Artigos com Tag ‘General Motors’

Governo dos EUA quer vender ações da Chrysler e GM

O governo norte-americano pretende vender as suas ações das empresas General Motors e Chrysler. “O mais depressa possível”, afirmaram os conselheiros da administração Obama para o setor. “Estamos muito ansiosos por nos desfazermos (das ações) o mais depressa possível”, disse Ron Bloom, referindo-se aos títulos da General Motors e Chrysler, acrescentando que “na GM, o objetivo é fazer uma oferta pública em 2010″. Bloom disse ainda que o governo não vai vender todas as suas ações através de ofertas públicas de aquisição (OPA), uma vez que poderá ter mais receitas depois da OPA, porque os títulos das empresas podem subir. O governo federal dos Estados Unidos detém 61% da General Motors e oito por cento da Chrysler. As duas companhias automóveis receberam no conjunto 65 mil milhões de dólares (45 mil milhões de euros) em apoios governamentais.

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Compensação ambiental relacionada à implantação do Pólo Automotivo da GM em Gravataí no RS ainda não foi integralizada – Parte 1

capa proc gm 199x300 Compensação ambiental relacionada à implantação do Pólo Automotivo da GM em Gravataí no RS ainda não foi integralizada – Parte 1O processo no. 001/1.09.0108430-5 que tramita na 3ª. Vara de Fazenda Pública da Justiça do Rio Grande do Sul trata de uma Ação Civil Pública ingressada pelo Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre, contra a General Motors do Brasil Ltda, Estado do Rio Grande do Sul e Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler – FEPAM. A data da propositura é de 15/04/2009. Consta que em 26 de setembro de 2006 a Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre, do Ministério Público do Estado do RS, recebeu uma correspondência eletrônica enviada por um ex-funcionário da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, o qual denuncia “que até então não havia sido integralizada a compensação ambiental em montante próximo a R$ 7.000.000,00 (sete milhões de reais) relacionada à implantação do complexo automotivo de Gravataí (RS), verba essa destinada a Unidades de Conservação (UCs) estaduais já estruturadas ou em vias de estruturação.” O MPE na oportunidade determinou a abertura de um Inquérito Civil (IC) para a investigação de estilo. Noticiado, o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul informou que promoveu uma auditoria na FEPAM e que a compensação ambiental, originária da Licença de Operação (LO) n0. 3046/00, expedida pela FEPAM para o Governo do RS e General Motors (GM), ambos empreendedores, não teria sido, até o momento, integralizada e que teria localizado na documentação pertinente ao processo de licenciamento ambiental um Termo de Compromisso (TC) celebrado entre a GM e o Estado do RS em 17 de março de 1997. O TC em questão diz que o Estado do RS “arcaria com todos os custos” necessários à infraestrutura do Complexo Automotivo da GM. O TC foi complementado pelo ofício do então titular da Secretaria de Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, à época, comprometendo-se a, no prazo de 90 dias, assinar com a Secretaria de Meio Ambiente do RS e a FEPAM um Termo de Compromisso para Execução das Medidas de Compensação Ambiental, acompanhado de um Plano de Trabalho e Cronograma de Execução e Desembolso. Esse “Termo de Compromisso” não logrou ser assinado, muito menos cumprido e, quando da expedição da nova Licença de Operação para o Complexo Automotivo da GM, viu-se a FEPAM na situação de ter de inserir na LO n0. 7359/06 uma condicionante. Merece destaque o fato de que essa LO foi expedida tendo somente a GM como empreendedora. Implantado o Distrito Industrial em Gravataí, o Estado do RS deixou de figurar, perante o órgão ambiental estadual FEPAM como empreendedor, passando as sucessivas licenças a serem expedidas para as empresas loteadas no referido Pólo Automotivo. A GM em reunião na Promotoria de Meio Ambiente declarou considerar cumpridos todos os seus compromissos assumidos com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul por ocasião da implantação do Pólo Automotivo.

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Presidente da GM diz que vai ‘deixar a porta aberta’ para a tentativa de obter empréstimos dos EUA

As vendas de veículos pela General Motors em março até o momento seguem no mesmo ritmo do declínio de dois dígitos registrado em janeiro e fevereiro, disse o presidente da divisão da montadora na América do Norte, Tony Clarke. Segundo o executivo, a GM vai “deixar a porta aberta” para a tentativa de obter empréstimos do governo dos EUA para manter-se à tona caso as vendas este ano caiam abaixo do nível esperado de cerca de 11 milhões de unidades, conforme detalhado no plano de viabilidade do grupo apresentado ao Congresso. As vendas da GM nos EUA caíram 49% em janeiro e 53% em fevereiro na comparação com os mesmos meses do ano passado. O executivo repetiu a previsão da montadora de que o segundo semestre deste ano provavelmente registrará um aumento das vendas. Caso o ritmo atual se mantenha, a companhia venderá neste ano cerca de 9,2 milhões de carros e caminhões, prevê Clarke. “Estamos muito confiantes que o mercado começará a recuperar-se em algum momento durante o decorrer deste ano. Esperemos que isso corra mais cedo do que tarde”, disse ele. Clarke disse que o anúncio, no último dia 5, de que os auditores haviam concluído que a companhia pode pedir concordata “realmente derrubou o movimento em nossas concessionárias por cerca de uma semana”. Mas, segundo ele, os possíveis compradores voltaram desde então “e as vendas começaram a se recuperar também, eu diria, para o ritmo normal do mercado em baixa”.

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General Motors planeja vender metade da unidade alemã Opel

A General Motors está considerando a venda de pelo menos metade da sua unidade alemã Opel para compradores privados com apoio do governo da Alemanha, embora esteja procurando mais ajuda externa e dos Estados Unidos para se manter operando, noticiou ontem à noite a Bloomberg News, citando uma pessoa com conhecimento dos planos. O braço europeu da GM ainda terá de economizar US$ 1,2 bilhão anuais de acordo com os termos da proposta, que poderia incluir também o fechamento de uma fábrica em Antuérpia, na Bélgica, e a venda de uma fábrica em Eisenach, na Alemanha, disse a fonte, de acordo com a Bloomberg. Segundo a fonte, uma fábrica em Bochum, na Alemanha, poderia ser salva com concessões suficientes, informou a agência de notícias. As informações são da Dow Jones. Nas últimas semanas, trabalhadores da Opel na Alemanha vinham pressionando pela separação da subsidiária de sua matriz americana.

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Chefe da GM na Europa anuncia demissão de 3,5 mil na Opel

O chefe da General Motors (GM) na Europa, Carl-Peter Forster, anunciou que o plano de saneamento da Opel contempla, além da solicitação de ajudas estatais, o corte de mais 3,5 mil postos de trabalho e reduções salariais. “Deveremos suportar novos cortes na receita. Além disso, será necessário contar com a redução de, esperemos, não mais que 3,5 mil postos de trabalho”, assinala Forster, em declarações ao jornal alemão “Bild”. Na entrevista, o executivo se mostra favorável a que os quatro estados alemães onde há fábricas da Opel adquiram capital da empresa, de modo a garantir sua sobrevivência. Forster ressalta ainda que a “GM tem grande interesse na independência da Opel e está disposta a ser flexível no reordenamento da propriedade da empresa”. Apesar da crise, a Opel se tornou a segunda marca que maior número de veículos vende no mercado alemão, com 22 mil negociados em fevereiro e um aumento de 4,2% frente ao mesmo mês de 2008.

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GM pode pedir mais dinheiro ao governo para evitar declarar falência

A General Motors, ao se aproximar o prazo fixado pelo governo dos Estados Unidos para que apresente um plano de reestruturação, estuda pedir mais dinheiro à Casa Branca ou declarar falência, afirmou hoje o jornal “The Wall Street Journal”. A edição digital da publicação citou como fonte “pessoas familiarizadas com os planejamentos da GM”. No final de 2008, o governo emprestou à General Motors um total de US$ 13,4 bilhões, e outros US$ 5 bilhões à Chrysler, para impedir que os problemas financeiros das empresas as levassem à falência, e deu prazo até 16 de fevereiro para que apresentem ideias sobre sua viabilidade econômica. Por sua parte, o serviço de informação financeira e econômica pela internet “MarketWatch” afirmou que o Sindicato de Trabalhadores do Automóvel (UAW) retirou as concessões que tinha feito em suas negociações com a GM, e as conversas foram suspensas. O “Wall Street Journal” afirmou que a GM pedirá mais fundos em seu plano de reestruturação, “embora não se espere que a companhia inclua um valor em dólares”. [Leia mais]

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Ministério Público do Trabalho exige explicações da GM por demissões em SP

O ofício do Ministério Público do Trabalho (MPT) de São José dos Campos (SP) determinou na última terça-feira (20/01) que a General Motors (GM) apresente em cinco dias uma justificativa, por escrito, para as demissões de 744 trabalhadores temporários, ocorridas na semana passada, na fábrica da montadora na cidade paulista. O pedido foi feito pelo procurador do Trabalho Renato Silva Baptista e, segundo nota divulgada pelo MPT, “tem como objetivo preservar os metalúrgicos nos postos de trabalho, evitando um prejuízo social às famílias dos demitidos”. O MPT informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que Baptista avaliará os motivos das demissões para, se necessário, atuar para reverter a decisão em favor dos trabalhadores. O procurador pode optar por ajuizar uma ação civil pública, pedindo a reintegração dos demitidos ou o pagamento de indenização por danos morais coletivos. Em audiência na Procuradoria em São José dos Campos com os representantes da montadora e do Sindicato dos Metalúrgicos, Baptista expôs as medidas. A GM tem até o início da próxima semana para atender à solicitação.

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Vendas da GM caem 10,8% em 2008 e empresa perde liderança para Toyota

As vendas da General Motors tiveram queda de 10,8% em 2008 em todo o mundo, segundo dados divulgados na última quarta. Com o resultado, a empresa perde, pela primeira vez na história, a liderança em vendas no mercado automobilístico mundial para a rival japonesa, Toyota Motor. As vendas da principal montadora dos EUA caíram 10,8% no ano passado, para 8,35 milhões de unidades, contra 9,37 milhões em 2007. A Toyota, por sua vez, viu uma queda de 4% em suas vendas em 2008, em relação ao ano anterior, com 8,97 milhões de unidades. No quarto trimestre, a queda nas vendas da montadora americana foi de 26%, para 1,7 milhão de unidades. “O declínio refletiu, em grande medida, a queda de 379 mil unidades nas vendas na América do Norte, enquanto o mercado encolhe devido à queda na confiança do consumidor e às exigências maiores para concessão de crédito nos EUA”, informou a GM em um comunicado. Na América do Norte, as vendas da GM caíram 21% e na Europa, 7%. Na América Latina, na região da Ásia-Pacífico, no Oriente Médio e na África, no entanto, as vendas cresceram quase 3%.

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GM anuncia novo período de férias coletivas em São Paulo

A General Motoros do Brasil comunicou nesta sexta-feira um novo período de férias coletivas na unidade de São José dos Campos (SP), segundo informações do sindicato dos metalúrgicos local. Este é o sexto período nesta unidade desde setembro de 2008. De acordo com o sindicato, as férias coletivas vão ocorrer entre os dias 9 de fevereiro e 1º de março e atingem os funcionários do setor de CKD, que produz veículos desmontados para exportação. O sindicato informou este mesmo setor já parou em férias coletivas no período entre 24 de novembro e 23 de dezembro, retornando ao trabalho no dia 5 de janeiro deste ano, por conta do recesso das festas de fim de ano. A empresa teria alegado que tomará a medida para minimizar os efeito da crise financeira internacional, segundo a entidade. O comunicado da montadora não informa o número de trabalhadores que serão atingidos. Mas, segundo estimativas do sindicato, cerca de 400 trabalhadores deverão ficar em casa durante o período.

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GM pede segunda parte de empréstimo nos Estados Unidos

 A montadora norte-americana General Motors advertiu que ficará sem dinheiro em breve se o governo federal não liberar rapidamente a segunda parte de um empréstimo de US$ 9,4 bilhões prometido em dezembro de 2008. A montadora anunciou ontem, quarta-feira, o resultado de vendas no ano passado, com o qual perdeu a liderança mundial para a japonesa Toyota. “Se não recebermos a segunda parcela do financiamento, ficaremos sem dinheiro”, afirmou o chefe de operações da GM e ex-presidente da GM do Brasil, Fritz Henderson, durante conferência realizada pelo jornal especializado “Automotive News”. “Concluímos a papelada necessária para a segunda parcela e, francamente, esperamos recebê-la”, disse. Henderson mencionou a perspectiva de um esgotamento dos cofres antes mesmo do vencimento de 31 de março, quando a empresa terá que provar ao governo federal que é viável. Em 31 de dezembro, US$ 4 bilhões foram liberados e a GM espera receber outros US$ 5,4 bilhões em janeiro. . As verbas vêm acompanhadas de condições estritas. A GM, assim como a Chrysler, que também recebeu ajuda governamental, deverá demonstrar até março que é viável financeiramente. Caso contrário terá que devolver o dinheiro recebido.

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