Artigos com Tag ‘Transporte de veículos’

Incêndio que atingiu caminhão-cegonha da Brazul na via Dutra pode ter sido criminoso

caminhao cegonha dutra fogo 1 300x222 Incêndio que atingiu caminhão cegonha da Brazul na via Dutra pode ter sido criminoso Um caminhão-cegonha da empresa Brazul Transportes pegou fogo na tarde de ontem, terça-feira (13/01), no km 57 da Rodovia Presidente Dutra, na altura do município de Guaratinguetá, a 187 km de São Paulo. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o caminhão transportava 11 carros e, destes, ao menos oito foram completamente destruídos pelas chamas. caminhao cegonha dutra fogo 3 300x221 Incêndio que atingiu caminhão cegonha da Brazul na via Dutra pode ter sido criminoso A polícia informou que o caminhão-cegonha levava os automóveis zero-quilômetro para São Paulo, São Bernardo do Campo e Santo André. Segundo a polícia, o motorista disse que as chamas começaram nos carros. Ele conseguiu estacionar o caminhão no acostamento e saiu sem ferimentos. O acidente provocou a interdição total da rodovia por 20 minutos, tempo necessário para o controle das chamas. A polícia não soube explicar o que provocou o incêndio, porém, afirmou que pode o fogo ter sido criminoso. Entretanto, a PRF ressaltou que apenas a perícia poderá comprovar as causas incêndio. A Dutra foi liberada às 14h10, mas o sentido São Paulo seguiu com uma faixa bloqueada ao trânsito até as 14h35.
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Empresário gaúcho que teve filho assassinado em 2005 diz que ‘ainda há tempo’ para elucidação do caso

Empresário Sergio Gabardo teve seu filho assassinado em setembro de 2005

Empresário Sergio Gabardo teve seu filho assassinado em setembro de 2005

Nessa terça-feira (30/12) o portal Cartel Brasileiro recebeu um email do empresário Sérgio Mário Gabardo, diretor presidente da Transportadora Gabardo, cujo texto passamos a transcrever na sua íntegra. “Senhores: Mais um dia 29!!!!!!!!!!! Este marca o final de mais um ano em que costumamos reunir a família, fazer um balanço sobre o que aconteceu no ano que termina e traçar planos para o novo ano. Eis, entretanto, que a minha família não está completa, pois foi destroçada por assassinos que, impunes, continuam soltos e sem serem identificados. Meu filho Mário, lá do alto, deve ter a compreensão de tudo o que lhe aconteceu, mas eu lhe devo a justiça dos homens. Justiça na qual ele acreditava e fazia uso como ninguém. Orgulhava-se de ser um homem correto e exigia que as atitudes de quem o cercava, também fossem corretas. Sua vida lhe foi tirada, quando recém havia completado 20 anos e se preparava para ser advogado.  Sua morte até agora foi em vão. Quisera que sua morte, ao menos, levasse à descoberta de seus criminosos que deixariam de cometer novas vítimas. Mas, qual nada. Entrou nas estatísticas de crimes insolúveis. Minha vida continua, e meu objetivo para 2009 ainda é o mesmo: descobrir os assassinos do meu filho. Ainda restam dois dias deste ano para que as autoridades competentes coloquem em seus projetos para 2009 o de me ajudar a desvendar esse crime que tem consumido meus dias. Em nome de meu filho Mário eu rogo para que me ajudem e façam alguma coisa no sentido de esclarecer esse crime.  Assim como o Mário, muitos estão morrendo sem que as autoridades façam alguma coisa para que isso cesse de acontecer. As famílias estão sendo destroçadas pela impunidade e pelo descaso das autoridades. A impunidade prevalece e faz novas vítimas a cada novo dia. No dia 29/09/2005 foi a vez de meu filho Mário. Quando será a vez de um filho seu que está lendo esse texto? Sim, porque assim como eu pensava, você também deve achar que isso não vai lhe acontecer, afinal assim como eu, você também é uma pessoa de bem,  que paga seus impostos em dia e acredita que se precisar, a justiça estará do seu lado. Vão engano. Nada disso! A justiça parece não existir, assim como o poder da polícia. Aliás, nem mesmo os leais escrivães com suas velhas máquinas de datilografia.  Digo isso, pois para colher os depoimentos de algumas pessoas, após insistentes solicitações minhas, foi usado um computador de minha empresa, já que nem mesmo equipamentos havia na delegacia que assumiu o caso. E não é mérito daquela delagacia apenas. Você já precisou entrar numa? Sugiro que faça isso num dia de chuva. Os inspetores de polícia que ainda prezam por essa profissão, o fazem por amor ao próximo, na tentativa de amenizar a dor de quem, como eu, foi vítima de bandidos inescrupulosos. Infelizmente, seu trabalho termina em seguida, pois se conseguirem identificá-los e prendê-los, será por pouco tempo.  Acima de tudo, entendo que está faltando vontade de muitos políticos que ocupam cargos sem estarem habilitados para isso. Estão ali para fazer carreira, pura e simplesmente. Enquanto isso, pais como eu, amargamos a perda de nossos filhos sem que as autoridades que deveriam se empenhar em solucionar os casos se dignem a fazer alguma coisa. Ainda há tempo! Sérgio, Pai do Mário.”

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Assassinato de diretor de empresa cegonheira completa 39 meses e crime ainda não está esclarecido

Mário Sérgio Gabardo, assassinado em 29/09/2005

Mário Sérgio Gabardo, assassinado em 29/09/2005

Estamos no Brasil. Há 39 meses que desabou o mundo do empresário gaúcho Sérgio Mario Gabardo, dono da empresa cegonheira Transportadora Gabardo. No dia 29/09/2005 foi assassinado o seu filho único à época, Mário Sérgio Gabardo, de 20 anos, que estudava na Faculdade de Direito na PUC, em Porto Alegre (RS). Apesar da pouca idade, Mário Sérgio Gabardo, um rapaz muito ajuizado, inteligente e competente, era diretor da frota de caminhões cegonheiros da TransGabardo. Mais do que isso: Mário Sérgio tinha sido o responsável pela implantação e desenvolvimento de todo o projeto de certificação de qualidade da empresa. A TransGabardo, sob a sua orientação, tinha se modernizado e todo o transporte passou a ser monitorado por satélite, com acompanhamento online via internet pelos clientes dessa empresa cegonheira. Ou seja, Mário Sérgio era um diretor estratégico para a empresa cegonheira. Na fatídica noite de 29 de setembro de 2005, Mário Sergio Gabardo, teve a sua vida interrompida. Ele foi assassinado em Canoas, cidade da Grande Porto Alegre, onde morava. O assassinato ocorreu por volta das 21h30, quando ele voltava da universidade (PUC), em Porto Alegre, onde tinha realizado uma prova na Faculdade de Direito. Mário Sergio estava se dirigindo para um encontro habitual que mantinha com antigos colegas. Pouco antes de ser assassinado, Mário Sergio havia feito compras para o churrasco que faria com seus amigos. Ao entrar na rua Tomé de Souza, no bairro Nossa Senhora das Graças, a terceira via após o acesso à Base Aérea de Canoas, e estacionar o seu automóvel em frente a casa onde seria realizado o encontro com os amigos, Mário Sérgio foi abordado por um homem que desceu de um carro Ka, de cor prata, com uma arma na mão. O assassino fez um único disparo que atingiu Mário Sérgio. O jovem Mário arrancou o seu veículo em velocidade, e ao dobrar à sua esquerda, acabou batendo em uma árvore. Mário Sérgio foi morto por um tiro certeiro no coração. Mais um assassinato, mais um crime violento, na cidade canoense.

Mapa de Canoas e o local do assassinato de Mário Sérgio Gabardo

Rua Tomé de Souza no município de Canoas onde foi morto Mário Sérgio Gabardo

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, depois de 39 meses da morte do diretor da TransGabardo, ainda não solucionou o caso. Os assassinos de Mário Sérgio até hoje gozam da impunidade. Quem seriam os assassinos de Mário Sérgio Gabardo? Hipóteses para o crime foram levantadas na oportunidade (interesses econômicos) e nunca comprovadas pelas autoridades de segurança pública do RS. O empresário Sergio Mario Gabardo, pai do jovem Mário, diz “que jamais descansará enquanto esse assassinato não for esclarecido”.

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MPF deve investigar grupo de cegonheiros baderneiros que provocaram a explosão de carreta no Espírito Santo

100 0356 300x225 MPF deve investigar grupo de cegonheiros baderneiros que provocaram a explosão de carreta no Espírito SantoA disputa de vagas no mercado que transporta veículos, da forma como está se vendo, é um forte indício de que há algo de errado no setor. É inconcebível que um pequeno grupo de cegonheiros autônomos baderneiros, promova uma “manifestação” impedindo que empresas privadas trabalhem regularmente. O dito “protesto” desse grupo de cegonheiros não passou de um ato criminoso. Não se pode concordar com que esses “movimentos” se alastrem pelo Brasil afora, de norte a sul do país, explodindo caminhões cegonhas, como estratégia para reivindicar mais vagas para cegonheiros. Há muito tempo que o setor de transporte de veículos é investigado pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, por apresentar fortes indícios de formação de cartel. É muito estranho que um grupo de cegonheiros se reúna, em uma área frontal a duas empresas privadas do setor de transporte de veículos no Espírito Santo, para “reinvindicar” por mais vagas. Mais estranho ainda é que essa “união” tenha contribuído para a explosão de um caminhão cegonha. É importante lembrar que na última terça-feira (02/12), o grupo de caminhoneiros baderneiros incendiou uma carreta que trabalha junto ao Armazém Alfadengário Terca, localizado no km 281 da BR 101, no bairro Porto Engenho, no município de Cariacica (ES). Isso não é uma forma de protesto. É um crime. 100 0355 300x225 MPF deve investigar grupo de cegonheiros baderneiros que provocaram a explosão de carreta no Espírito SantoTudo iniciou na última segunda-feira, quando o grupo bardeneiros, de menos de 30 cegonheiros, bloqueou o acesso ao Armazém Alfadengário Terca, impedindo que caminhões cegonha de empresas privadas trafegassem no local. Em uma operação organizada, criminosa, os alvos desse grupo de caminhoneiros cegonheiros visava atingir diretamente as empresas transportadoras TranSilva Log e TransGabardo. Essas empresas possuem contratos firmados com as fabricantes de veículos. O contrato é cumprido a partir da operação de descarga de veículos de navios que atracam no porto. A seguir as empresas TranSilva e TransGabardo transportam os veículos em carretas cegonha, que tem por destinos as milhares de lojas revendedoras no Brasil. A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) deveriam investigar profundamente os cegonheiros que promoveram essa baderna no Espírito Santo. Isso tudo envolve dinheiro. Alguém organizou o “movimento” que culminou com a explosão da carreta cegonha. A PF e o MPF devem identificar os cegonheiros que promoveram a explosão da carreta e conhecer o que está por trás de tudo isso.100 03591 MPF deve investigar grupo de cegonheiros baderneiros que provocaram a explosão de carreta no Espírito Santo

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