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Assassinato do empresário cegonheiro Mário Gabardo completa 76 meses sem que os bandidos tenham sido presos pela Polícia Civil gaúcha

Um caso ainda sem solução pela polícia civil gaúcha.

A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até hoje ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos do empresário cegonheiro Mário Sérgio Gabardo.

O caso completa hoje 76 meses sem solução e os assassinos continuam impunes.

Em 29 de setembro de 2005, o jovem Mário Sérgio Gabardo, com apenas 20 anos, hoje teria 26 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, quando foi alvejado por um tiro. Mesmo mortalmente ferido, Gabardo colocou o seu automóvel em fuga. Os dois assassinos perseguiram o empresário, por três quadras. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha.  Na fuga Gabardo acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore. Um dos assassinos foi lá conferir se Gabardo estava morto. A seguir, se colocaram em fuga. Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer.Mário Sergio Gabardo Assassinato do empresário cegonheiro Mário Gabardo completa 76 meses sem que os bandidos tenham sido presos pela Polícia Civil gaúcha

Inquérito Caso Mário Gabardo Assassinato do empresário cegonheiro Mário Gabardo completa 76 meses sem que os bandidos tenham sido presos pela Polícia Civil gaúchaO processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos “crimes não solucionados” pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha.

Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário.

O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é um homem de sucesso no mercado nacional de transporte de veículos novos. Sérgio Gabardo é dono da TransGabardo, uma transportadora cegonheira que atua no Brasil e no Exterior.

Sergio Mário Gabardo 300x281 Assassinato do empresário cegonheiro Mário Gabardo completa 76 meses sem que os bandidos tenham sido presos pela Polícia Civil gaúchaO empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário.

Nessa domingo (29/01/2012) será um dia comum para qualquer pessoa. Mas não para o pai do Mário. É mais um dia 29 em que a amargura e a saudade bate no fundo do coração da família Gabardo. Bate mais forte no peito de um Pai que perdeu o seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas, aos 20 anos, 2 meses e 20 dias de vida.

Dia em que vai recordar do descaso com que o assassinato foi tratado ao longo desses 76 meses. Dia de lembrar dos erros cometidos pelos agentes públicos nos trabalhos de investigação a respeito da morte brutal e abrupta do filho Mário.

Até hoje Sergio Gabardo, como Pai, continua sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005.

Passaram-se 76 meses e o Pai não sabe quem matou o seu único filho (à época) e, pior, quem foram os mandantes (se ouve mandantes) e qual o motivo que tiveram para ceifar uma vida tão linda e com um futuro promissor, como vinha se desenhando. É doloroso demais para um Pai perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos.

O Pai, Sergio Gabardo, vai prosseguir o seu caminho, em mais uma missão de cobrar publicamente o que lhe é de direito como cidadão comum. Sergio Gabardo continuará escrevendo todo o dia 29, diretamente ou por meio de seus amigos exigindo das autoridades públicas da área de Segurança, a identificação dos assassinos e as suas prisões. Vai esperar que se faça Justiça nesse Brasil, e que os culpados sejam punidos.

Nesse domingo (29/01/2012) recebi do empresário Sérgio Gabardo um email o qual transcrevo a seguir na sua íntegra. [Leia mais]

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Caso Mário Sérgio Gabardo completa 52 meses sem solução e assassinos do empresário não foram sequer identificados pela Polícia

Um caso policial ainda sem solução pela polícia civil gaúcha. A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul até a presente data ainda não conseguiu colocar na cadeia os assassinos do empresário Mário Sérgio Gabardo. O caso completa hoje 52 meses sem solução e os assassinos continuam impunes. Em 29 de setembro de 2005, o jovem Gabardo, com apenas 20 anos, estava ingressando em uma residência de amigos na cidade gaúcha de Canoas, quando foi alvejado por um tiro. Mesmo mortalmente ferido, Gabardo colocou o seu automóvel em fuga. Os dois assassinos perseguiram o empresário, por três quadras. Novos tiros no trajeto de fuga do empresário foram disparados pelos bandidos, conforme testemunha. Na fuga Gabardo acabou tendo o seu automóvel colidido contra uma árvore. Um dos assassinos foi lá conferir se Gabardo estava morto. A seguir, se colocaram em fuga. Mário Sérgio Gabardo deu entrada no hospital da cidade de Canoas, onde veio a falecer. Declaração de testemunha aponta para uma execução. Mário Sérgio Gabardo era diretor da empresa TransGabardo. Jovem diretor e empresário, Mário Sérgio Gabardo detinha estratégicas informações sobre a empresa e o mercado de transporte de veículos novos. O processo policial de Mário Sérgio Gabardo está na prateleira dos “crimes não solucionados” pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha. Dizem pessoas experientes em casos policiais que só um milagre para encontrar os assassinos do jovem empresário. O pai de Mário Sérgio Gabardo, o empresário Sergio Mário Gabardo é um homem de sucesso no mercado nacional de transporte de veículos novos. Sérgio Gabardo é dono da TransGabardo, uma transportadora cegonheira que atua no Brasil e no Exterior. O empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário. Nesta sexta-feira (29/01/2010) será um dia comum para qualquer pessoa. Mas não para o pai do Mário. É mais um dia 29. Data em que a amargura e a saudade bate no fundo do coração da família Gabardo. Bate mais forte no peito de um Pai que perdeu o seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas, aos 20 anos, 2 meses e 20 dias de vida. Dia em que vai recordar do descaso com que o assunto foi tratado ao longo desses 52 meses pela segurança pública. Hoje é mais um Dia de lembrar os erros cometidos pelos agentes públicos nos trabalhos de investigação a respeito da morte brutal e abrupta do Mário. Até hoje Sergio Gabardo, como Pai, continua sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005. Passaram-se 52 meses e não sabe quem matou o seu único filho (à época) e, pior, quem foram os mandantes e qual o motivo que tiveram para ceifar uma vida tão linda e com um futuro promissor, como vinha se desenhando. É doloroso demais para um Pai perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos. Sergio Gabardo vai prosseguir o seu caminho, em mais uma missão de cobrar publicamente o que lhe é de direito como cidadão comum. Sergio Gabardo continuará escrevendo todo o dia 29, diretamente ou por meio de seus amigos. Relembre nesse dia 29 o Caso Mário Sérgio Gabardo. [Leia mais]

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Assassinato do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo completa 49 meses sem solução e bandidos estão ainda impunes. Até quando?

datas arte final Assassinato do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo completa 49 meses sem solução e bandidos estão ainda impunes. Até quando?Ao longo dos últimos anos eu tenho desfrutado por alguns instantes o convívio do meu amigo Sérgio Mário Gabardo. O empresário cegonheiro Sérgio Gabardo, dono da TransGabardo, é um homem de paz e de muita fé. Reconhecidamente um homem de sucesso. Mas Sergio Gabardo tem em seu coração profundas marcas causadas pelo assassinato do filho Mário Sergio Gabardo. Isso aconteceu há 49 meses atrás. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, não tinha motivo para desconfiar que vivia suas últimas horas, ao entardecer do dia 29 de setembro de 2005, quando saiu da empresa em que era sócio com seu pai, a Transportadora Gabardo Ltda, por volta das 18h30. Mário Sérgio tinha dois compromissos para a noite dessa quinta-feira de primavera. A Transportadora Gabardo fica localizada no bairro Anchieta, próximo ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no RS. Mário Sérgio saiu dali e se dirigiu para a PUC, localizada na Avenida Ipiranga, onde deveria prestar prova no curso de Direito. Ele estava cursando o 8º. semestre. Concluída a prova, o jovem diretor de frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo dirigiu-se para a cidade de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre, colada a capital gaúcha, onde morava. Mário Sérgio tinha por hábito, nas noites de quinta-feiras, realizar um churrasco com amigos, em uma casa particular na rua Tomé de Souza no.258, em Canoas, sempre que sua agenda lhe permitia. Na noite de 29 de setembro de 2005, por volta das 20h50m, o jovem empresário Mário Sérgio, já havia deixado o seu automóvel Peugeot 307, cor cinza, automático, ano 2005, placas IXX 0307, no estacionamento do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Nesse momento Mário falava ao telefone celular com o Anderson, um amigo pessoal. Mário disse a Anderson que estava no supermercado e que fazia as compras para o churrasco daquela quinta-feira. Conforme a nota fiscal da Companhia Zaffari Comércio e Indústria, encontrada posteriormente entre seus pertences no carro Peugeot 307, Mário Sérgio passou pelo caixa do supermercado às 21h18m. A nota fiscal discrimina as suas compras: coxa de frango, costela bovina, costela de ovino, lingüiça toscana, pão, alho, carvão, cerveja e refrigerantes. A atendente de nome Tatiane realizou a operação de registro dessas compras, encerrando exatamente às 21h20m. Mário Sérgio gastou apenas dois minutos para passar as suas compras no caixa do supermercado e realizar o pagamento no valor de R$ 66,77. Depois ele se desloca para o estacionamento do shopping. Descarrega as compras do carrinho do supermercado e as coloca no porta-malas de seu automóvel Peugeot 307. Mário Sérgio ficou entre 20h50 e 21h30 na área do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Ele estava a poucos minutos de sua morte. A seguir o empresário Mário Sérgio tomou o rumo da casa do amigo, que mora na rua Tomé de Souza, no bairro Niterói, onde seria realizado o churrasco. A distância percorrida entre o Shopping Bourbon Zaffari Canoas e a casa de número 258 da rua Tomé de Souza, possui em linha reta, não mais do que dois quilômetros. Mário Sérgio, como morador de Canoas sabia que a cidade era dividida pela BR 116. Com toda a certeza escolheu um caminho seguro entre os dois pontos (shopping e o local do churrasco) para trafegar com seu Peugeot 307 naquele horário da noite. Do shopping chegou à rua Humaitá e a seguir ingressou na rua Venâncio Aires, percorrendo-a no sentido centro-bairro. Pela rua Venâncio Aires, o empresário Mário Sérgio, em seu automóvel Peugeot 307, passou por cinco quadras até alcançar a esquina da rua Tomé de Souza. Mário quase na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza, exatamente às 21h37m38,  faz uma ligação de seu telefone celular para o aparelho celular de seu amigo Anderson que está no local da confraternização. A ligação durou 30 segundos, tempo suficiente para que o amigo Anderson soubesse de que ele estava nas imediações da casa de no. 258 da rua Tomé de Souza e que fosse aberto o portão da garagem de acesso ao interior do imóvel, onde ingressaria com seu carro (como sempre fazia rotineiramente nas quinta-feiras a noite).  O Peugeot 307 parou na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza. O empresário Mário Sérgio deu o sinal de que ingressaria com seu carro a sua esquerda, na rua Tomé de Souza. Ao realizar a manobra com o Peugeot 307, dobrando a esquerda na Tomé de Souza, Mário Sérgio cumprimentou o manobrista da Galeteria Piatto Bello, que estava postado a frente dos veículos estacionados na área do restaurante. Esse lhe retribuiu com um aceno de mão. O funcionário da Piatto Bello viu o Peugeot 307 de Mário dobrar na rua Tomé de Souza. Também viu que atrás do Peugeot 307 vinha um automóvel Ford KA, cor prata, o qual realizou a mesma manobra. Até essa altura, Mário Sérgio não dava indicativo de se sentir ameaçado ou perseguido, tanto que acenou para o manobrista do restaurante Piatto Bello. Mário estava a poucos metros da casa particular onde se realizaria a confraternização habitual com seu grupo de amigos. Mário Sérgio, dirigindo o seu Peugeot 307 trafega mais alguns metros na rua Tomé de Souza, não mais de 30 metros, e vira o carro para a esquerda, após uma árvore, embicando-o em direção ao portão da casa de número 258, para ingressar na área interna do imóvel, onde se encontraria com os amigos para o churrasco semanal habitual. Dentro de seu carro, Mário aguardou por algumas frações de segundos para que fosse aberto o portão da casa de no.258. Nesse momento, encosta em perpendicular ao carro de Mário e paralelo a rua, de forma repentina, com luzes apagadas, por meio de uma manobra brusca, o automóvel Ford KA prata, que o estava perseguindo, sem que tivesse desconfiado do que estava prestes a acontecer. O veículo Ford KA prata parou na contra mão da rua Tomé de Souza, junto à calçada do lado esquerdo, muito próximo do Peugeot 307 de Mário Sérgio. Do automóvel Ford Ka prata, saltou pela porta dianteira do lado direito (a do carona), um homem de 1m80 de altura, com uma arma na mão direita, gritando para que Mário Sérgio saísse do carro. “Desce do carro, desce do carro”, gritava o assassino. Ato imediato, segurando a arma do crime, agora com as duas mãos, como se fosse um experiente atirador e executor, o assassino dispara dois tiros. Um desses tiros disparados realiza a trajetória de “fora para dentro do Peugeot 307, da esquerda para a direita, de trás para a frente”, vindo a destroçar o vidro da porta lateral esquerda traseira. Esse projétil penetra no corpo de Mário Sérgio, na “região escapular esquerda, acaba lacerando o lobo superior do pulmão esquerdo, ventrículo esquerdo, e se aloja no interior do saco pericárdico” (tecido fibroso que envolve o coração) do jovem empresário. Gravemente ferido, o empresário Mário Sérgio consegue, inacreditavelmente, engatar uma marcha a ré no seu Peugeot 307, e a seguir acelera o veículo para a frente, percorrendo alguns metros pela rua Tomé de Souza e entrando à esquerda na rua Conde de Porto Alegre, no sentido do centro da cidade de Canoas. O automóvel Ford KA prata, de luzes apagadas, já com o assassino dentro do veículo, sai correndo atrás do Peugeot 307 de Mário Sérgio, fazendo o mesmo percurso, perseguindo-o a uma pequena distância. Os dois carros percorrem duas quadras da rua Conde de Porto Alegre, sentido bairro-centro. Ainda na rua Conde de Porto Alegre, esquina com a rua da Figueira (segunda rua paralela com a rua Tomé de Souza), uma testemunha declarou ter ouvido três disparos de arma de fogo e a seguir novamente mais tiros. Essa mesma testemunha recorda de um barulho de uma colisão de carro. O Peugeot 307 acabou subindo a calçada e colidindo com uma árvore na rua Conde de Porto Alegre, quase esquina com a rua da Figueira. Mário Sérgio dentro do Peugeot 307 estava afivelado ao seu cinto de segurança, desmaiado, sem qualquer reação. Consta que o veículo Ford KA prata, parou junto ao Peugeot 307, e dele desceu o assassino, o qual se aproximou de Mário Sérgio, observou sua vítima por alguns instantes, e então voltou para o carro. A seguir se colocaram em fuga. O veículo Ford KA prata, onde estava o assassino e seu comparsa motorista, desceu a rua Conde de Porto Alegre de ré, com as luzes apagadas, tendo entrado também de ré na rua FAB (Força Aérea Brasileira), uma abaixo da rua da Figueira. Em seguida, engataram marcha a frente pela mesma rua FAB e saíram, duas quadras depois, na avenida Getúlio Vargas que margeia a BR 116 (estrada federal que atravessa a cidade e a corta em duas), sentido para o centro de Canoas. Imediatamente juntaram-se vários moradores em volta do Peugeot 307, cuja atenção foi despertada pelos tiros, pela freada de pneus e pelo barulho da colisão com a árvore. Passaram essas pessoas a serem testemunhas dos fatos ali ocorridos. Uma delas pediu socorro por telefone, chegaram brigada militar, uma ambulância e policiais civis. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo foi transferido nessa ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, e lá declarado morto. Quarenta e nove meses após este assassinato, com todas as características de um crime sob encomenda a um profissional, continua hoje ainda insolúvel, apesar de ter sido investigado pela Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul e pela Polícia Federal.

sergio gabardo 002 ok 300x199 Assassinato do jovem empresário Mário Sérgio Gabardo completa 49 meses sem solução e bandidos estão ainda impunes. Até quando?O empresário Sergio Gabardo é incansável. Jamais irá descansar se não encontrar os assassinos de seu filho Mário Sergio. Recebo hoje email do Sergio Gabardo. E de alguma forma quero contribuir para que seja feita a justiça. Transcrevo na íntegra o email a seguir.

Nesta quarta-feira. Será um dia comum para qualquer pessoa. Mas não pra mim, porque é mais um dia 29. Data em que a amargura e a saudade bate mais fundo no meu peito. No peito de um Pai que perdeu seu filho amado, seu amigo e seu companheiro de todas as horas, aos 20 anos, 2 meses e 20 dias de vida.

Dia em que recordo do descaso com que o assunto foi tratado ao longo desses 49 meses pelas nossas conhecidas autoridades da segurança pública.

Dia de doce lembrança dos bons momentos vividos e das boas lições de vida dadas por meu filho, apesar de jovem.

Dia de recordar das inúmeras vezes em que fui relegado a um plano inferior pelas autoridades da segurança pública. Dia de lembrar dos erros cometidos por esses agentes desde o início dos trabalhos de investigação a respeito da morte brutal e abrupta do meu filho Mário.

Dia de lembrar que precisei bradar aos quatro ventos para que uma dessas autoridades pudesse me receber e ouvir meu desabafo diante de tamanho descaso e da enorme falta de vontade política de elucidarem esse hediondo crime. De nada adiantou minha justa lamentação.

E até hoje continuo, como Pai, sem saber o que realmente aconteceu naquela trágica noite de 29 de setembro de 2005. Passaram-se 1.470 dias e não sei quem matou meu filho e, pior, quem foram os mandantes e qual o motivo que tiveram para ceifar uma vida tão linda e com um futuro promissor, como vinha se desenhando.

É doloroso demais para um Pai (e tenho certeza de que como eu, existem outros tantos nesse país a fora) perder o filho amado e ser tratado com tamanho descaso por quem deveria garantir a segurança dos cidadãos, principalmente dos jovens.

Enquanto essas autoridades mantem tamanho descaso, continuarei minha caminhada em busca de Justiça. Isso é tudo o que desejo: saber o que realmente aconteceu com o meu filho Mário e ver os responsáveis penalizados com o rigorismo da legislação, se é que se pode dizer que há rigorismo penal para quem comete uma atrocidade dessas.

Vou prosseguir meu caminho, nessa missão surda de cobrar o que me é de direito como cidadão comum. Continuarei escrevendo todo o dia 29, enquanto sigo minha luta recordando cada minuto vivido ao lado do meu filho Mário, chorando a cada segundo a sua ausência e lamentando o descaso dessas autoridades que preferem tratar esse assassinato apenas como mais um número na estatística da incompetência.

Sérgio, pai do Mário

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A epidemia de violência e insegurança que tomou conta de nossas vidas

Três anos e 11 meses! Este é o tempo que já passou sem que eu, o pai do Mário, tenha recebido qualquer satisfação sobre o que motivou a sua morte ou quem foram os mandantes. Mário, meu então único filho, foi assassinado em 29/09/2005 e o caso foi classificado como “tentativa de roubo de carro”. A perícia foi chamada pela polícia para atender “um carro atingido por arma de fogo”, isto umas 12h após o fato. Alguma coisa vai muito mal na nossa segurança pública.  Uma constatação? O pior, entretanto, é perceber que nestes 3 anos e 11 meses venho lutando para dar um sentido.pelo menos, para a sua morte. Mas, que nada! Tantos outros jovens morreram depois dele e nada, absolutamente nada foi feito. Criei meu filho em meio a dificuldades de toda ordem. Minha determinação era dar-lhe uma formação que me orgulhasse como pai. Fiz isso! Consegui isso! Mas, quando eu me preparava para admirar o resultado de tanta dedicação, eis que o Mário me é arrancado do meu convívio. Os valores que me esforcei tanto para passar-lhe, a distinção entre o que é certo e o que é errado, a crença em Deus, a ser humilde e agir com bom senso em todas as situações da vida estão sendo colocados por terra. Os homens de bem, de repente, parecem terem desaparecidos, como se os valores que eu tanto me esforcei para passar ao meu filho Mário fosse mera ficção. Basta ligar a televisão ou ler alguma reportagem para perceber que a família está fazendo muita falta na formação de nossas crianças. A falta de limites é assustadora. Mas, eis que em poucos anos, estará no poder essa geração que cresceu sem limites. Se estamos vendo isso agora, imaginem o que acontecerá quando os filhos desses que estão aí, “governando”, assumirem o poder. Que moral tem um pai ao ensinar ao filho que roubar é proibido? Para dar um só exemplo, o Estado do Rio Grande do Sul possui uma Governadora que responde uma ação civil por improbidade administrativa junto a Justiça Federal de Santa Maria. Além disso, foi elaborado um pedido formal contra ela solicitando sua saída do governo, tendo em vista a quantidade de indícios apurados pelo Ministério Público Federal. No entanto, nada muda, por mais absurdo que possa parecer o pedido de afastamento da Governadora não foi aceito. Continuamos com uma administração irresponsável , políticos que se preocupam, apenas, em obter benefícios para si e para os seus, ignorando por completo o povo, com quem assumiram compromissos ao serem eleitos. A saúde está em franca decadência, a educação é precária e quanto a segurança nem há o que falar, porque se existe uma coisa da qual os brasileiros não dispõem é de segurança. Estamos diariamente a mercê da criminalidade, absolutamente expostos, nas mãos de marginais que agem livremente, certos da impunidade. O mais preocupante, entretanto, é que costumávamos encontrar esses marginais na rua mas, hoje, os encontramos no poder, servindo de exemplo e auxiliando os pais a educarem os filhos. O que podemos esperar do futuro? Entendo que vergonha já não é mais uma palavra capaz de representar o sentimento do povo brasileiro com relação a essa sequência interminável de escândalos que são noticiados diariamente. Vivemos em um país em que se ouve falar muito mais em maracutaias e corrupção do que em melhorias na segurança ou na saúde. Aliás, há muito tempo nossas autoridades não tomam medidas efetivas em prol da segurança, saúde ou educação. Continuo sendo vítima da falta de segurança e do completo descaso das autoridades, através de atos de vandalismo, e porque não dizer, atos de terrorismo. Não é possível que as autoridades que se dizem competentes continuem ignorando a epidemia de violência e insegurança que tomou conta de nossas vidas. Chega de tanto descaso, precisamos de providências urgentes e eficazes para acabar de vez com essa situação. Sérgio, PAI do Mário

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Terroristas incendiários colocam em prejuízo os consumidores de veículos novos no Brasil

fotos atentado posto vila 002 300x225 Terroristas incendiários colocam em prejuízo os consumidores de veículos novos no BrasilOs consumidores brasileiros estão submetidos ao terrorismo, inclusive com braços internacionais agindo no País, no setor de transporte de veículos novos, o chamado transporte por caminhões “cegonheiros”. Em 26 de fevereiro de 2009, o portal “Cartel Brasileiro” publicou matéria inédita, que já apontava para atos terroristas sendo praticados no Brasil. A estratégia dos terroristas é procurar manter o controle sobre o mercado nacional de transporte de veículos novos. Para isso, não vacilam em pressionar poderosamente as indústrias montadoras de veículos. E impõem seus preços para o transporte de veículos novos, causando um grande prejuízo aos consumidores nacionais, que se tornam reféns dos mesmos, pagando sobrepreços altos e desnecessários no preço de cada carro, ônibus, caminhão transportado no Brasil. A prática mais ostensiva destes terroristas, desde o ano passado, é tocar fogo nas carretas de alguns transportadores cegonheiros, quando os mesmos estão trafegando em estradas pelo território nacional. Mas, esses terroristas, na busca de ganhos anuais de bilhões de dólares dos consumidores nacionais, têm uma especial predileção para realizar os seus atentados em trechos de estradas federais localizados no território do Estado de Minas Gerais. Este Estado, como se sabe, é um dos mais corruptos do País. Não por acaso o Mensalão nasceu em Minas Gerais, para beneficiar um ex-governador mineiro, para o qual trabalhou o publicitário mineiro Marcos Valério. Depois, com a ascensão de Lula e do PT ao poder federal, Marcos Valério passou a trabalhar para os petistas. fotos atentado posto vila 009 225x300 Terroristas incendiários colocam em prejuízo os consumidores de veículos novos no BrasilOs atos terroristas também procuram causar prejuízo para algumas empresas cegonheiras. E, quando fazem isso, estão prejudicando diretamente os consumidores. Pelo que foi possível verificar até hoje pela ação dos terroristas, é possível até mesmo para um leigo concluir que não se trata de iniciativa de simples bandidos desarticulados. Ao contrário, é ação de quadrilha organizada, que tem provavelmente um poderoso mandante. Os terroristas agem de maneira sorrateira, atacando em dupla, durante o turno da noite, quando o caminhão cegonha está estacionado e o motorista se encontra descansando, no sono. Nos primeiros dias de março, duas carretas cegonheiras foram incendiadas criminosamente. Agora outro caso de incêndio criminoso. Os automóveis novos que estavam sendo transportados nessas “cegonhas” foram todos consumidos pelo fogo criminoso. O grupo Decibra está investigando os rastros deixados pelos terroristas incendiários. Essa empresa de investigação empresarial disponibilizou todo o seu corpo de agentes na busca desses criminosos. Nada se sabe de suas investigações privadas. O Ministério Público Federal está agindo, assim como a área de inteligência dos organismos de segurança pública. Mas, até agora, peremptoriamente, a Polícia Federal ainda não encontrou pistas dos terroristas, embora quase a totalidade da torcida do Flamengo, no estádio do Maracanã, saiba quem são os mandantes. fotos atentado posto vila 010 Terroristas incendiários colocam em prejuízo os consumidores de veículos novos no BrasilO portal “Cartel Brasileiro” está acompanhando o caso inédito no Brasil da participação de terroristas no mercado de transporte de veículos novos. E desde já deixa uma pergunta: como é possível que um órgão como o CADE, do Ministério da Justiça, não faça uma exaustiva investigação, ao fim da qual, além de desmontar o cartel, ainda prestaria um grande favor aos consumidores brasileiros, ao baixar os preços dos veículos? A Polícia Federal e o Ministério Público Federal já têm os nomes de alguns desses terroristas que há meses tocam fogo em caminhões cegonheiros carregados de veículos novos. O que falta é uma ação conclusiva.

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Assassinato do jovem empresário Mário Gabardo completa 3 anos e 10 meses sem solução e os bandidos estão ainda impunes

mario foto final Assassinato do jovem empresário Mário Gabardo completa 3 anos e 10 meses sem solução e os bandidos estão ainda impunesVamos lembrar as autoridades de segurança pública do Rio Grande do Sul que hoje é mais um dia 29. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo, aos 20 anos, não tinha motivo para desconfiar que vivia suas últimas horas, ao entardecer do dia 29 de setembro de 2005, quando saiu da empresa em que era sócio com seu pai, a Transportadora Gabardo Ltda, por volta das 18h30. Mário Sérgio saiu dali e se dirigiu para a PUC, localizada na Avenida Ipiranga, onde deveria prestar prova no curso de Direito. Ele estava cursando o 8º. semestre. Concluída a prova, o jovem diretor de frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo dirigiu-se para a cidade de Canoas, situada na região metropolitana de Porto Alegre, colada a capital gaúcha, onde morava. Mário Sérgio tinha por hábito, nas noites de quinta-feiras, realizar um churrasco com amigos, em uma casa particular na rua Tomé de Souza no.258, em Canoas, sempre que sua agenda lhe permitia. Na noite de 29 de setembro de 2005, por volta das 20h50m, o jovem empresário Mário Sérgio, já havia deixado o seu automóvel Peugeot 307, cor cinza, automático, ano 2005, placas IXX 0307, no estacionamento do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Nesse momento Mário falava ao telefone celular com o Anderson, um amigo pessoal. Mário disse a Anderson que estava no supermercado e que fazia as compras para o churrasco daquela quinta-feira. Conforme a nota fiscal da Companhia Zaffari Comércio e Indústria, encontrada posteriormente entre seus pertences no carro Peugeot 307, Mário Sérgio passou pelo caixa do supermercado às 21h18m. A nota fiscal discrimina as suas compras: coxa de frango, costela bovina, costela de ovino, lingüiça toscana, pão, alho, carvão, cerveja e refrigerantes. A atendente de nome Tatiane realizou a operação de registro dessas compras, encerrando exatamente às 21h20m. Mário Sérgio gastou apenas dois minutos para passar as suas compras no caixa do supermercado e realizar o pagamento no valor de R$ 66,77. Depois ele se desloca para o estacionamento do shopping. Descarrega as compras do carrinho do supermercado e as coloca no porta-malas de seu automóvel Peugeot 307. Mário Sérgio ficou entre 20h50 e 21h30 na área do Shopping Bourbon Zaffari Canoas. Ele estava a poucos minutos de sua morte.

A seguir o empresário Mário Sérgio tomou o rumo da casa do amigo, que mora na rua Tomé de Souza, no bairro Niterói, onde seria realizado o churrasco. A distância percorrida entre o Shopping Bourbon Zaffari Canoas e a casa de número 258 da rua Tomé de Souza, possui em linha reta, não mais do que dois quilômetros. Mário Sérgio, como morador de Canoas sabia que a cidade era dividida pela BR 116. Com toda a certeza escolheu um caminho seguro entre os dois pontos (shopping e o local do churrasco) para trafegar com seu Peugeot 307 naquele horário da noite. Do shopping chegou à rua Humaitá e a seguir ingressou na rua Venâncio Aires, percorrendo-a no sentido centro-bairro. Pela rua Venâncio Aires, o empresário Mário Sérgio, em seu automóvel Peugeot 307, passou por cinco quadras até alcançar a esquina da rua Tomé de Souza. Mário quase na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza, exatamente às 21h37m38,  faz uma ligação de seu telefone celular para o aparelho celular de seu amigo Anderson que está no local da confraternização. A ligação durou 30 segundos, tempo suficiente para que o amigo Anderson soubesse de que ele estava nas imediações da casa de no. 258 da rua Tomé de Souza e que fosse aberto o portão da garagem de acesso ao interior do imóvel, onde ingressaria com seu carro (como sempre fazia rotineiramente nas quinta-feiras a noite).  O Peugeot 307 parou na esquina da rua Venâncio Aires com a rua Tomé de Souza. O empresário Mário Sérgio deu o sinal de que ingressaria com seu carro a sua esquerda, na rua Tomé de Souza. Rua Venâncio Aires esquina Tomé de Souza e o restaurante Galeteria Piatto BelloAo realizar a manobra com o Peugeot 307, dobrando a esquerda na Tomé de Souza, Mário Sérgio cumprimentou o manobrista da Galeteria Piatto Bello, que estava postado a frente dos veículos estacionados na área do restaurante. Esse lhe retribuiu com um aceno de mão. O funcionário da Piatto Bello viu o Peugeot 307 de Mário dobrar na rua Tomé de Souza. Também viu que atrás do Peugeot 307 vinha um automóvel Ford KA, cor prata, o qual realizou a mesma manobra. Até essa altura, Mário Sérgio não dava indicativo de se sentir ameaçado ou perseguido, tanto que acenou para o manobrista do restaurante Piatto Bello. Mário estava a poucos metros da casa particular onde se realizaria a confraternização habitual com seu grupo de amigos. Mário Sérgio, dirigindo o seu Peugeot 307 trafega mais alguns metros na rua Tomé de Souza, não mais de 30 metros, e vira o carro para a esquerda, após uma árvore, embicando-o em direção ao portão da casa de número 258, para ingressar na área interna do imóvel, onde se encontraria com os amigos para o churrasco semanal habitual. Dentro de seu carro, Mário aguardou por algumas frações de segundos para que fosse aberto o portão da casa de no.258. Nesse momento, encosta em perpendicular ao carro de Mário e paralelo a rua, de forma repentina, com luzes apagadas, por meio de uma manobra brusca, o automóvel Ford KA prata, que o estava perseguindo, sem que tivesse desconfiado do que estava prestes a acontecer. O veículo Ford KA prata parou na contra mão da rua Tomé de Souza, junto à calçada do lado esquerdo, muito próximo do Peugeot 307 de Mário Sérgio. Do automóvel Ford Ka prata, saltou pela porta dianteira do lado direito (a do carona), um homem de 1m80 de altura, com uma arma na mão direita, gritando para que Mário Sérgio saísse do carro. “Desce do carro, desce do carro”, gritava o assassino. Ato imediato, segurando a arma do crime, agora com as duas mãos, como se fosse um experiente atirador e executor, o assassino dispara dois tiros. Um desses tiros disparados realiza a trajetória de “fora para dentro do Peugeot 307, da esquerda para a direita, de trás para a frente”, vindo a destroçar o vidro da porta lateral esquerda traseira. Esse projétil penetra no corpo de Mário Sérgio, na “região escapular esquerda, acaba lacerando o lobo superior do pulmão esquerdo, ventrículo esquerdo, e se aloja no interior do saco pericárdico” (tecido fibroso que envolve o coração) do jovem empresário. Gravemente ferido, o empresário Mário Sérgio consegue, inacreditavelmente, engatar uma marcha a ré no seu Peugeot 307 (automático), e a seguir acelera o veículo para a frente, percorrendo alguns metros pela rua Tomé de Souza e entrando à esquerda na rua Conde de Porto Alegre, no sentido do centro da cidade de Canoas. O automóvel Ford KA prata, de luzes apagadas, já com o assassino dentro do veículo, sai correndo atrás do Peugeot 307 de Mário Sérgio, fazendo o mesmo percurso, perseguindo-o a uma pequena distância. Os dois carros percorrem duas quadras da rua Conde de Porto Alegre, sentido bairro-centro. Ainda na rua Conde de Porto Alegre, esquina com a rua da Figueira (segunda rua paralela com a rua Tomé de Souza), uma testemunha declarou ter ouvido três disparos de arma de fogo e a seguir novamente mais tiros. Essa mesma testemunha recorda de um barulho de uma colisão de carro. O Peugeot 307 acabou subindo a calçada e colidindo com uma árvore na rua Conde de Porto Alegre, quase esquina com a rua da Figueira. Mário Sérgio dentro do Peugeot 307 estava afivelado ao seu cinto de segurança, desmaiado, sem qualquer reação. Consta que o veículo Ford KA prata, parou junto ao Peugeot 307, e dele desceu o assassino, o qual se aproximou de Mário Sérgio, observou sua vítima por alguns instantes, e então voltou para o carro. A seguir se colocaram em fuga. O veículo Ford KA prata, onde estava o assassino e seu comparsa motorista, desceu a rua Conde de Porto Alegre de ré, com as luzes apagadas, tendo entrado também de ré na rua FAB (Força Aérea Brasileira), uma abaixo da rua da Figueira. Em seguida, engataram marcha a frente pela mesma rua FAB e saíram, duas quadras depois, na avenida Getúlio Vargas que margeia a BR 116 (estrada federal que atravessa a cidade e a corta em duas), sentido para o centro de Canoas. Imediatamente juntaram-se vários moradores em volta do Peugeot 307, cuja atenção foi despertada pelos tiros, pela freada de pneus e pelo barulho da colisão com a árvore. Passaram essas pessoas a serem testemunhas dos fatos ali ocorridos. Uma delas pediu socorro por telefone, chegaram brigada militar, uma ambulância e policiais civis. O jovem empresário Mário Sérgio Gabardo foi transferido nessa ambulância para o Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas, e lá declarado morto. Hoje, quase quatro anos após este assassinato, com todas as características de um crime sob encomenda a profissionais, continua hoje ainda insolúvel.

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Compensação ambiental relacionada à implantação do Pólo Automotivo da GM em Gravataí no RS ainda não foi integralizada – Parte 1

capa proc gm 199x300 Compensação ambiental relacionada à implantação do Pólo Automotivo da GM em Gravataí no RS ainda não foi integralizada – Parte 1O processo no. 001/1.09.0108430-5 que tramita na 3ª. Vara de Fazenda Pública da Justiça do Rio Grande do Sul trata de uma Ação Civil Pública ingressada pelo Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre, contra a General Motors do Brasil Ltda, Estado do Rio Grande do Sul e Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler – FEPAM. A data da propositura é de 15/04/2009. Consta que em 26 de setembro de 2006 a Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre, do Ministério Público do Estado do RS, recebeu uma correspondência eletrônica enviada por um ex-funcionário da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, o qual denuncia “que até então não havia sido integralizada a compensação ambiental em montante próximo a R$ 7.000.000,00 (sete milhões de reais) relacionada à implantação do complexo automotivo de Gravataí (RS), verba essa destinada a Unidades de Conservação (UCs) estaduais já estruturadas ou em vias de estruturação.” O MPE na oportunidade determinou a abertura de um Inquérito Civil (IC) para a investigação de estilo. Noticiado, o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul informou que promoveu uma auditoria na FEPAM e que a compensação ambiental, originária da Licença de Operação (LO) n0. 3046/00, expedida pela FEPAM para o Governo do RS e General Motors (GM), ambos empreendedores, não teria sido, até o momento, integralizada e que teria localizado na documentação pertinente ao processo de licenciamento ambiental um Termo de Compromisso (TC) celebrado entre a GM e o Estado do RS em 17 de março de 1997. O TC em questão diz que o Estado do RS “arcaria com todos os custos” necessários à infraestrutura do Complexo Automotivo da GM. O TC foi complementado pelo ofício do então titular da Secretaria de Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, à época, comprometendo-se a, no prazo de 90 dias, assinar com a Secretaria de Meio Ambiente do RS e a FEPAM um Termo de Compromisso para Execução das Medidas de Compensação Ambiental, acompanhado de um Plano de Trabalho e Cronograma de Execução e Desembolso. Esse “Termo de Compromisso” não logrou ser assinado, muito menos cumprido e, quando da expedição da nova Licença de Operação para o Complexo Automotivo da GM, viu-se a FEPAM na situação de ter de inserir na LO n0. 7359/06 uma condicionante. Merece destaque o fato de que essa LO foi expedida tendo somente a GM como empreendedora. Implantado o Distrito Industrial em Gravataí, o Estado do RS deixou de figurar, perante o órgão ambiental estadual FEPAM como empreendedor, passando as sucessivas licenças a serem expedidas para as empresas loteadas no referido Pólo Automotivo. A GM em reunião na Promotoria de Meio Ambiente declarou considerar cumpridos todos os seus compromissos assumidos com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul por ocasião da implantação do Pólo Automotivo.

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Lula diz que fiscalização não deixa o País funcionar

O presidente Lula criticou na sexta-feira a fiscalização sobre as obras e ações do governo no Brasil, por considerá-la excessiva, e afirmou que “esse País foi construído para não funcionar”. No que ele próprio classificou de “desabafo”, Lula afirmou que “a máquina de fiscalização é muito mais eficiente que a máquina de execução”: “É só ver quanto é que ganha um engenheiro do Dnit para fazer uma estrada e quanto é que ganha um auditor do Tribunal de Contas para fiscalizar a estrada que o engenheiro vai fazer”, disse ele. A remuneração inicial de um auditor do Tribunal de Contas da União é de cerca de R$ 12.000,00. O salário inicial de um engenheiro do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) é de R$ 4.270,00. Um discurso desse tipo autoriza o engenheiro do Dnit a meter a mão no dinheiro público, nada mais, nada menos, para tentar se igualar ou superar o auditor do Tribunal de Contas da União. Esse é Lula, esse é o discurso petista lulista. Deus proteja o Brasil. O discurso faz parte de uma campanha do governo Lula, e dele pessoalmente, nos bastidores e agora publicamente, pela própria voz do “Petista número 1”, para obrigar o Tribunal de Contas da União a parar com sua atividade de fiscalização. No ano passado, o tribunal fez uso de 124 medidas cautelares, por meio das quais suspende licitações e bloqueia repasses para obras com irregularidades graves. Por meio delas, o órgão calcula que evitou prejuízo de R$ 1,7 bilhão.

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Cartel Brasileiro recebe cópia do processo de Ação Civil Pública que envolve o projeto de expansão da fábrica GM de Gravataí

Um longo caminho foi seguido para se buscar dados que se pudesse chegar a ter em mãos a cópia integral do processo de ação civil pública que envolve a unidade da GM em Gravataí, no Rio Grande do Sul. O processo tem por autor o Ministério Público e por ré a General Motors do Brasil Ltda e a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (FEPAM). A Justiça do RS concedeu liminar ao MP proibindo a FEPAM de emitir a licença para o projeto da GM em Gravataí. A General Motors diz que os encargos para a implantação da área de conservação cabem ao Estado do Rio Grande do Sul, como parte do pacote de incentivos para a construção da fábrica. O tema é bastante polêmico e será agora tratado no Cartel Brasileiro.

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Nissan é condenada a devolver dinheiro aos cofres públicos por irregularidade na negociação de picapes

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou a Nissan e o ex-diretor de administração da Fundação Nacional de Saúde Wagner de Barros Campos a devolverem R$ 1,070 milhão aos cofres públicos por irregularidades na negociação de picapes. Além da devolução do dinheiro, o ex-diretor foi condenado a pagar uma multa de R$ 120 mil aos cofres do Tesouro Nacional e Nissan terá de pagar multa de R$ 240 mil. De acordo com o TCU, a Nissan reajustou o valor dos veículos que seriam comprados pela FUNASA em cerca de R$ 10 mil. E o ex-diretor deu ordem para o coordenador de material e patrimônio da Funasa assinar a nota de empenho. O TCU informou que irá encaminhar cópia da decisão para a Procuradoria da República no Distrito Federal para ajuizamento das ações civis e penais cabíveis contra as pessoas físicas e a Nissan. Ainda cabe recurso à decisão do TCU.

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