Artigos com Tag ‘Petróleo’

Correa e Chávez estão satisfeitos com recuperação do preço do petróleo

“Estamos satisfeitos com o ritmo de recuperação do preço do barril do petróleo, depois da queda registrada nos últimos meses do ano passado”, afirmou Chávez, em Quito, durante uma entrevista coletiva conjunta com Correa. Chávez também destacou a atuação da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), da qual fazem parte Equador e Venezuela, para frear a queda dos preços do petróleo. A produção do cartel foi reduzida em 4,2 milhões de barris diários. O presidente venezuelano disse o preço do petróleo está chegando aos valores que tinha em 2007, quando a cotação média chegava a US$ 64,7 por barril. “Isto nos tem enchido de esperança, estamos contentes que o preço siga se recuperando graças à China que não deixou de consumir petróleo”, acrescentou Chávez.

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Petróleo pode subir para US$ 75, diz ministro árabe

O petróleo pode subir para US$ 75 por barril, mas para que os preços se mantenham em um intervalo de US$ 70 a US$ 80, a demanda global precisa melhorar, assim como a situação dos mercados financeiros, afirmou o ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali Naimi, durante reunião de ministros da Energia do G-8 e também de outros países em Roma, segundo o jornal Al Hayat. Atualmente, os preços estão em torno de US$ 60 por barril. De acordo com o ministro, é importante manter as cotações entre US$ 70 e US$ 80 porque isso favoreceria a economia mundial. Para o ministro do Petróleo da Argélia, Chakib Khelil, é possível que o petróleo atinja US$ 70 por barril apenas no ano que vem, já que, segundo ele, a recente alta dos preços não está conectada com fundamentos. Segundo Khelil, se a economia global piorar em vez de mostrar sinais de recuperação, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) pode decidir reduzir a produção novamente. O representante do Irã na Opep, Mohammad Ali Khatibi, acredita que o mercado de petróleo não está equilibrado, e que cortes recentes da Opep nas cotas de produção “não foram suficientes”, segundo o site da agência de notícias Shana. A Opep irá se reunir na quinta-feira (28/05) em Viena. Segundo analistas, os membros do cartel devem optar por manter as cotas atuais de produção, mas podem exigir um cumprimento mais eficaz do corte de 4,2 milhões de barris por dia na oferta anunciado no final do ano passado.

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Agência Internacional de Energia prevê para 2009 a maior queda da demanda de petróleo em 28 anos

A Agência Internacional da Energia (AIE) revisou hoje suas previsões sobre o consumo mundial de petróleo em 2009. A conclusão é de que este ano deve ter a maior queda anual da demanda desde 1981. A AIE estima, em seu mais recente relatório mensal sobre o mercado do petróleo, que o consumo chegará este ano a 83,2 milhões de barris diários. Este balanço representa uma queda de 2,6 milhões de barris (-3%) a respeito de 2008. É uma previsão inferior à que a AIE tinha publicado em seu relatório anterior, no qual incluía uma previsão de consumo de 83,4 milhões de barris diários em 2009. Esta revisão para baixo diz respeito aos dados preliminares de consumo “mais fracos que o previsto” em países como China, Estados Unidos e Rússia.

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Petróleo sobe a US$ 53,80 e fecha no maior nível do ano

Os preços dos contratos futuros do petróleo avançaram e encerraram a sessão ontem no maior nível de 2009, acompanhando o forte desempenho no mercado de ações dos Estados Unidos, que subiu em reação ao detalhamento dos planos do país para retirar ativos tóxicos do sistema financeiro. O contrato futuro do petróleo com vencimento em maio negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex) subiu US$ 1,73, ou 3,32%, para US$ 53,80 o barril. Em Londres, o contrato do petróleo tipo Brent para maio avançou US$ 2,25, ou 4,4%, para US$ 53,47 o barril. Esta foi a terceira sessão consecutiva em que os preços do petróleo na Nymex encerraram o dia acima de US$ 50,00 o barril.

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Petróleo se aproxima dos US$ 50 e fecha na maior cotação desde dezembro

O preço do petróleo encerrou a sessão desta terça-feira em Nova York no maior valor desde o começo de dezembro do ano passado. A elevação ocorreu a reboque do mercado de ações nos Estados Unidos, em um reflexo de esperanças renovadas na reativação da economia. Os contratos para entrega em abril do petróleo cru fecharam em alta de 3,8% na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York), cotados a US$ 49,16 o barril. Durante a sessão, a oscilou entre US$ 49,82 e US$ 46,53. Em Londres, o barril do petróleo Brent do mar do Norte para entrega em maio, novo contrato de referência, subiu US$ 1,78, para US$ 48,24.

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Corte de produção da OPEP é “forte possibilidade” com preços inferiores a 40 dólares

O governador iraniano da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) afirmou que o cartel poderá voltar a cortar a produção, caso os preços do petróleo continuem a assumir valores inferiores a 40 dólares no mercado norte-americano. “Se o preço for inferior a 40 dólares por barril, então haverá uma forte possibilidade de outro corte”, afirmou Mohammad Ali Khatibi, governador iraniano do petróleo na OPEP, numa entrevista telefónica à Bloomberg. No entanto, o responsável acrescentou que “se o preço aumentar – o preço da gasolina está agora a aumentar nos EUA – então a possibilidade de cortar vai ser fraca.” Desde a reunião de Dezembro, quando a OPEP anunciou que ia cortar sua produção em 9% para os 24,845 milhões diários, a matéria-prima já desvalorizou 14% nos EUA. Os preços do petróleo seguiam a negociar pouco alterados com o West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, a ganhar 0,08% para os 37,54 dólares. Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência a Portugal, a subia 0,04% para os 44,83 dólares.

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Petróleo cai em Nova York apesar da aparente firmeza da Opep

Os preços do petróleo sofreram uma nova queda ontem, terça-feira, em Nova York, apesar da firmeza aparente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e na véspera da publicação do relatório semanal sobre os estoques do Departamento americano da Energia. No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de ‘light sweet crude’ para entrega em março fechou a 41,58 dólares, uma queda de 4,15 dólares em relação ao fechamento de segunda-feira. Em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em março caiu 3,23 dólares em relação ao fechamento de segunda-feira, fechando a 43,73 dólares. Os preços podem ter sido influenciados pelas previsões negativas dos investidores na véspera da publicação dos estoques semanais de petróleo nos Estados Unidos e para os quais o mercado espera uma nova progressão, apesar da onda de frio que assola o leste do país. Segundo os analistas questionados pela agência Dow Jones Newswires, os estoques de bruto teriam registrado um aumento de 2,9 milhões de barris, e os de gasolina de 1,5 milhão de barris, durante a semana encerrada em 23 de janeiro. Ao contrário, as reservas de destilados, que incluem o combustível para calefação e o diesel, devem registrar uma baixa de 700.000 barris. A queda de 9% dos preços registrada nesta terça-feira aconteceu apesar da acumulação de informações sobre a aparente disciplina dos membros da Opep em relação a seus cortes de produção. Contudo, alguns observadores não acreditam nas boas intenções da Opep.

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Defasagem de preço da gasolina com exterior chega a 59%

Especialistas calculam que o preço da gasolina no Brasil esteja até 59% acima das cotações internacionais. No caso do diesel, a diferença pode chegar a 40%, dependendo do cálculo. Ninguém acredita, no entanto, que a Petrobras vá promover ajustes agora, uma vez que a empresa ainda não recuperou as perdas por não ter subido os preços em tempos de petróleo caro. Além disso, a companhia precisa gerar caixa para sustentar seu plano de investimentos, considerado pelo governo um dos principais remédios contra a crise financeira. Esse fosso entre o que consumidores de outros países pagam para abastecer o carro e o valor dos combustíveis no mercado brasileiro aumentou muito nos últimos meses, com a crise econômica mundial derrubando o preço das commodities. A conta a respeito da diferença de preços da gasolina e do óleo diesel varia entre os analistas. [Leia mais]

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Arábia Saudita planeja reduzir produção de petróleo

A Arábia Saudita planeja reduzir sua produção de petróleo em até 300 mil barris por dia, abaixo da quota acordada com a OPEP, um passo pró-ativo para estimular um mercado em crise, disseram fontes da indústria neste domingo. O país-membro mais influente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo reduziu o suprimento deste mês para 8 milhões de barris por dia, cumprindo a meta do pacto da organização para reduzir a produção total em um volume recorde a partir de 1o de janeiro. Mas a disciplina severa dos sauditas não conseguiu aumentar os preços, cujo atual patamar de aproximadamente 40 dólares por barril está longe dos 75 dólares por barril considerados pelo rei saudita Abdullah como um preço justo. [Leia mais]

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Opep faz maior corte da história em sua produção de petróleo

Em reunião extraordinária em Oran, na Argélia, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) decidiu nesta quarta-feira (17/12) por uma redução suplementar recorde na produção diária de petróleo dos países do bloco, de 2,2 milhões de barris. Somada aos cortes de 2 milhões anunciados desde setembro, a redução na produção do bloco será de 4,2 milhões. A nova cota do grupo, que não inclui a produção do Iraque nem da Indonésia, será de 24,8 milhões de barris por dia a partir do início do próximo ano.

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