Artigos com Tag ‘GM’

Delphi adia venda de divisão para GM e novo empréstimo

A tentativa de Delphi de vender sua divisão de sistemas de direção para a General Motors e tomar emprestado mais dinheiro da montadora foi adiada, enquanto o Departamento do Tesouro dos EUA continua analisando as transações. A Delphi tinha até hoje para pedir ao juiz Robert Drain, do Tribunal de Concordatas de Manhattan, aprovação para o acordo, anunciado no início deste mês. Jack Butler, advogado da Delphi, afirmou ao juiz que o Tesouro acredita ser prematuro seguir adiante com esses acordos e teria se oposto a eles caso a Delphi pedisse aprovação judicial hoje. Segundo Butler, as transações são consideradas importantes sob os termos do empréstimo do governo dos EUA feito à GM e o Tesouro precisa aprová-las para que elas possam ser concluídas. A venda da divisão de sistemas de direção, junto com o empréstimo de mais US$ 150 milhões da GM à Delphi, têm como objetivo melhorar a liquidez da fornecedora de peças no momento em que a empresa se esforça para continuar em operação e sair da concordata em meio à forte queda das vendas de automóveis. A Delphi, que era uma subsidiária da GM, está dependendo cada vez mais da montadora. Butler afirmou que o governo quer “ter um melhor entendimento das necessidades de fluxo de caixa da Delphi” antes de retirar sua objeção às transações. Quando perguntando se a Delphi teme que o Tesouro não aprove o acordo, Butler disse que não iria especular sobre a decisão do governo. “Do ponto de vista da Delphi, estamos muito gratos porque o Tesouro está engajado em analisar a situação da empresa e está trabalhando para obter soluções apropriadas”, declarou o advogado. Por causa da análise do governo, a Delphi vai voltar ao tribunal no dia 2 de abril para pedir aprovação à venda da divisão de sistemas de direção e ao novo empréstimo da GM. Um porta-voz da fornecedora de peças afirmou que a companhia ainda não determinou um valor para a divisão, mas a venda aumentaria a liquidez da empresa em mais de US$ 400 milhões, de acordo com documentos judiciais.

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Presidente da GM defende reestruturação sem declarar quebra

O presidente da General Motors (GM), Rick Wagoner, voltou hoje a defender a reestruturação de sua companhia sem recorrer à moratória e disse que os fornecedores da montadora se encontram em situação precária. Wagoner, durante um encontro com a imprensa em Washington, lembrou que a companhia estudou a opção de declarar quebra durante o período entre 30 e 60 dias, para dar seguimento à reestruturação. O executivo assegurou que essa opção poderia ter bons resultados, mas destacou que, caso não funcionasse, prolongaria a quebra e isso teria como resultado “a liquidação da companhia”. Wagoner voltou a repetir que os consumidores americanos não comprarão veículos de uma empresa em quebra. A respeito dos fornecedores das montadoras americanas, o diretor disse que “a situação é cada vez mais precária”, perante a queda da produção do setor que é praticamente a metade que a existente há três anos. Sobre o acordo alcançado entre a Ford e o sindicato United Auto Workers (UAW) para reduzir custos trabalhistas, Wagoner afirmou que não pode ser utilizado como modelo para as negociações que a GM tem que manter com seus funcionários. “O programa da Ford não atenderia em nada a nossas necessidades”, explicou. A Ford, que não solicitou ajudas públicas para seguir em operação, ao contrário de GM e Chrysler, informou que o acordo com o CAW lhe permitirá economizar US$ 500 milhões ao ano. “Precisamos fazer algo diferente”, concluiu Wagoner.

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GM faz recall de 280 mil automóveis

General Motors anunciou (em 13/03) um recall que abrange quase 280 mil carros das marcas Chevrolet, Pontiac, Buich, Saturn e GMC, para resolver um problema nos veículos equipados com câmbio automático. Todos os carros teoricamente foram vendidos nos Estados Unidos, mas podendo terem sido exportados não oficialmente para outros países. É que foi constatado que muitas vezes mesmo com a alavanca de câmbio colocada na posição “P” e com o veículo desligado, o que impediria que o carro continuasse a andar, o veículo anda assim se movimentava, podendo causar acidentes caso o motorista não estivesse atento. Isso poderia ocorrer até mesmo com a chave de ignição fora do contato. São dez os modelos de carros envolvidos no recall, incluindo o Chevrolet Traverse (foto), que foi mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo para possível avaliação de ser importado para o Brasil. Os outros modelos são: Buick Enclave, Chevrolet Cobalt, Chevrolet HHR, Chevrolet Malibu, GMC Acadia, Pontiac G5, Pontiac G6, Saturn Aura e Saturn Outlook Não existem informações oficiais de quantos destes carros podem estar rodando no Brasil. Em outro comunicado, a GM afirmou que outros 2 mil Hummer também terão que comparecer a uma concessionária para verificar um possível problema na tampa do tanque que gasolina. Em alguns casos foi verificado a má vedação da tampa, permitindo o vazamento de gazes e a evaporação do combustível.

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GM pode não sobreviver à crise, dizem auditores

Existem dúvidas substanciais sobre a capacidade da montadora General Motors (GM) de sobreviver à atual crise econômica, disseram os auditores que avaliam a saúde financeira da empresa. “Prejuízos recorrentes, déficit de acionistas e dificuldades para gerar dinheiro para honrar seus compromissos levantam sérias dúvidas sobre a habilidade da empresa para prosseguir”, afirma o relatório anual da Deloitte & Touche. Após o anúncio dos auditores, a GM informou que credores concordaram em não pressionar a empresa a pagar mais de US$ 6 bilhões, para que a companhia tenha mais chances de receber empréstimos do governo. A GM declarou que se a empresa declarar concordata, as chances de fechar são grandes, já que a companhia pode não ter fundos suficientes para financiar sua reorganização. Além disso, a GM afirma que os consumidores podem relutar em comprar automóveis de montadoras em concordata. As vendas dos carros da empresa em fevereiro foram 53% menores do que em relação ao mesmo mês de 2008. Na semana passada, a GM declarou que perdeu US$ 30,9 bilhões em 2008 e avisou que 2009 seria um ano “de desafios”. A empresa planeja cortar 47 mil empregos e disse que vai precisar de outros US$ 22,6 bilhões em empréstimos governamentais para sobreviver. A GM já recebeu US$ 13.4 bilhões do governo dos Estados Unidos. Analistas dizem que o mercado automobilístico atravessa sua pior crise em 27 anos. O diretor de operações da empresa, Fritz Henderson, disse que a GM europeia pode quebrar dentro de semanas, levando à demissão de até 300 mil pessoas, a menos que receba ajuda de governos do continente.

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Chefe da GM na Europa anuncia demissão de 3,5 mil na Opel

O chefe da General Motors (GM) na Europa, Carl-Peter Forster, anunciou que o plano de saneamento da Opel contempla, além da solicitação de ajudas estatais, o corte de mais 3,5 mil postos de trabalho e reduções salariais. “Deveremos suportar novos cortes na receita. Além disso, será necessário contar com a redução de, esperemos, não mais que 3,5 mil postos de trabalho”, assinala Forster, em declarações ao jornal alemão “Bild”. Na entrevista, o executivo se mostra favorável a que os quatro estados alemães onde há fábricas da Opel adquiram capital da empresa, de modo a garantir sua sobrevivência. Forster ressalta ainda que a “GM tem grande interesse na independência da Opel e está disposta a ser flexível no reordenamento da propriedade da empresa”. Apesar da crise, a Opel se tornou a segunda marca que maior número de veículos vende no mercado alemão, com 22 mil negociados em fevereiro e um aumento de 4,2% frente ao mesmo mês de 2008.

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Ford, GM e Toyota têm forte queda na venda de carros nos EUA

Os grandes fabricantes de automóveis sofreram fortes quedas em suas vendas nos Estados Unidos em fevereiro, devido à crise, informaram nesta terça-feira General Motors (GM), Ford e Toyota. O principal fabricante americano, GM, sofreu uma queda de 52,9%, com apenas 127.296 unidades no país contra 270.423 unidades um ano antes, informou em comunicado. A Ford Motor Co., por sua vez, informou que suas vendas de fevereiro haviam caído 48,4% com relação a fevereiro de 2008, ao entregar no mês 99,4 mil veículos, incluindo as marcas domésticas e a de origem sueca Volvo. As cifras não foram muito melhores para o japonês Toyota, que está disputando o primeiro lugar no mundo com a GM, e que publicou uma queda de suas vendas nos Estados Unidos de 37,3% em fevereiro com a entrega de 109.583 veículos. A Chrysler também registrou uma queda em suas vendas nos Estados Unidos, de 44%. Foram negociadas 84.050 unidades, contra 150.093 veículos um ano antes.

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GM pode pedir mais dinheiro ao governo para evitar declarar falência

A General Motors, ao se aproximar o prazo fixado pelo governo dos Estados Unidos para que apresente um plano de reestruturação, estuda pedir mais dinheiro à Casa Branca ou declarar falência, afirmou hoje o jornal “The Wall Street Journal”. A edição digital da publicação citou como fonte “pessoas familiarizadas com os planejamentos da GM”. No final de 2008, o governo emprestou à General Motors um total de US$ 13,4 bilhões, e outros US$ 5 bilhões à Chrysler, para impedir que os problemas financeiros das empresas as levassem à falência, e deu prazo até 16 de fevereiro para que apresentem ideias sobre sua viabilidade econômica. Por sua parte, o serviço de informação financeira e econômica pela internet “MarketWatch” afirmou que o Sindicato de Trabalhadores do Automóvel (UAW) retirou as concessões que tinha feito em suas negociações com a GM, e as conversas foram suspensas. O “Wall Street Journal” afirmou que a GM pedirá mais fundos em seu plano de reestruturação, “embora não se espere que a companhia inclua um valor em dólares”. [Leia mais]

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Casa Branca pede reestruturação das montadoras americanas

A Casa Branca pediu uma profunda reestruturação das montadoras americanas. A General Motors e a Chrysler, que receberão US$ 13,4 bilhões do governo, têm até terça-feira para apresentar seus planos preliminares para o Departamento do Tesouro sobre os passos para reduzir custos. Os projetos finais, que servirão de base para a decisão do Tesouro de cancelar ou estender os empréstimos, deverão ser entregues no dia 31 de março. Precisamos de uma indústria automobilística próspera neste país. “Mas, conforme tem dito o presidente, isso vai envolver uma reestruturação significativa da indústria, de forma que elas possam produzir o tipo de carro que as pessoas vão comprar no futuro”, disse David Axelrod, um dos principais conselheiros do presidente dos EUA, Barack Obama. [Leia mais]

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GM estuda compra de parte da fabricante de autopeças Delphi

A General Motors (GM) está em negociação com sua antiga subsidiária Delphi, que fabrica componentes para o setor automotivo, para assumir o controle de parte de suas operações, informou nesta segunda-feira o diário financeiro americano “The Wall Street Journal”. Segundo o jornal, a GM estaria interessada na operação porque lhe permitiria conseguir mais ajuda pública. A empresa, que atravessa a crise mais grave de sua história, já obteve US$ 13,4 bilhões em empréstimos do governo americano para manter suas operações em andamento nos Estados Unidos. A Delphi se tornou independente da GM em 1999, mas grande parte de sua produção foi destinada à fabricação de veículos da montadora. Em 2005, a Delphi se declarou em moratória e, apesar de nos dois últimos anos ter anunciado em várias ocasiões planos para voltar a funcionar normalmente, se mantém sob proteção dos tribunais americanos. O plano de aquisição de parte de Delphi poderia ser incluído no de viabilidade que a GM tem de apresentar em 17 de fevereiro no Congresso americano para garantir mais ajuda pública.

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Produção das três maiores montadoras do Japão cai forte no mês de dezembro

As três maiores montadoras japonesas, Toyota, Honda e Nissan divulgaram nesta quarta-feira (28/01) o saldo da produção de carros durante o mês de dezembro, e apresentaram desempenho bem abaixo do esperado. No último mês, a produção da Toyota recuou 25%, para 479 mil veículos, seguida da Nissan, com queda de 36%, e Honda, com retrocesso de 7,5%, conforme os comunicados publicados. No ano, a Toyota registrou queda de 3,8% no nível produzido, enquanto Honda e Nissan apresentaram recuo menos expressivo, próximo de 1%. A crise financeira mundial impactou fortemente o setor automotivo mundial, deixando as grandes montadoras norte-americanas e japonesas à beira do colapso. GM e Chrysler correm contra o tempo para se financiar, enquanto as três grandes do Japão anunciam demissões pelo mundo. As vendas da Toyota nos EUA, considerado seu maior mercado consumidor, caíram 37% em dezembro, assim como as da Honda, que recuaram 35% na passagem.

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