigos.

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Rua Tomé de Souza em sua extensão, uma árvore a esquerda e logo a seguir o portão da garagem da casa 258

Mário Sérgio, dirigindo o seu Peugeot 307 trafega mais alguns metros na rua Tomé de Souza, não mais de 30 metros, e vira o carro para a esquerda, após uma árvore, embicando-o em direção ao portão da casa de número 258, para ingressar na área interna do imóvel, onde se encontraria com os amigos para o churrasco semanal habitual.
 

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Na foto o portão de entrada da casa 258, com um jardim à frente

Dentro de seu carro, Mário aguardou por algumas frações de segundos para que fosse aberto o portão da casa de no.258. Nesse momento, encosta em perpendicular ao carro de Mário e paralelo a rua, de forma repentina, com luzes apagadas, por meio de uma manobra brusca, o automóvel Ford KA prata, que o estava perseguindo, sem que tivesse desconfiado do que estava prestes a acontecer. O veículo Ford KA prata parou na contra mão da rua Tomé de Souza, junto à calçada do lado esquerdo, muito próximo do Peugeot 307 de Mário Sérgio. Do automóvel Ford Ka prata, saltou pela porta dianteira do lado direito (a do carona), um homem de 1m80 de altura, com uma arma na mão direita, gritando para que Mário Sérgio saísse do carro. “Desce do carro, desce do carro”, gritava o assassino. Ato imediato, segurando a arma do crime, agora com as duas mãos, como se fosse um experiente atirador e executor, o assassino dispara dois tiros. Um desses tiros disparados realiza a trajetória de “fora para dentro do Peugeot 307, da esquerda para a direita, de trás para a frente”, vindo a destroçar o vidro da porta lateral esquerda traseira.
 

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Peugeot 307 com o vidro da porta lateral esquerda traseira fraturado pelo projétil

Esse projétil penetra no corpo de Mário Sérgio, na “região escapular esquerda, acaba lacerando o lobo superior do pulmão esquerdo, ventrículo esquerdo, e se aloja no interior do saco pericárdico” (tecido fibroso que envolve o coração) do jovem empresário. Gravemente ferido, o empresário Mário Sérgio consegue, inacreditavelmente, engatar uma marcha a ré no seu Peugeot 307, e a seguir acelera o veículo para a frente, percorrendo alguns metros pela rua Tomé de Souza e entrando à esquerda na rua Conde de Porto Alegre, no sentido do centro da cidade de Canoas.  

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Rua Tomé de Souza com a Conde de Porto Alegre; Mário Sérgio virou à esquerda com seu Peugeot 307

O automóvel Ford KA prata, de luzes apagadas, já com o assassino dentro do veículo, sai correndo atrás do Peugeot 307 de Mário Sérgio, fazendo o mesmo percurso, perseguindo-o a uma pequena distância. Os dois carros percorrem duas quadras da rua Conde de Porto Alegre, sentido bairro-centro.

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Rua Conde de Porto Alegre

Ainda na rua Conde de Porto Alegre, esquina com a rua da Figueira (segunda rua paralela com a rua Tomé de Souza), uma testemunha declarou ter ouvido três disparos de arma de fogo e a seguir novamente mais tiros. Essa mesma testemunha recorda de um barulho de uma colisão de carro. 
 

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Na foto as árvores à direita, local onde ocorreu a batida do Peugeot 307 na subida da rua Conde de Porto Alegre

O Peugeot 307 acabou subindo a calçada e colidindo com uma árvore na rua Conde de Porto Alegre, quase esquina com a rua da Figueira. Mário Sérgio dentro do Peugeot 307 estava afivelado ao seu cinto de segurança, desmaiado, sem qualquer reação.

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A frente do Peugeot 307 com a batida do lado frontal esquerdo

Consta que o veículo Ford KA prata, parou junto ao Peugeot 307, e dele desceu o assassino, o qual se aproximou de Mário Sérgio, observou sua vítima por alguns instantes, e então voltou para o carro. A seguir se colocaram em fuga. O veículo Ford KA prata, onde estava o assassino e seu comparsa motorista, desceu a rua Conde de Porto Alegre de ré, com as luzes apagadas, tendo entrado também de ré na rua FAB (Força Aérea Brasileira), uma abaixo da rua da Figueira. Em seguida, engataram marcha a frente pela mesma rua FAB e saíram, duas quadras depois, na avenida Getúlio Vargas que margeia a BR 116 (estrada federal que atravessa a cidade e a corta em duas), sentido para o centro de Canoas. Imediatamente juntaram-se vários moradores em volta do Peugeot 307, cuja atenção foi despertada pelos tiros, pela freada de pneus e pelo barulho da colisão com a árvore. Passaram essas pessoas a serem testemunhas dos fatos ali ocorridos. Uma delas pediu socorro por telefone, chegaram brigada militar, uma ambulância e policiais civis. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo foi transferido nessa ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, e lá declarado morto.

Quase quatro anos após este assassinato, com todas as características de um crime sob encomenda a um profissional, continua hoje ainda insolúvel, apesar de ter sido investigado pela Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul e pela Polícia Federal. O site “Cartel Brasileiro” (www.cartelbrasileiro.com) obteve cópias integrais dos dois inquéritos e vai revelar para seus leitores todos os meandros deste caso, e também proporcionar o conhecimento de seus documentos que não estão mais sob sigilo da Justiça gaúcha. É uma história para arrepiar os leitores. No portal “Cartel Brasileiro”, a cada dois dias, a partir dessa quarta-feira de cinzas, será publicado parte dessa história.

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Cartel Brasileiro vai analisar o processo do ‘inquérito policial’ que investigou o assassinato do empresário cegonheiro Mário Gabardo

capa processo policia mario 199x300 Cartel Brasileiro vai analisar o processo do ‘inquérito policial’ que investigou o assassinato do empresário cegonheiro Mário Gabardo

Capa do processo do inquérito policial do assassinato do empresário Mário Sergio Gabardo

O portal Cartel Brasileiro está analisando o processo no. 008/2.06.0014069-0, da Secretaria da Justiça e da Segurança do Estado do Rio Grande do Sul, que trata do assassinato do empresário Mário Sérgio Gabardo, ocorrido na noite de 29 de setembro de 2005, na cidade de Canoas, na região metropolitana da capital gaúcha. Mais de 3 anos e 4 meses após esse brutal assassinato, os bandidos ainda não foram presos pelas autoridades de segurança pública do RS. Um crime sem solução? Pelo menos o pai de Mário, o empresário cegonheiro Sérgio Mário Gabardo, seus familiares e amigos não acreditam nessa hipótese. Analisar cada passo do processo em questão vai oportunizar conhecer detalhes sobre o que aconteceu naquela noite de 29 de setembro de 2005. Folha a folha do processo será lido, a se iniciar pela Portaria de 30 de setembro de 2005, assinada pelo delegado de Polícia da 2ª. Delegacia de Canoas, que determinou a instauração de inquérito policial, “tomando-se as providências cabíveis à elucidação dos fatos”. Detalhes como a “falta de preservação” do local do crime chamam a atenção nesse processo do inquérito policial da morte do empresário. Vamos revelar detalhes, questionar, entrevistar pessoas e fazer comentários, tudo com o objetivo de manter acesa a chama de Justiça, para que o assassinato do jovem Mário Sérgio Gabardo não seja esquecido pelas autoridades de segurança pública e ingresse na lista dos crimes “não solucionados”.

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Ex-embaixador do Rio Grande em Brasília é encontrado morto no lago Paranoá

cavalcante 299x235 Ex embaixador do Rio Grande em Brasília é encontrado morto no lago ParanoáO corpo do ex-chefe da Representação do Governo do Rio Grande do Sul em Brasília Marcelo Cavalcante foi encontrado na manhã desta terça-feira no Lago Paranoá, na capital federal. Um familiar confirmou a identificação do cadáver. Cavalcante estava desaparecido desde a tarde de sábado, quando se reuniu com amigos. Segundo informações de peritos que estão no local, o corpo apresenta um hematoma no rosto. A marca pode ter sido causada por uma agressão ou por uma queda. A causa da morte está sendo investigada. Segundo relatos de colegas de trabalho, Cavalcante teria telefonado para a mulher ainda no sábado. Desde então, não voltou mais para casa. Na manhã de ontem, o carro dele, um Toyota Corolla, foi localizado estacionado junto à Ponte Juscelino Kubitschek, às margens do Lago Paranoá. O veículo estava trancado e, em seu interior, foram encontrados documentos e cartões de crédito de Cavalcante. Apenas o telefone celular do ex-secretário não foi encontrado. Os familiares registraram o desaparecimento de Cavalcante em ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal. O caso está sob investigação. Cavalcante havia sido exonerado pela governadora Yeda Crusius em junho do ano passado, no ápice do escândalo do Detran. À época, ele foi flagrado em uma escuta telefônica intermediando uma reunião do lobista Lair Ferst na Secretaria da Fazenda.

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Quadrilha que fraudava ‘Renavam’ é desmontada pela PRF

Uma das maiores quadrilhas de roubo de veículos de carga do Brasil, que agia há 10 anos e movimentava mais de R$ 2,5 milhões por mês, foi desmontada hoje pela Polícia Rodoviária Federal em conjunto com o Ministério Público de Goiás. Numa ação que contou com 300 agentes da PRF, foram cumpridos 36 mandados de prisão e 61 de busca e apreensão em Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. Entre os presos estão empresários, despachantes, motoristas profissionais e assaltantes. Durante a ação, foram apreendidos computadores, mais de 5 mil certificados de registro de veículos em branco, farto material para adulteração de chassis e placas de veículos, além de armas, cartões de crédito em branco e veículos. Os criminosos utilizavam um sofisticado esquema de adulteração, que funcionava a partir de Uberaba e Uberlândia, em Minas, e de Itumbiara, Goiás. [Leia mais]

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PF apreende 318 quilos de cocaína escondida em fundo falso de carreta

A Polícia Federal (PF) fez neste sábado (14) à tarde, em Campo Grande, a maior apreensão de cocaína do ano em Mato Grosso do Sul, 318 quilos. A droga, divida em vários tabeletes, estava escondida no fundo falso de uma carreta que estava acoplada ao cavalo mecânico Scania, placa MBC-4691. A carreta estava estacionada no posto de combustíveis Locatelli, na BR-163, saída para São Paulo, quando os policiais federais fizeram a apreensão. Foi preso em flagrante, por tráfico de drogas o motorista do veículo. Interrogado pelos policiais federais, o motorista disse que foi contratado para levar a droga de Corumbá até a cidade paulista de Osasco. O motorista, assim como a carreta e a droga foram encaminhados para a Superintendência da Polícia Federal, onde ele permanece detido, na carceragem.

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Filho de ex-vereador de Porto Alegre e empresário gaúcho morrem em acidente na BR-101 em Santa Catarina

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A história tem se repetido pelas estradas de Santa Catarina. Dessa vez foram mais duas mortes na BR – 101. Duas famílias gaúchas envolvidas: Lang e Santos. Rene Lang, sua esposa Roberta, o filho Gustavo e o primo Rodrigo Santos (filho do ex-vereador Wilson Santos) resolveram aproveitar o verão em uma praia da ilha de Florianópolis, em Santa Catarina. Ontem, quarta-feira (11/02/2009), por volta das 10h20, Rene conduzia a camionete Silverado, cabine dupla, placas IGU-4037 de Porto Alegre (RS), tendo por passageira a seu lado a Roberta. O jovem Rodrigo Santos, 25, primo de Roberta estava no banco traseiro (atrás do motorista) e a seu lado o menino Gustavo, 6 anos. Um segundo veículo (que não se envolveu no acidente) acompanhava a trafegabilidade da camionete conduzida por Rene. Nele estavam o sogro, a sogra e a neta Rafaela, 12, filha de Rene e Roberta. Na localidade conhecida por Penha de Imbituba, no Sul do Estado de Santa Catarina, Km 270, a camionete Silverado bateu com sua lateral esquerda na carreta Scânica, de cor branca, que vinha no sentido contrário. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão aconteceu após uma tentativa de ultrapassagem da caminhonete. Renan não teria conseguido concluir a manobra e o veículo que seguia no sentido Porto Alegre–Florianópolis bateu na frente da carreta com placas de Camaquã (RS). Morreram no local Rene Lang e o passageiro Rodrigo Santos, 25 anos.rene 15 300x225 Filho de ex vereador de Porto Alegre e empresário gaúcho morrem em acidente na BR 101 em Santa Catarina Com o violento impacto da carreta Scania na camionete Silverado, acabou por ferir gravemente a Roberta e o seu filho Gustavo. Ambos foram conduzidos de helicóptero para Florianópolis. O condutor da carreta Scânia, Mauro Rodrigues de Ávila, 43, não sofreu ferimentos. Os corpos de Rene e Rodrigo foram liberados, nessa madruga, pelo ex-vereador Wilson Santos e por Renato Lang (irmão de Rene) e a seguir enviados a Porto Alegre. Rodrigo Santos está sendo velado no Cemitério Jardim da Paz. Rene Lang no Cemitério Evangélico de Porto Alegre, na rua Guilherme Shell, na capital gaúcha.rene 20 225x300 Filho de ex vereador de Porto Alegre e empresário gaúcho morrem em acidente na BR 101 em Santa Catarina

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Segurança Pública do Espírito Santo deve se manifestar sobre ato terrorista cometido durante uma baderna em Cariacica

cegonha 1 300x225 Segurança Pública do Espírito Santo deve se manifestar sobre ato terrorista cometido durante uma baderna em CariacicaEm dezembro de 2008 um grupo de baderneiros promoveu no município de Cariacica, no Espírito Santo, um crime que ainda não foi explicado pelas autoridades de segurança pública. Um pequeno grupo de autônomos de posse de carretas, promoveu uma “manifestação” impedindo que empresas privadas trabalhassem regularmente. Na oportunidade o dito “protesto” desse grupo de baderneiros não passou de um ato criminoso. Não se pode concordar com que esses “movimentos” se alastrem pelo Brasil afora, de norte a sul do país, explodindo caminhões cegonhas, como estratégia para reivindicar mais vagas. Isso por si só já deveria ter sido investigado pelas autoridades de segurança pública e melhor explicado. Há muito tempo que o setor de transporte de veículos é investigado pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, por formação de cartel. É muito estranho que um grupo de autônomos se reúna, em uma área frontal a duas empresas privadas do setor de transporte de veículos no Espírito Santo, para “reinvindicar” por mais trabalho e coloquem fogo em um caminhão cegonha. Mais estranho ainda é que essa “união” de bardeneiros tenha contribuído para a explosão de um caminhão cegonha. É importante lembrar que na data de 02/12, um grupo de baderneiros incendiou uma carreta que trabalha junto ao Armazém Alfadengário Terca, localizado no km 281 da BR 101, no bairro Porto Engenho, no município de Cariacica (ES). Tudo iniciou quando o grupo de bardeneiros, de menos de 30 pessoas, bloqueou o acesso ao Armazém Alfadengário Terca, impedindo que caminhões cegonha de empresas privadas trafegassem no local. Em uma operação organizada, criminosa, os alvos desse grupo de baderneiros visava atingir diretamente as empresas transportadoras TranSilva Log e TransGabardo. Essas empresas possuem contratos firmados com as fabricantes de veículos. O contrato é cumprido a partir da operação de descarga de veículos de navios que atracam no porto. As empresas TranSilva e TransGabardo transportam os veículos em carretas cegonha, que tem por destinos as lojas revendedoras no Brasil. Isso tudo envolve dinheiro. Alguém organizou o “movimento” que culminou com a explosão da carreta cegonha. Não é possível que se “ponha” fogo em um patrimônio privado e fique por ai, sem que ninguém seja punido e os prejuízos ressarcidos.

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