Governador Aécio Neves prorroga prazo do IPVA para caminhões em Minas Gerais

O governador Aécio Neves anunciou a prorrogação do prazo para o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) relativo a 2009 para o segmento de caminhões em Minas Gerais. A medida foi tomada para reduzir os impactos da crise financeira mundial sobre o setor de transportes de carga no Estado. As estimativas são de que desde o final de setembro a crise tenha motivado a redução de 30% do volume de transporte de matéria-prima para o setor siderúrgico, além do carvão vegetal destinado às usinas, segundo informações da Federação das Empresas de Transporte Rodoviário de Carga (Fetcemg), que congrega cinco sindicatos patronais em todo o Estado. O prazo para pagamento da cota única, com desconto de 3%, foi transferido de janeiro para abril e o parcelamento em até três vezes deverá ser feito em abril, maio e junho, obedecendo-se o escalonamento pelo final de placa do veículo, a ser estabelecido pela Fazenda Estadual. A arrecadação de IPVA para 2009 é estimada em R$ 120 milhões, de acordo com dados do governo do Estado. O prazo para pagamento da Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículos Automotores (TRLAV) até 31 de março, porém, foi mantido.

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General Motors confessa ter traído consumidor

A GM (General Motors) emitiu um comunicado, com uma franqueza incomum, admitindo ter “decepcionado” e às vezes até “traído” os consumidores norte-americanos em meio ao lobby para garantir a ajuda federal que precisa para se manter ativa no próximo mês. O anúncio impresso representou uma mudança brusca em relação à postura da empresa apenas algumas semanas atrás, quando tentou justificar o pedido de ajuda ao governo dizendo que a crise de crédito prejudicou sua atividade de uma maneira que seus executivos nunca poderiam ter previsto. A mensagem vem também no momento em que Rick Wagoner, presidente-executivo da empresa desde 2000, enfrenta cada vez mais pressão para deixar a companhia, que pede até US$ 18 bilhões em ajuda federal. Além da GM, também a Chrysler e a Ford, as outras duas montadoras gigantes dos Estados Unidos, pedem ajuda ao governo para enfrentar a crise. “Ainda que continuemos sendo a líder de vendas nos Estados Unidos, reconhecemos ter desapontado vocês”, diz o anúncio. “Às vezes quebramos a confiança de vocês ao deixar nossa qualidade cair abaixo dos padrões do setor, e nossos designs se tornaram sem brilho.” A carta aberta, sem assinatura e intitulada “Compromisso da GM com o povo norte-americano”, foi publicada no jornal Automotive News, com ampla circulação entre executivos, lobistas e outros participantes do setor.

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Congresso dos Estados Unidos deve votar socorro de US$ 15 bilhões para Ford, General Motors e Chrysler

O governo dos Estados Unidos está em vias de fechar o pacote de socorro de emergência para as três maiores montadoras do País. A expectativa é que o Congresso vote ainda hoje um repasse de cerca de US$ 15 bilhões para Ford, General Motors e Chrysler. O pacote utilizaria os recursos de um programa já existente de apoio às montadoras para o desenvolvimento de carros com uso mais eficiente de combustível. Em troca do dinheiro, as montadoras teriam de concordar com termos similares aos que as instituições financeiras aceitaram para receber os US$ 700 bilhões de ajuda. Segundo uma fonte ligada ao Congresso, alguns desses termos seriam: limitar o pagamento dos principais executivos, parar de pagar dividendos, dar parte dos ganhos futuros ao governo e garantir que os contribuintes sejam reembolsados antes de qualquer outro acionista. Enquanto os congressistas discutiam, o presidente eleito, Barack Obama, reafirmou a sua posição de que as montadoras americanas deveriam sobreviver à crise. Ele acusou os executivos da indústria de não tomar uma posição e ficar “com a cabeça enfiada na areia”, atitude que impediu suas empresas de se tornarem mais competitivas no passado. O programa de socorro ao setor automobilístico pode também incluir um conselho para supervisionar a provisão de recursos e verificar se alguma dessas empresas está falhando no processo de recuperação.

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Pesquisadores de todo o mundo ressaltam benefícios do combustível ‘made in Brazil’

O uso do etanol brasileiro frente à produção de combustíveis a partir do petróleo foi defendido por pesquisadores brasileiros e de outros países, no primeiro dia de debates e apresentações orais de pesquisas do 3º Congresso Internacional Congresso Internacional de Cooperação entre Universidade e Indústria (Unindu). O Prof. Dr. Octavio Antonio Valsechi, da Universidade Federal de São Carlos, que atuou na criação do programa Pró-alcool, nos anos de 1970, rebateu grande parte das críticas a respeito da produção do etanol no Brasil. Para Valsechi, é falso o argumento de que o crescimento da área plantada de cana no Brasil poderá gerar uma queda na produção de alimentos e, conseqüentemente, aumento nos preços. “Temos 850 milhões de hectares para plantio no Brasil. [Leia mais]

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Ministério Público paulista quer anular acordo com montadoras sobre enxofre no combustível

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) está recorrendo da sentença da Justiça Federal que homologou o acordo firmado entre o Ministério Público Federal (MPF), montadoras de automóveis e outros órgãos governamentais para o adiamento da redução do teor de enxofre no diesel vendido no país. Em um debate sobre o tema realizado na Universidade de São Paulo (USP), o promotor de Justiça e Meio Ambiente do MP-SP, José Ismael Lutti, afirmou que os termos ratificados pela Justiça Federal, em novembro, não são benéficos à população, pois permitem que um combustível mais poluente continue a ser comercializado no país. Ainda segundo o promotor, o acordo homologado é irregular, pois, na prática, suspende uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que tem valor de lei federal. “Apelei à Justiça Federal e pedi a anulação da sentença, uma revisão do acordo. Se não tiver sucesso, ainda posso abrir um novo processo na Justiça Estadual”, disse em entrevista à imprensa. [Leia mais]

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Senador do Paraná protesta contra alto preço dos combustíveis

O senador Osmar Dias (PDT-PR) voltou a protestar contra o alto preço dos combustíveis no Brasil. Ele afirmou que o aumento de preços interfere na economia, prejudicando o setor produtivo e a população e afetando o crescimento do país, especialmente neste momento de crise financeira internacional . Dias lembrou que há poucos meses o preço do barril de petróleo chegou a US$ 144, o que equivalia a R$ 236, estando o dólar a uma cotação mais baixa. Hoje, observou, mesmo com o dólar valendo mais, o barril de petróleo fica em torno de R$ 100,00 “menos da metade, portanto, do que se encontrava cerca de três meses atrás”. O parlamentar disse ter verificado que a Petrobras está contabilizando um lucro, antes de fechar o terceiro trimestre, de R$ 26 bilhões, acrescentando que, se for feita uma projeção, a estatal deve alcançar um lucro, no final do ano, de R$ 40 bilhões. “Esse dinheiro [R$ 40 bilhões] está saindo do consumidor brasileiro, que está pagando muito caro pelo combustível. Se o combustível teve uma queda de preços em sua matéria-prima, ou seja, no petróleo, porque não temos uma queda no preço dos combustíveis: na gasolina, no óleo diesel?”, indagou o senador.

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Ministro de Minas e Energia vai rever preço do combustível só com petróleo estável

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que só será possível pensar em uma revisão dos preços dos combustíveis no Brasil em razão da redução do preço internacional do petróleo quando este se estabilizar. “Quando o (preço do) petróleo aumentou, desordenadamente, para US$ 145,00 o barril, não houve elevação do preço aqui. Portanto, quando baixa, agora, é preciso que se tenha calma, para que a Petrobras examine com cuidado esses números todos”, afirmou. No fim da semana passada, a cotação internacional do petróleo estava em torno de US$ 41,00 o barril. O ministro disse acreditar que chegará um momento em que o preço se estabilizará. “É nesse momento que a Petrobrás terá de se manifestar. Mas, enquanto o preço estiver subindo e descendo, é cedo. Além do mais, os preços aqui não sobem há três anos. Por que baixar agora?”, disse o ministro. Ao ser lembrado de que, no ano passado, houve aumento no preço dos combustíveis no País, o ministro afirmou: “No ano passado, não foi aumento. Foi uma pequena compensação, e o consumidor sequer pagou.”

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Combustível: MP requer o cancelamento do registro de candidatura do prefeito eleito de Sinop

A promotora eleitoral Lais Glauce dos Santos sustenta, ao analisar a prestação de contas do candidato Juarez Costa (PMDB), prefeito eleito no município de Sinop, Mato Grosso, que os vales-combustíveis apreendidos durante a campanha eleitoral, em um posto de abastecimento, foram fornecidos pela empresa ADM à Assembléia Legislativa do MT e doados para o candidato Juarez Costa. “Não se sabe de que forma os ditos vales-combustíveis pertencentes à Assembéia vieram parar nas mãos do candidato Juarez Costa e nem por ordem de quem”, descreve Lais, em seu despacho, encaminhado para a Justiça Eleitoral. A promotora requer, em ação de investigação eleitoral, o cancelamento do registro de candidatura do prefeito eleito Juarez Costa (PMDB), que os votos recebidos sejam nulos e que ocorra nova eleição no município de Sinop. A promotora aponta que houve abuso de poder econômico e político, pede a cassação do registro de Juarez Costa e novas eleições. Os pedidos referente a prestação de contas e invetigação de investigação eleitoral serão analisados pelo juiz João Guerra. [Leia mais]

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Fogo destruiu carretas carregadas com mercadorias de transportadora em São José do Rio Preto

Um incêndio destruiu parte de uma transportadora na cidade de São José do Rio Preto no último final de semana. Pelo menos sete veículos foram consumidos pelo fogo que também ameaçou casas e um posto de combustível. O fato foi registrado no domingo por volta das 15h00 no Jardim Sônia. Quatro unidades do Corpo de Bombeiros, além de caminhões pipas da prefeitura e uma usina da região ajudaram no combate ao incêndio. Vários caminhões foram retirados à pressa por funcionários da empresas, mas alguns deles foram atingidos pelo fogo. A Polícia vai abrir inquérito para apurar se o incêndio foi criminoso ou não. Um laudo deve ser divulgado num prazo de 30 dias. O dono da empresa não estava no local, mas foi avisado do fato por telefone. Depois de várias horas o fogo foi controlado.

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Guerra entre postos de combustíveis na cidade de Bauru em São Paulo

Mais uma vez, a guerra de preços entre os postos de combustíveis de Bauru, São Paulo, fez o preço do álcool despencar nas bombas. E quem comemora são os motoristas que encontram o litro do produto por R$ 1,18, valor 16% menor se comparado ao vendido na semana passada (R$ 1,39 o litro). Para o diretor do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sincopetro) de Bauru, Wagner Siqueira, o litro do álcool vendido a R$ 1,18 está fora da realidade. “Essa queda no preço certamente é temporária, pois os proprietários dos postos têm que ter dinheiro disponível para folha de pagamento, pagamento de impostos e manutenção”, explica. “A venda do álcool tão barata é inviável e isso pode ser percebido pelo preço da gasolina que não teve queda, apesar do combustível ter 25% de álcool em sua composição. O proprietário de postos de combustíveis precisam trabalhar com margem de lucro de cerca de 30%”, acrescenta Wagner. Atualmente, a cidade possui aproximadamente 120 estabelecimentos. O litro da gasolina é vendido, em média, a R$ 2,47 na cidade.

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