Presidente da GM não descarta quebra e cogita mais demissões
O novo presidente da General Motors, Frederick Fritz, admitiu neste domingo, a possibilidade de declarar a quebra da montadora e recorrer à recuperação pela via judicial se for necessário. A GM, no entanto, prefere a reestruturação sem monitoramento da Justiça. Ele também anunciou novas demissões ao declarar que a empresa terá de dispensar mais empregados do que o previsto em fevereiro. Para sobreviver à crise, a companhia depende da liberação de um resgate estimado em US$ 16,6 bilhões, mas a exigência do governo de Barack Obama para isso é que a GM faça uma reforma drástica nas finanças. O primeiro passo já foi cumprido oficialmente com a renúncia do então presidente Rick Wagoner. O governo americano rejeitou a proposta de reestruturação da companhia apresentada por ele por considerá-la “tímida, lenta e pouco profunda” e pediu a saída do executivo. Segundo Henderson, o novo plano de reestruturação, cujo prazo para ser apresentado é 1º de junho, deve prever o fechamento de mais fábricas. No plano anterior, estava previsto o fechamento de cinco unidades nos Estados Unidos e Canadá.
