Artigos com Tag ‘GM’

Obama diz que GM e Chrysler sairão mais fortes da crise

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse esperar que as montadoras americanas General Motors (GM) e Chrysler saiam fortalecidas da atual crise financeira. “Eu acredito que a GM vai ser uma companhia forte (…) assim que a economia se recuperar e eles completarem sua reestruturação”, afirmou o presidente em entrevista ao canal de TV C-Span. Obama disse que acredita que o mercado americano de veículos pode se expandir, e a demanda, este ano de cerca de 10 milhões de unidades, pode chegar a 15 milhões quando a economia se recuperar. “Estamos olhando para um mercado substancial, que estará disponível para as montadoras americanas se elas tomarem as decisões certas agora”, disse Obama. “A minha esperança é que veremos tanto a GM quanto a Chrysler emergirem desse processo de reestruturação mais eficientes, mais agressivas e mais competitivas, com linhas de produtos que tenham mais apelo junto ao consumidor”, acrescentou. A Chrysler está em concordata. A GM recebeu do governo americano na semana passada um empréstimo adicional de US$ 4 bilhões, elevando para mais de US$ 19 bilhões o total de recursos públicos recebidos. A GM tem prazo até 1º de junho para apresentar um plano de reestruturação e evitar uma concordata.

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Fiat apresenta oferta pelos negócios da GM no Brasil e na Argentina

A montadora italiana Fiat apresentou na última sexta-feira uma oferta pelas atividades da GM (General Motors) no Brasil e na Argentina, como parte das negociações de compra das filiais européias da empresa norte-americana. A GM negocia a venda a Opel e da Vauxhall na Europa, a fim de reduzir seus custos para reestruturar a empresa e evitar a concordata. A Fiat entregou um documento com uma oferta sobre a alemã Opel e a marca britânica Vauxhall, mais as atividades da GM no Brasil e Argentina. Na última quarta-feira, o grupo italiano já havia anunciado a oferta sobre as operações européias da GM. A Fiat e a GM disputam a liderança do mercado no Brasil, colocadas, respectivamente, como primeira e a terceira montadora, em volume de vendas de automóveis. Considerando a América Latina, a GM tem maior participação no mercado, com vendas que passam de 1,2 milhão em 2008 veículos, enquanto a Fiat vendeu 700 mil unidades. Com suas propostas agressivas sobre a GM, a Fiat busca se tornar uma montadora global, disputando mercado com a japonesa Toyota e a alemã Volkswagen. A Fiat não está sozinha na concorrência pelas operações européias da GM: o grupo austro-canadense Magna International, o fabricante de veículos russo Gaz Russia e a empresa belga RHJ International também demonstraram interesse na Opel e Vauxhall.

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América Latina vira obstáculo em negociações entre GM e Fiat

As operações da GM na América Latina são consideradas obstáculos para as negociações entre a montadora norte-americana e a fábrica italiana Fiat, segundo informou nesta quinta-feira, 1uma reportagem da edição européia do Financial Times. De acordo com o jornal, duas pessoas próximas das discussões afirmaram que a Fiat quer comprar as operações latino-americanas da GM, mas a montadora dos EUA está relutante em abrir mão delas. “A América Latina é o empecilho”, disse uma dessas fontes, que pediu anonimato, já que se trata de um assunto delicado. “A GM não vai simplesmente entregar” essas operações, afirmou. Os acordos implicam em uma aliança automotiva entre as montadoras e incluem também a Opel/Vauxhall, Saab e Chrysler.

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General Motors deve transferir mais produção de veículos para a China

Ainda amargando os efeitos da crise econômica americana, a montadora General Motors (GM) irá transferir mais de sua produção de veículos dirigidos para os Estados Unidos para unidades na China, Coreia do Sul, México e Japão. Por outro lado, a produção na Europa, no Canadá e na Austrália será diminuída, afirmou o jornal Detroit News. O jornal cita um relatório confidencial enviado pela empresa ao Congresso, que vazou e foi divulgado para o conhecimento da opinião pública. Segundo o relatório, a fabricante de automóveis limitará suas importações totais para um terço das vendas domésticas nos Estados Unidos. Sindicatos norte-americanos não estão satisfeitos com a medida, que parece solidificar a política da companhia de importar um número significativo de veículos de países com custos de trabalho mais baixos, enquanto busca os contribuintes norte-americanos para arcar com o resgate da empresa, segundo o documento. Porém, um porta-voz da GM afirmou que nenhum dos US$ 15 bilhões recebidos pela companhia do Tesouro dos EUA será usado para financiar operações em outros países.

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Financeira da GM pode receber US$ 7,5 bilhões do governo dos EUA, diz jornal

A GMAC, debilitada concessora de empréstimos do setor automotivo, pode receber uma ajuda de US$ 7,5 bilhões do governo norte-americano na próxima semana, publicou o jornal “Washington Post” no último sábado (09/05), citando fontes não identificadas. Os recursos para a GMAC podem vir como parte do pacote do governo do presidente Barack Obama direcionado para revitalizar o sistema financeiro do país, mesmo após a descoberta de que os maiores bancos do país precisam de menos recursos do que o esperado, informou a publicação. Na última sexta-feira, o secretário do Tesouro norte-americano, Timothy Geithner, diz que o governo vai fornecer suporte substancial à GMAC, fornecedor vital de financiamento para compradores de automóveis produzidos nos Estados Unidos. O Tesouro e reguladores do setor bancário do país avaliaram que a GMAC precisa levantar US$ 11,5 bilhões para cobrir um possível déficit de capital, caso a economia se deteriore mais. A GMAC, braço financeiro da General Mortos, já recebeu US$ 5 bilhões do governo. Além disso, o Tesouro emprestou à GM US$ 884 milhões direcionados às atividades de empréstimo da GMAC. Com a reestruturação de Chrysler, a GMAC está assumindo as operações da Chrysler Financial. Em 30 de abril, o governo Obama anunciou o pedido de concordata da Chrysler e informou que vai oferecer apoio à GMAC, incluindo o capital necessário, para financiar as vendas da Chrysler.

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GM anuncia prejuízo de US$ 6 bilhões no primeiro trimestre

A General Motors teve um prejuízo no primeiro trimestre deste ano de US$ 6 bilhões.A perda por ação foi de US$ 9,78, indica o balanço divulgado nesta quinta-feira, 7.  No mesmo período do ano anterior, a empresa teve prejuízo de US$ 3,3 bilhões, US$ 5,80 por ação. A montadora gastou US$ 10,2 bilhões a mais do que tinha em caixa. As receitas da montadora caíram 47%, de US$ 42 bilhões nos três primeiros meses de 2008 para US$ 22,4 bilhões no trimestre passado. A GM recebeu US$ 15,4 bilhões em empréstimos do governo americano e trabalha num plano de reestruturação para evitar a concordata. A montadora diz que o resultado reflete a contínua desaceleração econômica global e queda das vendas em termos de volumes em toda a indústria. A empresa observa, entretanto, que as perdas foram parcialmente minimizadas por uma expressiva redução nos custos estruturais.

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Fiat quer General Motors da Alemanha

Depois da aliança com a montadora americana Chrysler anunciada na última quinta-feira, a italiana Fiat quer agora fechar acordo com a alemã Opel, subsidiária da General Motors (GM), disse o presidente executivo da Fiat, Sergio Marchionne, em entrevista publicada na sexta-feira, no jornal La Stampa. Marchionne disse que a Fiat também continua comprometida com a Itália, mas precisa trabalhar junto ao governo e a sindicatos em “problemas estruturais”. “Agora nós temos que nos concentrar na Opel. Eles são nosso parceiro perfeito”, disse Marchionne. O presidente da GM, Fritz Henderson, disse que a companhia não deixará de operar na Europa, mas admitiu que “terá uma estrutura diferente”. Durante uma entrevista coletiva realizada em Detroit, ele confirmou que a GM está mantendo “discussões com vários investidores” sobre a venda da Opel, mas se negou a informar nomes.

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GM oferece controle ao governo dos Estados Unidos em troca de mais US$ 11,6 bilhões

O governo norte-americano poderia assumir o controle da fabricante de veículos GM (General Motors) em troca de oferecer outros US$ 11,6 bilhões em ajuda à montadora, segundo o plano da empresa para acelerar seu plano de reestruturação, que envolve ainda a extinção da marca Pontiac, o corte de 21 mil empregos e o fechamento de 13 unidades nos Estados Unidos até o final de 2010. Esses US$ 11,6 bilhões, segundo a proposta da GM, se somariam aos US$ 15,4 bilhões que a GM já recebeu em ajuda do governo (na última quarta-feira, o Departamento do Tesouro liberou para a GM mais US$ 2 bilhões para manter sua produção e financiar seu capital de giro; a empresa já havia conseguido US$ 13,4 bilhões no ano passado para não falir). Neste ano, a GM pediu ao governo do presidente Barack Obama outros US$ 16,6 bilhões em empréstimos. A montadora também anunciou um plano de troca de US$ 27 bilhões de dívida não assegurada por ações: a empresa quer oferecer 225 ações para cada US$ 1.000,00 em dívidas de seus credores. Com a troca, e a conversão de sua dívida com o Departamento do Tesouro e com um fundo de funcionários aposentados do UAW (United Auto Workers, principal sindicato do setor automobilístico nos Estados Unidos), a GM poderia reduzir sua dívida em US$ 44 bilhões. Dessa forma, o Tesouro ficaria com o controle de mais da metade da GM. O presidente da GM, Fritz Henderson, disse que a montadora continuará a ser “uma companhia global, mas sua natureza vai mudar”, quando sua reestruturação tiver sido concluída. A GM vai se concentrar na manutenção de quatro marcas (Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC).

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General Motors vai encerrar temporiamente 13 fábricas nos EUA e no México

A General Motors (GM) anunciou que vai encerrar, temporariamente, 13 fábricas nos Estados Unidos e no México, numa tentativa de controlar o crescente armazenamento de carros devido à queda nas vendas. A principal construtora automóvel norte-americana, disse que a suspensão da produção terá início em maio e terminará em julho, o que vai gerar um corte de produção de 190 mil veículos, numa tentativa de equilibrar a produção com as vendas. O número de semanas que as fábricas estarão encerradas vai variar de caso para caso. Os empregados destas 13 fábricas terão assim “férias coletivas”. A GM disse que a paralisação das fábricas também vai ajudar a proteger a montadora contra uma eventual suspensão nos trabalhos da fabricante de peças Delphi, que está em concordata. Porém, este encerramento temporário pode ser catastrófico para muitos fornecedores de peças para carros que já estão perto da falência devido aos anteriores cortes da produção, de acordo com o mesmo jornal. A decisão foi tomada num altura em que a GM, que sobrevive à custa do empréstimo estatal de 13,4 mil milhões de dólares (10,2 mil milhões de euros), se esforça para continuar a funcionar com ajuda do Governo. A companhia tem um prazo imposto por Barack Obama, que vai até ao primeiro dia de junho, para se reestruturar profundamente ou, então, pedir falência.

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General Motors pode fechar maioria das fábricas nos Estados Unidos

Duas pessoas envolvidas com os planos de reestruturação da GM afirmaram que a montadora deve fechar a maior parte de suas fábricas nos Estados Unidos, como parte de seu plano de reestruturação. A companhia pode desativar as unidades em até nove semanas. O governo americano concedeu até o dia 1º de junho como prazo para a empresa apresentar seu projeto de resgate, como parte dos requisitos para a liberação de mais verbas para manter a produção. A empresa recebeu em dezembro de 2008 uma ajuda de US$ 13,4 bilhões para manter suas fábricas abertas. Contudo, a empresa pediu neste ano outros US$ 16,6 bilhões para dar cabo do plano de reestruturação de suas marcas. As quedas nas vendas e o grande volume dos estoques foram os motivos apontados pelos funcionários envolvidos no projeto para fechar várias unidades.

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