Artigos com Tag ‘General Motors’

GM dá licença remunerada para 1,6 mil trabalhadores temporários

A General Motors (GM) do Brasil informou que 1.633 funcionários temporários da fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista, cujos contratos vencem em fevereiro, março e abril, entrarão em licença remunerada. A montadora informou que comunicou a decisão na segunda-feira ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul. “A empresa honrará os termos dos contratos de trabalho por prazo determinado até suas respectivas expirações”, afirmou a companhia. A empresa explicou que a decisão deve-se a diminuição da atividade industrial em geral e, particularmente, no setor automobilístico.

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Empréstimo do governo é suficiente para o 1º trimestre, diz GM

O presidente-executivo da General Motors, Rick Wagoner, afirmou que a empresa tem recursos suficientes para se manter até março com o empréstimo de US$ 13,4 bilhões do governo americano. Em entrevista coletiva em uma feira de automóveis em Detroit, Wagoner também disse que a GM continua procurando um comprador para a marca Saab. Wagoner indicou que poderia a empresa GM ainda optar por pedir um fundo adicional depois de uma revisão que será feita em março, junto com o governo, para avaliar a reestruturação da companhia. “Os 13,4 bilhões são consistentes com o que pedimos para o primeiro trimestre”, disse Wagoner. “Vamos obviamente revisar o plano e aí veremos o que precisaremos. Por agora, achamos que estamos bem cobertos”. Sob os termos do empréstimo, a GM tem até março para demonstrar ao governo que pode ser viável financeiramente. A companhia precisa trabalhar para cortar as suas dívidas em dois terços. Wagoner também afirmou que a indústria automotiva se beneficiaria se o programa de estímulo econômico do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, incluísse novos incentivos para a compra de carros.

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GM dá férias coletivas em São José dos Campos

A General Motors (GM) concedeu férias parciais para 600 metalúrgicos de São José dos Campos na última sexta-feira. Segundo a montadora, a medida atinge 400 trabalhadores da linha de montagem dos veículos S-10 e Blazer e outros 200 na divisão de transmissões e motores Powertrain II, que ficarão parados durante 29 dias, de 26 de janeiro a 23 de fevereiro. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (Sindimetal SJC), as duas linhas empregam ao todo 1,1 mil trabalhadores. Os funcionários da Powertrain II estão de férias coletivas desde o dia 15 de dezembro e voltariam ao trabalho no dia 25 de janeiro. Em novembro, 600 trabalhadores da Powertrain I e II ficaram parados. Os trabalhadores da linha da S-10 estiveram em férias coletivas de 1º a 23 de dezembro e receberam uma semana de licença remunerada, no início dessa semana. De acordo com o Sindimetal, a GM ainda não cogita demissões na base do sindicato, que representa 8.940 metalúrgicos. “Por enquanto eles estão trabalhando com os contratos temporários”, diz o diretor sindical Vivaldo Moreira Araújo. Segundo ele, a GM deixou de renovar o contrato de 54 trabalhadores temporários. Os metalúrgicos foram contratados há um ano, para reforçar a linha Powertrain II.

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MPF ingressa com ação civil pública contra o CADE, a União, a ANTV e o SINDICAM (Parte 2)

pagina 8 225x300 MPF ingressa com ação civil pública contra o CADE, a União, a ANTV e o SINDICAM (Parte 2)Detalhes reveladores constam na Ação Civil Pública, processo no. 2008.34.00.033773-0, ingressado em 22/10/2008 pelo Ministério Público Federal, contra o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a União, em face de omissão da SDE (Secretaria de Direito Econômico), a Associação Nacional de Transportadores de Veículos – ANTV e o Sindicato Nacional dos Transportadores Rodoviários Autônomos Veículos Peq. Micro Empr. Transp. Rod. de Veículos – SINDICAM (esses dois últimos como litisconsortes passivos necessários). Consta na página 8/78 da referida ação civil pública, que: “Em 09 de agosto de 2002, foi proposta Ação Civil Pública por parte do Parquet Federal no Rio Grande do Sul, em face da ANTV, do SINDICAM, da montadora de veículos General Motors do Brasil (GMB) e do Sr. Moan Yabiku Júnior, representante legal da GMB. Na oportunidade, foram-lhes imputadas as práticas anticoncorrenciais no mercado de transporte interestadual de veículos novos no Estado do Rio Grande do Sul previstas nos incisos I, II e II do art.20 c/c incisos I, II, III, IV, V, X, VVIV e XV do art.21, ambos da Lei no. 8.884/94. Após a análise da documentação enviada pelo MPF para a Secretaria de Direito Econômico (SDE), esta concluiu pela existência de indícios suficientes para a instauração de processo administrativo contra a ANTV e o SINDICAM, sendo, inclusive, imposta pela SDE medida preventiva (Lei no. 8.884/94, art. 52) para proibir a atuação do Cartel.” pagina 10 225x300 MPF ingressa com ação civil pública contra o CADE, a União, a ANTV e o SINDICAM (Parte 2)A seguir na página 10/78, o Procurador da República, Paulo José Rocha Junior, continua: “como se depreende dos autos do processo administrativo que instruiu o presente caso, houve a produção de provas com elementos contundentes para a condenação, concluindo-se pela existência de práticas contrárias à concorrência e culminando, inclusive, com a recomendação de condenação das empresas por parte da SDE. Ocorre que, mesmo diante da robusta produção de provas e dos pareceres favoráveis à condenação, o CADE decidiu pelo arquivamento do processo administrativo, com base na falta de provas e, conseqüentemente, no princípio da inocência. Diz o MPF que na Ação Civil Pública proposta pelo Parquet Federal do RS, cuja cópia foi enviada à SDE e deu início ao Processo Administrativo em questão, restou claramente delineadas a conduta dos infratores, inclusive com provas contundentes.

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México: General Motors vai encerrar temporariamente três fábricas

General Motors (GM) vai encerrar temporariamente três das suas fábricas no México no final de Dezembro, anunciou segunda-feira a empresa. As fábricas de San Luis Potosi e Guanajuato (centro) e de Coahuila (nordeste) serão fechadas a 22 de Dezembro e reabertas progressivamente em Janeiro de 2009, precisou a GM num comunicado. As grandes praças bolsistas terminaram em queda na segunda-feira, aguardando uma decisão de Washington relativa a uma ajuda aos construtores automóveis norte-americanos em dificuldades, incluindo a General Motors, Ford e Chrysler. “As condições do mercado ilustram uma situação que atinge a indústria automóvel mundial”, explicou a General Motors México. “Por esta razão, vamos reexaminar constantemente os nossos níveis de produção para os ajustar à procura”, acrescentou o grupo, sem revelar detalhes suplementares sobre a redução da produção.

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Canadá anuncia crédito de US$ 2,6 bilhões para montadoras

O Governo do Canadá anunciou que financiará um pacote de ajuda de 3,3 bilhões de dólares canadenses (US$ 2,64 bilhões) para as montadoras General Motors (GM), Ford e Chrysler, metade do valor que havia sido pedido pelas fabricantes de automóveis. O anúncio foi dado pelo ministro da Indústria do Canadá, Tony Clément, que explicou que a ajuda será proporcionada tanto pelo Governo Federal canadense quanto pelas autoridades de Ontário, a província onde se concentra toda a indústria automobilística do país. No entanto, o ministro também disse que a ajuda está condicionada a que os Estados Unidos aprovem seu próprio pacote de socorro para o setor. Na última quinta, o Senado americano não conseguiu chegar a um acordo para votar um plano de US$ 14 bilhões. As montadoras esperam agora que o governo use o dinheiro de um plano de US$ 700 bilhões criado para o setor bancário para recuperar a indústria automobilística.

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GM pode pedir concordata

Logo após a rejeição pelo Senado dos EUA do pacote de socorro às montadoras, na madrugada desta sexta-feira (horário de Brasília), a General Motors afirmou, por meio de seu porta-voz, estar “profundamente desapontada” com a decisão. Mais do que isso, a montadora revelou que contratou assessores jurídicos e banqueiros para “enfrentar todas as emergências possíveis”, incluindo um pedido de concordata, segundo a agência AFP. Segundo reportagem do Wall Street Journal, o diretor-executivo da GM, Rick Wagoner, “ainda não acredita” na necessidade do pedido de concordata. Porém, diante da dura batalha para obter o empréstimo do governo federal, decidiu “nas últimas semanas contratar assessores externos” para preparar uma eventual quebra. GM e Chrysler correm contra o tempo. Juntas, as companhias haviam pedido 34 bilhões de dólares aos cofres públicos. A Câmara dos Representantes aprovou a ajuda de 14 bilhões de dólares, com a contrapartida de receber ações das empresas. O Senado, porém, rejeitou a proposta.

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Toyota diz que falência da GM pioraria crise

A Toyota Motor afirmou que uma grande falência na indústria automotiva dos Estados Unidos pioraria a situação já grave do ambiente de negócios. A empresa acrescentou que espera por uma solução para que esse cenário seja evitado. “O mercado automotivo dos Estados Unidos está encolhendo rapidamente”, afirmou a maior montadora do Japão em comunicado. “Uma grande falência vai exacerbar um ambiente de negócios já difícil para a Toyota e para a indústria. Esperamos evitar essa situação.” Uma proposta de ajuda financeira a General Motors, Chrysler e Ford fracassou no Senado dos EUA, aumentando a chance de um colapso da indústria e provocando fortes desvalorizações de ações de fabricantes de veículos da Ásia.

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Fracassa no Senado dos EUA acordo para socorrer montadoras

O Senado dos Estados não chegou a um acordo para votar o plano de socorro à indústria automobilística nesta quinta-feira, informou o líder democrata, Harry Reid. “Estou terrivelmente decepcionado por não termos sido capazes de chegar a uma conclusão”, disse Reid, após várias horas de negociações entre os legisladores para chegar a um acordo que permitiria o desembolso de empréstimos federais aos grandes fabricantes de automóveis de Detroit. Um núcleo de senadores republicanos se opõe ao plano de ajuda com fundos públicos às montadoras General Motors, Chrysler e Ford. “Poderíamos passar toda a noite, a manhã, o sábado, o domingo que não chegaríamos a um acordo”, admitiu o democrata. Na última quarta-feira, a Câmara dos Representantes aprovou um pacote de US$ 14 bilhões para a indústria automobilística. O texto, acertado entre negociadores da maioria democrata no Congresso e a Casa Branca, foi aprovado por 237 votos contra 170. O projeto prevê a liberação, de forma imediata, de US$ 14 bilhões de dólares em empréstimos para General Motors (GM), Chrysler e Ford, as “Três Grandes” montadoras americanas. Inicialmente, os três principais fabricantes de veículos pediam US$ 34 bilhões de dólares para evitar a falência.

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General Motors confessa ter traído consumidor

A GM (General Motors) emitiu um comunicado, com uma franqueza incomum, admitindo ter “decepcionado” e às vezes até “traído” os consumidores norte-americanos em meio ao lobby para garantir a ajuda federal que precisa para se manter ativa no próximo mês. O anúncio impresso representou uma mudança brusca em relação à postura da empresa apenas algumas semanas atrás, quando tentou justificar o pedido de ajuda ao governo dizendo que a crise de crédito prejudicou sua atividade de uma maneira que seus executivos nunca poderiam ter previsto. A mensagem vem também no momento em que Rick Wagoner, presidente-executivo da empresa desde 2000, enfrenta cada vez mais pressão para deixar a companhia, que pede até US$ 18 bilhões em ajuda federal. Além da GM, também a Chrysler e a Ford, as outras duas montadoras gigantes dos Estados Unidos, pedem ajuda ao governo para enfrentar a crise. “Ainda que continuemos sendo a líder de vendas nos Estados Unidos, reconhecemos ter desapontado vocês”, diz o anúncio. “Às vezes quebramos a confiança de vocês ao deixar nossa qualidade cair abaixo dos padrões do setor, e nossos designs se tornaram sem brilho.” A carta aberta, sem assinatura e intitulada “Compromisso da GM com o povo norte-americano”, foi publicada no jornal Automotive News, com ampla circulação entre executivos, lobistas e outros participantes do setor.

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