Artigos com Tag ‘Toyota’

Toyota segue líder em vendas mundiais

As vendas globais da Toyota caíram 26% no primeiro semestre deste ano, devido à menor demanda por causa da crise. Mesmo assim, a empresa japonesa manteve a liderança mundial do setor: entre janeiro e junho, vendeu 3,56 milhões de veículos, batendo a GM por 10 mil unidades.

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Justiça do RS condena duas concessionárias Toyota por cobrança de frete em valores superiores aos praticados pelas transportadoras

Em 20 de dezembro de 1999, a União Nacional em Defesa de Consumidores Consorciados e Usuários do Sistema Financeiro (UNICONS) ingressou com uma ação coletiva de reparação de danos a consumidores pela prática de ato ilícito em desfavor de CARHOUSE – Concessionária de Automóveis Toyota e CARWAY – Concessionária de Automóveis Toyota. A presente ação coletiva visa a reparação de danos a clientes pela prática de ato ilícito com eficácia erga omnes – imputa-se às requeridas, empresas do mesmo grupo econômico, prática de atos ilícitos e lesivos à economia popular, representados por cobrança de frete em valores superiores aos praticados pelas transportadoras, quando poderiam apenas repassar os custos do frete, uma vez que não prestam o aludido serviço, diferença agregada no preço final do bem, em manifesta infringência a dispositivos legais. Em 03/06/2009, decorridos quase 10 anos após a data da propositura da ação na Justiça do Rio Grande do Sul, o Juiz de Direito Roberto Carvalho Fraga a JULGOU PROCEDENTE, e condenou às rés, solidariamente, “a devolver os valores cobrados indevidamente e abusivamente de seus clientes, o que excedeu ao custo do frete, e que resultou em lucro ilícito. Tal devolução deverá ser em dobro, como preconizado no parágrafo único do artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor. Fixo o prazo de 30 dias para tal devolução, pena de multa diária de R$ 1.000,00 para o consumidor, em não sendo possível a localização de eventuais consumidores deverá haver o depósito em juízo.” A seguir o leitor pode conhecer a íntegra da decisão da Justiça do RS em 1º. Grau. [Leia mais]

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Fiat apresenta oferta pelos negócios da GM no Brasil e na Argentina

A montadora italiana Fiat apresentou na última sexta-feira uma oferta pelas atividades da GM (General Motors) no Brasil e na Argentina, como parte das negociações de compra das filiais européias da empresa norte-americana. A GM negocia a venda a Opel e da Vauxhall na Europa, a fim de reduzir seus custos para reestruturar a empresa e evitar a concordata. A Fiat entregou um documento com uma oferta sobre a alemã Opel e a marca britânica Vauxhall, mais as atividades da GM no Brasil e Argentina. Na última quarta-feira, o grupo italiano já havia anunciado a oferta sobre as operações européias da GM. A Fiat e a GM disputam a liderança do mercado no Brasil, colocadas, respectivamente, como primeira e a terceira montadora, em volume de vendas de automóveis. Considerando a América Latina, a GM tem maior participação no mercado, com vendas que passam de 1,2 milhão em 2008 veículos, enquanto a Fiat vendeu 700 mil unidades. Com suas propostas agressivas sobre a GM, a Fiat busca se tornar uma montadora global, disputando mercado com a japonesa Toyota e a alemã Volkswagen. A Fiat não está sozinha na concorrência pelas operações européias da GM: o grupo austro-canadense Magna International, o fabricante de veículos russo Gaz Russia e a empresa belga RHJ International também demonstraram interesse na Opel e Vauxhall.

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Toyota tem prejuízo inédito e estima perda de US$ 5,5 bilhão neste ano

A montadora japonesa Toyota registrou no ano fiscal de 2008 (encerrado em março passado) o primeiro prejuízo anual de sua história e prevê ainda mais perdas até o próximo ano, afirmou na última sexta-feira o presidente da empresa Katsuaki Watanabe. A estimativa da companhia para este ano fiscal, que vai até março de 2010, é ter um prejuízo de US$ 5,55 bilhões. A maior montadora do mundo teve perdas anuais de 439,9 bilhões de ienes (US$ 4,4 bilhões) no período de 12 meses encerrado em março. A cifra representa uma forte inversão, ante o lucro de 1,72 trilhões de ienes (US$ 17,4 bilhões) um ano antes, que deu à empresa a liderança do setor ao superar a concorrente norte-americana GM (General Motors). “Os resultados se devem à significativa queda nas vendas de veículos, especialmente nos Estados Unidos e na Europa, à rápida valorização do iene em relação ao dólar e ao euro, assim como ao aumento das matérias-primas”, disse Watanabe, presidente da Toyota.

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Toyota também sucumbe à crise

A fabricante de automóveis japonesa Toyota mal teve tempo de comemorar a conquista do posto de número um do mundo automobilístico, conseguido no ano passado, quando desbancou a americana General Motors, líder de vendas por 77 anos. Uma das mais lucrativas montadoras, que até este ano não sabia o que era um resultado vermelho em seu balanço, também foi pega pela crise assim como suas concorrentes. A companhia está demitindo funcionários, desativando fábricas e viu sua produção desmoronar 50% em fevereiro. Também recorreu ao governo do Japão para ajuda financeira de US$ 2 bilhões, apesar de seus balanços mostrarem lucros acima de US$ 10 bilhões nos últimos cinco anos. Para o ano fiscal que se encerrou dia 31 é esperado o primeiro tombo financeiro, com perdas próximas a US$ 5 bilhões, segundo analistas. Também como várias de suas concorrentes, em especial a GM, a turbulência financeira levou o grupo japonês a trocar de presidente. Akio Toyoda, neto do fundador Kiichiro Toyoda, assume o comando da empresa em junho. É o primeiro membro da família a atuar como presidente em 14 anos.

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Nissan, Honda e Toyota veem vendas desabar

A japonesa Toyota Motor Corp., maior montadora do mundo, disse que sua produção mundial sofreu a maior queda do último período de pelo menos 23 anos, em um momento em que a recessão, a mais grave desde a Grande Depressão, compromete a demanda por veículos na América do Norte e na Europa. A produção da empresa despencou 53%, para 358.573 veículos em fevereiro, comparativamente ao mesmo mês de 2008. Essa é a maior queda percentual desde que a empresa começou a divulgar esses dados, em janeiro de 1986. A Honda Motor Co., segunda maior empresa automobilística do Japão, montou 190.680 veículos, volume 43 % menor. A produção da Nissan Motor Co., a terceira maior montadora do país, caiu 51%. A Toyota e outras montadoras japonesas ampliaram os cortes de produção para reduzir os estoques de suas concessionárias. As vendas de automóveis nos Estados Unidos caíram no mês passado para seu menor nível desde dezembro de 1981, depois que a crescente taxa de desemprego e o aperto do crédito desestimularam as compras de carros. A Associação de Fabricantes de Automóveis do Japão (Jama, na sigla em inglês) informou ontem que as vendas de veículos no país devem cair 8% no ano fiscal de 2009 – que começa em abril deste ano e termina em março de 2010 – na comparação com o período fiscal anterior (que termina no próximo dia 31). O mercado automobilístico japonês deve, assim, atingir o pior nível em 32 anos. O total de vendas no próximo ano fiscal deve atingir a marca de 4,297 milhões de unidades.

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Crise faz diversas montadoras desistirem do Salão de Tóquio

O Salão do Automóvel de Tóquio, será realizado apenas em outubro mas já sofre os reflexos da crise na indústria automobilística. A pouco mais de seis meses para o início do mais importante evento do setor automotivo no Oriente, apenas 14 montadoras confirmaram presença: Toyota, Porsche, Ferrari, Subaru, Lotus, Honda, Hyundai, Maserati, Mazda, Mitsubishi, Nissan, Suzuki, Alpina e Daihatsu. Diversas empresas de renome já avisaram que não vão estar presente. Volvo, BMW e Mercedes-Benz anunciaram na Europa que estão fora do Salão de Tóquio de 2009. As montadoras norte-americanas Chrysler, Ford e General Motors também não vão participar do evento. No total, até agora 122 empresas confirmaram presença, contra 246 companhias na edição anterior. A previsão dos organizadores é de que o salão deste ano terá a metade do espaço reservado ao evento de 2007, quando a indústria vivia um momento de grande euforia. Na ocasião, o Salão de Tóquio ocupou uma área de 414 mil 2. Para 2009, o evento terá um espaço de 212,5 mil m2. Também foi diminuído de 17 para 13 dias de evento, começando em 23 de outubro e terminando no dia 4 de novembro. Para evitar um fracasso de público, os japoneses decidiram dar entrada livre aos estudantes do segundo grau em 2007, apenas os estudantes do primeiro grau puderam entrar de graça no evento.

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Ford, GM e Toyota têm forte queda na venda de carros nos EUA

Os grandes fabricantes de automóveis sofreram fortes quedas em suas vendas nos Estados Unidos em fevereiro, devido à crise, informaram nesta terça-feira General Motors (GM), Ford e Toyota. O principal fabricante americano, GM, sofreu uma queda de 52,9%, com apenas 127.296 unidades no país contra 270.423 unidades um ano antes, informou em comunicado. A Ford Motor Co., por sua vez, informou que suas vendas de fevereiro haviam caído 48,4% com relação a fevereiro de 2008, ao entregar no mês 99,4 mil veículos, incluindo as marcas domésticas e a de origem sueca Volvo. As cifras não foram muito melhores para o japonês Toyota, que está disputando o primeiro lugar no mundo com a GM, e que publicou uma queda de suas vendas nos Estados Unidos de 37,3% em fevereiro com a entrega de 109.583 veículos. A Chrysler também registrou uma queda em suas vendas nos Estados Unidos, de 44%. Foram negociadas 84.050 unidades, contra 150.093 veículos um ano antes.

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Toyota tem prejuízo inédito de US$ 1,8 bilhão

A montadora japonesa Toyota Motor anunciou nesta sexta-feira que entre outubro e dezembro passados registrou prejuízo de 164,7 bilhões de ienes (US$ 1,811 bilhão) e que espera fechar o ano fiscal com perdas líquidas pela primeira vez em sua história. A maior fabricante de automóveis do mundo calcula que para o atual ano fiscal, que termina em março, registrará um prejuízo líquido de 350 de bilhões de ienes (US$ 3,849 bilhões), muito maior que o previsto em dezembro, devido aos efeitos da crise global. Até agora, a gigante automotiva tinha previsto que registraria neste ano fiscal perdas operacionais de 150 bilhões de ienes (US$ 1,649 bilhão). Porém, a Toyota reconheceu nesta sexta-feira que este número pode chegar a 450 bilhões de ienes (US$ 4,95 bilhões). Entre outubro e dezembro de 2008, as perdas operacionais da companhia atingiram 360,6 bilhões de ienes (US$ 3,966 bilhões), uma diferença de 962,1 bilhões de ienes (US$ 10,581 bilhões) frente ao número registrado no mesmo período do ano fiscal 2007. Na América Latina, Oceania, África e Oriente Médio, a Toyota vendeu entre outubro e dezembro de 2008, 395 mil unidades, 40 mil menos que no mesmo período de 2007.

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Produção das três maiores montadoras do Japão cai forte no mês de dezembro

As três maiores montadoras japonesas, Toyota, Honda e Nissan divulgaram nesta quarta-feira (28/01) o saldo da produção de carros durante o mês de dezembro, e apresentaram desempenho bem abaixo do esperado. No último mês, a produção da Toyota recuou 25%, para 479 mil veículos, seguida da Nissan, com queda de 36%, e Honda, com retrocesso de 7,5%, conforme os comunicados publicados. No ano, a Toyota registrou queda de 3,8% no nível produzido, enquanto Honda e Nissan apresentaram recuo menos expressivo, próximo de 1%. A crise financeira mundial impactou fortemente o setor automotivo mundial, deixando as grandes montadoras norte-americanas e japonesas à beira do colapso. GM e Chrysler correm contra o tempo para se financiar, enquanto as três grandes do Japão anunciam demissões pelo mundo. As vendas da Toyota nos EUA, considerado seu maior mercado consumidor, caíram 37% em dezembro, assim como as da Honda, que recuaram 35% na passagem.

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