Artigos com Tag ‘GM’

GM pode deixar de pagar dívida de US$ 1 bilhão devido à reestruturação

O diretor financeiro da GM (General Motors), Ray Young, afirmou nesta quarta-feira que a empresa pode não fazer o pagamento de uma dívida de US$ 1 bilhão, com vencimento em 1º de junho, segundo reportagem do diário norte-americano “The Wall Street Journal”. O pagamento dessa dívida só ocorreria se o credor aceitasse uma troca de papéis de dívida por títulos, o que faz parte da estratégia de reestruturação da empresa. “De qualquer modo, já teremos uma oferta aberta”, disse Julie Gibson, porta-voz da empresa. A data do vencimento da dívida é emblemática porque ocorre um dia antes de expirar o prazo dado pelo governo norte-americano para que a empresa apresente um novo plano de reestruturação. Segundo Young, o programa de troca de papéis será lançado nos próximos dias e pretende reduzir a dívida não garantida da empresa, de US$ 28 bilhões. A expectativa do executivo-chefe da empresa da montadora, Fritz Henderson, é reduzir a dívida para cerca de US$ 9,2 bilhões.

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GM anuncia corte de 1,6 mil empregos administrativos

A montadora General Motors (GM), que multiplica os esforços para se reestruturar sem passar por um processo de concordata, cortará 1,6 mil postos administrativos nos Estados Unidos, informou nesta segunda-feira (20) o porta-voz Tom Wilkinson. Troy Clarke, presidente para a GM nos EUA, enviou nesta segunda-feira um e-mail para seus funcionários dizendo que as demissões são necessárias para garantir a existência da companhia a longo prazo. “Nesses tempos sem precedentes, a GM está reinventando cada aspecto de seu negócio, incluindo nosso tamanho e estrutura organizacional, para criar uma companhia ágil.” Em fevereiro, a GM anunciou que irá reduzir em 14% a força de trabalho da empresa até o fim deste ano, demitindo 10 mil funcionários, além de diminuir temporariamente os salários da maioria dos empregados que permanecerem na empresa.Nos Estados Unidos, onde trabalham 29,5 mil assalariados, esse corte de pessoal fará 3,4 mil “vítimas”. A diminuição no salário dos executivos será, em média, de 10%, enquanto vários outros funcionários terão seus vencimentos reduzidos entre 2% e 7%. A medida é temporária e vale até o fim de 2009.

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GM deve se preparar para pedir falência, diz governo americano

A montadora General Motors (GM) deve executar os preparativos necessários para recorrer à lei de falências em 1º de junho, determinou o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. Apesar da empresa insistir na possibilidade de reestruturação, o jornal New York Times, disse que as instruções foram transmitidas por membros do comitê para as montadoras. O objetivo da preparação antecipada é preparar a GM para um pedido de falência rápido e cirúrgico e assim, poder solicitar a proteção sob a lei de falências. Esta é a medida caso a montadora não coniga um acordo com os proprietários de bônus para a troca de US$ 28 bilhões em dívidas e com o sindicato Automobile Workers Union, completa o jornal. A GM já recebeu uma ajuda federal de 13,4 bilhões de dólares e insiste em afirmar que a imagem da empresa não deve ser prejudicada.

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GM prepara plano que oferece apenas ações

A montadora General Motors está trabalhando em um novo plano de pagamento da dívida a seus credores que ofereceria apenas ações, em vez de dinheiro, segundo uma reportagem publicada na última sexta-feira no “New York Times”. Segundo uma fonte do jornal, a proposta deve ser apresentada na próxima semana aos credores. A nova oferta, que está sendo desenvolvida ao lado do grupo de trabalho do governo para a indústria automotiva, é pior que a apresentada há cerca de duas semanas, que incluía ainda uma parte em dinheiro. A dívida da montadora, que já recebeu US$ 13,4 bilhões em empréstimos do governo americano, é estimada em US$ 28 bilhões. Em 30 de março, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deu um prazo de 60 dias para que a montadora apresentasse um novo plano de viabilidade para seus negócios e determinou a troca na presidência da empresa. O novo chefe, Fritz Henderson, anunciou que a GM vai demitir mais funcionários e fechar mais fábricas e não descartou a possibilidade de concordata.

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Obama manda equipe acelerar reestruturação da General Motors

A equipe que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, designou para tratar da crise no setor automotivo enviou 15 pessoas a Detroit, para acelerar o plano de reestruturação da GM (General Motors), informou nesta quarta-feira a imprensa local. No site do jornal “Detroit News”, citando fontes do governo, diz que o grupo “ficará em Detroit até o fim da semana” e só “voltará na semana seguinte”. O objetivo da viagem seria “acelerar o processo que o presidente estabeleceu” para a montadora. Na semana passada, Obama disse que a GM tem até 1º de junho para apresentar um plano de reestruturação radical que inclua uma substancial redução de sua dívida, de US$ 28 bilhões.

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Presidente da GM não descarta quebra e cogita mais demissões

O novo presidente da General Motors, Frederick Fritz, admitiu neste domingo, a possibilidade de declarar a quebra da montadora e recorrer à recuperação pela via judicial se for necessário. A GM, no entanto, prefere a reestruturação sem monitoramento da Justiça. Ele também anunciou novas demissões ao declarar que a empresa terá de dispensar mais empregados do que o previsto em fevereiro. Para sobreviver à crise, a companhia depende da liberação de um resgate estimado em US$ 16,6 bilhões, mas a exigência do governo de Barack Obama para isso é que a GM faça uma reforma drástica nas finanças. O primeiro passo já foi cumprido oficialmente com a renúncia do então presidente Rick Wagoner. O governo americano rejeitou a proposta de reestruturação da companhia apresentada por ele por considerá-la “tímida, lenta e pouco profunda” e pediu a saída do executivo. Segundo Henderson, o novo plano de reestruturação, cujo prazo para ser apresentado é 1º de junho, deve prever o fechamento de mais fábricas. No plano anterior, estava previsto o fechamento de cinco unidades nos Estados Unidos e Canadá.

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Falência é opção para Chrysler e GM, diz Barack Obama

A indústria automotiva dos Estados Unidos não está indo na direção correta suficientemente rápida para ser bem sucedida, destacou o presidente americano Barack Obama. Ele deu mais tempo para a General Motors (GM) e Chrysler submeterem planos viáveis de reestruturação e notou que a quebra é uma opção para ambas empresas. A administração americana rejeitou os planos de reorganização das montadoras porque, conforme o presidente dos EUA, “após análise cuidadosa, foi determinado que nenhuma delas avançou no sentido de garantir novos investimentos como o solicitado”. “Assim, estou anunciando que minha administração oferecerá à GM e Chrysler um determinado prazo para que trabalhem com credores, sindicatos e acionistas a fim de reestruturar a empresa de forma a justificar um investimento adicional, período em que devem produzir planos que deem ao povo americano a confiança nas perspectivas de longo prazo dessas companhias”, observou Obama. A GM terá 60 dias para reorganizar-se enquanto a Chrysler terá 30 dias para discutir a possibilidade de uma fusão com a italiana Fiat. Se não puderem mostrar progresso, a falência da Chrysler passa a ser uma opção e o governo pode forçar a quebra da GM.

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GM promete tomar medidas necessárias e não descarta falência

A General Motors (GM) não descarta a chance de recorrer à lei de falências dos EUA, embora tenha manifestado que sua preferência é completar a reestruturação “fora de um tribunal”. A Casa Branca pediu à montadora que apresente um plano de reorganização mais agressivo em um prazo de 60 dias para justificar novo aporte de recursos dos contribuintes na empresa. “A GM tomará os passos necessários para uma reestruturação bem sucedida, que pode incluir um processo supervisionado por um tribunal”, admitiu a montadora em nota, após pressão do governo americano por um plano viável de reestruturação. O presidente americano Barack Obama notou que se a GM não mostrar medidas exequíveis para voltar à lucratividade, ela talvez pudesse se valer do processo de falência “como mecanismo para ajudar a reorganizá-la rapidamente e emergir mais forte”. Por meio de comunicado lido na Casa Branca, o dirigente dos Estados Unidos expressou que ele está “absolutamente comprometido” com a sobrevivência da indústria automobilística dos EUA, para que ela possa competir em nível internacional, mas ponderou que o setor não está se movendo na direção correta de maneira rápida o suficiente. Ontem, a Casa Branca pediu a saída do presidente da GM, Rick Wagoner.

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Ford afirma estar em situação diferente da Chrysler e da GM

A montadora Ford, que ao contrário da Chrysler e da General Motors não recebeu ajuda federal, está em uma situação diferente das concorrentes, afirmou o diretor geral da empresa, Alan Mulally, em uma entrevista ao jornal Detroit Free Press. “A Ford tem liquidez suficiente para continuar pagando aos terceirizados (…) podemos continuar investindo no futuro”, declarou. “Quanto ao ambiente econômico, enfrentamos a mesma situação”, reconheceu. “Não temos previsto solicitar um empréstimo ao governo, porque não precisamos. O grau de liberdade que temos para dirigir nossa empresa é muito mais amplo que se nos submetêssemos a restrições, porque o dinheiro vem acompanhado de muitas pressões”, declarou na mesma entrevista Bill Ford, presidente do conselho de administração. O governo dos Estados Unidos intimou GM e Chrysler a apresentar novos planos “viáveis” de reestruturação, caso desejem uma ajuda adicional do Estado. As duas gigantes já receberam 17,4 bilhões de dólares em empréstimos desde dezembro. A Ford, considerada a montadora em melhor situação entre as três gigantes de Detroit, não pediu ajuda pública, mas registrou em 2008 um prejuízo de US$ 14,6 bilhões, o pior da história da empresa.

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GM despede 160 ‘white colars’ nos EUA

Cerca de 160 engenheiros e outros funcionários administrativos (white colars) da construtora automóvel norte-americana General Motors receberam hoje a carta de despedimento, sendo que o fim do contrato estava fixado para 1 de Abril, disse o porta-voz da empresa. “É o início de um processo de supressão de 3.400 postos de trabalho de administrativos nos Estados Unidos que vai prolongar-se até 1 de Maio”, disse Tom Wilkinson, acrescentando que os trabalhadores hoje dispensados estavam no centro técnico de Warren, no Michigan, Estados Unidos. A General Motors prevê suprimir mais 18 mil funcionários das unidades fabris dos Estados Unidos, até ao final deste ano, e cerca de 47 mil em todo o mundo. Esta decisão integra o plano de reestruturação da construtora automóvel que tem até terça-feira sa próxima semana para convencer a administração norte-americana da sua viabilidade financeira, mantendo assim os 13,4 mil milhões de dólares (9,6 mil milhões de euros) que o governo federal já lhe emprestou.

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