Artigos com Tag ‘Anfavea’

Montadoras já demitiram mais de 10 mil em seis meses

O número de empregos nas montadoras brasileiras registrou em abril deste ano a sexta queda consecutiva, segundo dados divulgados na última sexta-feira pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). O corte de novembro de 2008 havia sido o primeiro desde dezembro de 2006. Segundo a associação, foram eliminados 1.298 postos de trabalho apenas no mês de abril, representando uma queda de 1,1% sobre março. Somados os seis meses de cortes, a indústria aponta eliminação de 10.963 empregos. A Anfavea informou que considera tanto os empregos efetivos quanto os temporários. No mês passado, as empresas somaram 120.754 empregos. Até outubro, quando a crise se gravou no setor, eram 131.717 empregados nas montadoras.

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Venda de veículos avança 1,5% no mês de janeiro, diz ANFAVEA

Em janeiro deste ano, foram licenciados 197.454 novos veículos, um crescimento de 1,5% (2.968 carros) sobre as vendas de dezembro de 2008, que totalizaram 194.486 unidades. As informações são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O volume refere-se aos automóveis novos nacionais e importados com base nos dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Porém, na comparação com janeiro de 2008, quando foram emplacados 214.959 veículos, houve redução de 8,1%. Com a maioria das montadoras em férias coletivas no mês de dezembro, a retomada no início deste ano, fez a a produção de veículos no Brasil saltar  92,7% em janeiro sobre dezembro depois de cinco meses de quedas consecutivas, quando o setor foi abalado pela crise de crédito internacional Porém na comparação contra igual mês do ano anterior, houve queda de 27,1%  para 186,100 unidades. O mercado esperava com ansiedade os dados, depois que a produção industrial brasileira como um todo apresentou queda recorde em dezembro, puxada pelo setor automotivo.

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Vendas de veículos estabilizam e Anfavea prevê redução de estoque

O presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Jackson Schneider, afirmou nesta terça-feira que as vendas de veículos em janeiro devem se manter no mesmo nível registrado em dezembro do ano passado, em cerca de 194,5 mil unidades. “É praticamente o mesmo ritmo de vendas de dezembro. Ainda não voltou para aquele nível de 280 mil como vendemos em julho”, disse Schneider. De 1º a 26 de janeiro a indústria vendeu 147.148 automóveis e comerciais leves. No mesmo período de dezembro os licenciamentos somavam 147.152 veículos.

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Empresários e sindicalistas pedem agora menos ‘spread’

Ao mesmo tempo em que apoiaram a queda de 1 ponto porcentual na taxa básica de juros (Selic), empresários e sindicalistas reclamaram que o Banco Central poderia ter ido além, diante da crise econômica considerada grave. O presidente da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio), Abram Szajman, disse que, finalmente, o BC compreendeu a gravidade da crise. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou como “sensata e pragmática” a decisão do BC, mas destacou que só a queda da Selic não é suficiente. “São necessárias medidas que levem à redução do spread bancário, de modo a promover redução mais expressiva do juro para o tomador de crédito.” O spread é a diferença das taxas entre a captação dos recursos e a destinação final. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, acha que a queda sinaliza uma retomada de consumo, mas não consegue avaliar se a medida vai frear demissões no setor. “É preciso ver como a redução chegará na ponta do varejo.” Humberto Barbato, da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), lembrou que a Selic é um mero sinalizador. Para o economista da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solimeo, a decisão do Copom de reduzir em 1 ponto porcentual a taxa básica de juros não surpreendeu. O presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, defendeu a redução do spread bancário como “a próxima luta” para melhorar o acesso ao crédito e dinamizar a economia.

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